sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Cruel Face lança disco com show em Maringá



Será lançado amanhã (8) em Maringá o disco novo da banda paulista de grind core Cruel Face. O evento no Batcave terá abertura das bandas Distanásia (de Maringá), Turbulence (de Maringá) e Guro (de Londrina). O ingresso custa R$ 10 com o primeiro show às 21h.
O evento Holocaust in Your Head é lançamento de mais um disco do selo maringaense Didi Core Records, dessa vez um split com as bandas Cruel Face e Guro. O compacto 7” em vinil estará à venda no show.
O Cruel Face foi formado em 1996 no ABC e teve várias formações, desde duo até quarteto, com músicos que já tocaram em importantes bandas do underground brasileiro como Rot, Ação Direta, Social Chaos, Nitrominds, entre outras. “O posicionamento da banda sempre foi contra as desigualdades sociais, racismo, fascismo, homofobia, especismo e injustiças em geral”, comenta o baixista Diego Amaro, sobre as letras do Cruel Face, relacionando com o momento atual do Brasil.

A banda já tocou em vários estados e tem 12 títulos lançados, desde fitas cassete até splits com bandas gringas. Essa é a primeira vez que o Cruel Face toca em Maringá e a banda tem a expectativa de atrair fãs do punk rock e suas vertentes da região maringaense. “Existem muitas bandas atuando nesse estilo, porém não há o mesmo tanto de gente que apoia a cena underground. O que mais vemos são apoiadores cibernéticos”, considera Amaro sobre o público mais novo de hoje que prefere ficar na internet que conhecer bandas pessoalmente. Mas a garantia para quem gosta de barulho é um grande show em Maringá.
Formação do Cruel Face: Edu (bateria), Alexandre (guitarra e vocal), Diego (baixo).  Confira o site da banda . 

Texto: Andye Iore  / Foto: Divulgação

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Evento gratuito reúne quadrinhistas em Maringá



Será realizado no próximo sábado (1º de dezembro) o Risco sem Risco, entre 15h e 19h, no Batcave (avenida Colombo,4767). O evento gratuito reúne quadrinhistas, jornalistas, ilustradores e colecionadores de histórias em quadrinhos numa integração entre profissionais da região. Estão confirmados participantes de Maringá, Londrina, Mandaguari e Umuarama com exposição, oficina e bancas com trocas e vendas de gibis e livros.

Um dos convidados é o londrinense Eloyr Pacheco, 58 anos. Ele já participou de vários processos da indústria dos quadrinhos, desde fazer um fanzine até ser editor de revistas de circulação nacional, na editora Brainstore. Ele também já fez um programa de radio sobre HQs e criou em 2007 o herói “Escorpião de prata”, que já teve publicações impressas, na internet e participou de evento na Europa.
Pacheco dará uma oficina gratuita (com inscrição limitada e a partir de 12 anos) sobre “Criação, roteiro e arte”. E ainda fará um bate papo informal com os outros participantes do evento.

Um dos destaques do Risco Sem Risco é o caráter independente, livre das “amarras burocráticas” do poder público, que quase nunca contempla os independentes e o colecionismo. De Umuarama vem o trio Augusto Silva, João Oliveira e Edu Tadeu, que lançou em julho desse ano por conta própria a revista “Sossego”.
Já de Mandaguari o quadrinhista Rogério Curiel apresenta suas publicações “Cotidiano contínuo” e também a oficina “O processo de produção de uma história”.
O representante independente de Maringá é Christian Sergi que acabou de voltar do Pixel Show, em São Paulo, onde lançou seu livro de fantasia ilustrado “Doran”.


RAROS - E terá ainda exposição de fanzines, incluindo o primeiro zine maringaense “The Wild Side” lançado no começo da década de 1990 e outros títulos raros do acervo do O Porão Discos. A organização promete também pendurar nas paredes do espaço originais de Marcatti, um dos principais quadrinhistas brasileiros e que é o único do mercado a produzir, imprimir e vender por conta própria, sem depender de absolutamente nada do mercado formal editorial. O Risco sem Risco vai até às 19h, mas o bar Batcave segue sua programação normal em seguida.
Texto: Andye Iore

quinta-feira, 15 de novembro de 2018

Mini tour do Drakula passa por Maringá



A banda de garage punk surf Drakula tocará em Maringá no próximo sábado (17) com show no Batcave (avenida Colombo, 4767). A apresentação faz parte de uma mini tour que o grupo de Campinas (SP) faz por Londrina, Cascavel, Toledo e Maringá essa semana.
O Drakula é uma das principais bandas do cenário independente brasileiro e se prepara para gravar seu quinto disco. A banda que toca com máscaras de luta livre mexicana mostrará músicas novas com uma formação como quarteto mais voltada para o punk rock.  Já que viaja dessa vez só com um guitarrista e um vocalista que só canta e não toca instrumento. Ocasionalmente eles mudam a formação conforme a disponibilidade dos músicos para viagens. “Agora como tem alguém só para cantar, a gente fica mais livre nos instrumentos e o show está mais porrada”, anuncia o baixista Daniel Ete (foto abaixo).

O Drakula foi formado em 2006, como uma superbanda do underground reunindo músicos que já passaram por grupos badalados como Muzarellas, No Class e Leptospirose. Já tocaram por diversos estados, inclusive com bandas estrangeiras e teve até a participação do australiano Chris Masuak (do Radio Birdman) num dos discos.
O grupo planeja lançar um disco novo em 2019, sendo que já tem oito músicas gravadas e gravará mais seis para o álbum. Eles avisam que levam na tour camisetas, discos e bottons para vender. O baixista Daniel Ete também é artista, fazendo capas de discos, pintando quadros, painéis, camisetas, shapes de skate para vender. Ele fará um painel no Batcave durante sua estadia maringaense.


THRASH - A banda usa uma história fictícia típica de trashmovies para sua origem. Diz que quatro máscaras foram encontradas por jovens bebuns no cemitério de Campinas, relacionando a história da cidade com a diversão dos filmes de terror (leia a história completa no site da banda: www.drakula.com.br)

DISCOGRAFIA DO DRAKULA
“O Inferno com I Maiúsculo” (CD, 2008)
- “Comando Fantasma” (CD, 2009)
- “Vilipêndio a Cadáver” (vinil 7”, 2011) 
- “Death surf” (vinil 7”, 2014).


CEBOLA – A abertura do show será do Onion Balls (foto acima), de Arapongas. A banda de garage alternativo mistura em suas músicas próprias os sons de MC5 com Dinosaur Jr. A dupla vai gravar o segundo disco no estúdio que tem em casa para lançar no começo de 2019. Também participa da festa o projeto Vinyland, com discotecagem com discos de vinil dos anos 80, indo do alternativo ao punk. Ingressos a R$ 10 (antecipado) e R$ 15 (na portaria).

Lembrando que o Batcave abre cedo e os shows também são cedo. Quem precisar ir embora, não chega tarde em casa. E quem quiser ficar no bar, seguirá curtindo um rock bacana com a discotecagem do Vinyland. A previsão é que o Onion Balls toque por volta das 21h e o Drakula por volta das 22h30. 

Texto e fotos: Andye Iore


sexta-feira, 2 de novembro de 2018

Maringá ganha espaço coletivo underground



Será inaugurada amanhã (2) uma opção cultural diferente em Maringá. O Batcave Underground (avenida Colombo, 4767) apresenta um conceito até então inédito na região: será um coletivo com foco nas atividades independentes e underground, com bar, estúdio de tatuagem, barbearia, exposição de artes, ensaio para bandas, camisetas, artesanato, entre outros, num amplo espaço de 540 metros quadrados. “Queria que o lugar agregasse a cena como um centro cultural”, conceitua o técnico em informática e sócio Renato Mattioli, 36 anos. “Sempre com muito respeito, sem preconceito e que as pessoas se sintam à vontade”.

A ideia de Mattioli tem origem há nove anos, quando ele viajou para a Europa. E visitou um espaço cultural na Espanha que tinha vários segmentos juntos.  E, desde então, nutriu o projeto que se concretiza agora em Maringá, com sócios e parceiros. Foram três meses de reforma e adequações no espaço para receber os amigos, bandas, agentes culturais e clientes daqui para frente. As lojas atenderão entre 12h e 23h e o bar entre 19h e 3h. Fazem parte do coletivo: o bar administrado pelos sócios, a barbearia Don Mariano, estúdio de ensaio Natan, Batcave Tattoo, camisetas Mosh Metal e outros com parcerias.
O perfil com foco no undeground vem de seus gostos pessoais e de sua banda, A Família Monstro, cujo gênero horror punk tem poucos fãs na cidade. E, claro, não tem muitas opções para fazer shows. O que agora está resolvido.


BARATO - Características essas que fazem com que o Batcave não faça concorrência com qualquer outro espaço cultural ou bar que, geralmente, ignora esse tipo de público na cidade. Outro diferencial será a entrada com eventos gratuitos, como sábado na inauguração. E quando houver cobrança de ingresso, há um acordo com os promotores para ingressos populares. Os primeiros agendados variam entra R$ 5 e R$ 15 apenas. “É uma satisfação ver pronto agora porque não imaginávamos como ficaria”, comenta o sócio e baterista da banda Junkies, Carlos Poppi, 36 anos.

O que já atraiu produtores culturais independentes que tinham dificuldade para fazer seus eventos na cidade. Alguns até desistiram de trazer artistas para Maringá pela falta de opções. Mas, agora já fizeram parcerias com o Batcave e em breve divulgarão seus projetos, como o punk Holocaust in Your Head, o multicultural Zombilly, entre outros. “A cena rock em Maringá é muito boa, muito ampla. Tem público em geral de diversos estilos. Mas, precisa de mais locais para tanto público rock em geral”, afirma Mattioli.

ORIGEM – Batcave foi um bar aberto em Londres no começo da década de 1980 e onde começou a cultura goth com formação de grupos no local. A banda Alien Sex Fiend homenageou o lugar em 1993 com o disco “The Legendary Batcave Tapes”, numa reedição das primeiras musicas antes da banda ficar conhecida.



BATCAVE UNDERGROUND GALLERY
Avenida Colombo, 4767, Maringá (PR)
FACEBOOK - www.facebook.com/Batcaverockbar
INSTAGRAM - @batcaverockbar
FONE: (44) 99717-7564

Texto e fotos: Andye Iore

quinta-feira, 1 de novembro de 2018

A maioridade chega num afeto cultural



O projeto de cinema Um Outro Olhar completou 18 anos de atividades em Maringá. O coordenador Paulo Campagnolo  (foto), 54 anos, celebra o momento conceituando seu trabalho como uma troca de afeto com o público através dos filmes. O projeto que começou em 2000, faz parte desde 2006 do calendário da Secretaria de Cultura de Maringá, sendo exibido gratuitamente às 20h dos sábados, como Convite ao Cinema, no auditório Helio Moreira (no Paço Municipal). "Hoje me dou conta da dimensão disso tudo que eu não imaginava que chegaria a tanto", comenta Campagnolo, baseado no feedback do público que manda emails, mensagens e falam pessoalmente após os filmes.

Desde o começo em 17 de outubro de 2000, já foram exibidos mais de 1,2 mil filmes para um público estimado em 180 mil pessoas em mais de 2 mil sessões. E com resultados e reações diferentes. Desde a redenção que vem num abraço afetuoso de quem se identifica com o filme até discussões acaloradas com dedo apontado.
Campagnolo caracterizou seu projeto como uma troca com o público, fazendo questão de comentar e debater cada filme após a sessão. As dificuldades foram muitas. Desde conseguir filmes para exibição - seja em DVD ou película - passando pelo público pequeno, até aspectos pessoais. "Nunca tive a ilusão de encher a sala. Sei que mais pessoas poderiam frequentar. Mas o projeto tem seu público e para mim é ótimo", avalia sobre Maringá ser uma cidade universitária, lugar onde deveria haver um maior interesse cultural e acesso à informação.


Ele discorre pela media de público hoje em torno de 85 pessoas por sessão. Sendo que já chegou a exibir filme para apenas 20 pessoas... obra de 7 horas de duração em sessão única. E assim o Um Outro Olhar se faz mais difícil. Além de exibir filmes fora do circuito comercial, ainda desafia em obras incomuns que podem até afastar mais ainda o público desavisado. Campagnolo lembra que dos poucos conflitos que teve nas sessões, um aconteceu no polêmico (e sexual) filme português "O fantasma" (de João Pedro Rodrigues, 2000). E outro no "Lebanon" (de Samuel Maoz, de 2009), num bate-boca sobre a guerra no Líbano.

PRIVILÉGIO - Histórias que podem render um livro no futuro. Hoje Campagnolo se atualiza lendo sites especializados dos Estados Unidos e Europa, conferindo resultados de festivais e comprando filmes pela internet.
Ele também planeja fazer sessões em praça pública, depois da experiência bacana feita numa chácara. "Sou um privilegiado. Não tenho do que reclamar", anuncia sobre viver hoje só de arte e cultura. Ele é contratado da Secretaria de Cultura, trabalha numa ONG em Mandaguari dando aula de literatura e artes para crianças e adolescentes e faz suas peças teatrais. "É uma honra ter um projeto para o cinema de arte. Ele tem relevância para a cultura de Maringá e por isso ´abraçamos´", elogia o secretário municipal de Cultura, Miguel Fernando.

Texto e fotos: Andye Iore

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Antonina recebe festival gringo de monobandas



A pequena cidade turística no litoral do Paraná será palco para um festival internacional de onemanbands. Antonina (a aproximadamente 80km de Curitiba) receberá 12 monobandas da Holanda, Uruguai e de três estados brasileiros com shows gratuitos nos dias 7 e 8 de setembro de 2018. As OMBs tocarão na Travessa do Marinho, Casa Verde, na sexta-feira (7) entre 17h40 e 23h30, e na Ponta da Pita no sábado (8) entre 14h e 23h30. “Eu faço o festival de blues de Antonina e outros de rock”, comenta Marcos Maranhão, um dos organizadores e que faz eventos desde 2011. “Daí surgiu a ideia conversando com amigos que tem monobandas”.
O Brasil tem uma intensa movimentação de onemanbands, apesar de não haver uma organização ou melhor articulação entre elas. Ocasionalmente algumas se encontram e partem em divertidas tours viajando várias num mesmo carro. Ou até mesmo ficam em suas regiões desbravando palcos e sendo tratadas como curiosidade e excentricidade musical. O que é certo é que o rock toskera diverte o público e sempre oferece produtos bacanas como vinis, CDs e camisetas bancados e vendidos pelos próprios músicos depois dos shows.

LINE UP DO FESTIVAL DE MONOBANDAS de ANTONINA
Dia 7 de setembro (Palco Travessa Do Marinho - Casa Verde)
17h40 - Zufällig Musik (PR)
19h - Lucian Satan (PR)
20h20 - O Lendário Chucrobillyman (PR)
21h30 - Davi Henn (PR)
22h - DJ DOK discotecagem em vinyl 7 polegadas

Dia 8 de setembro (palco Ponta da Pita)
14h - Flores Feias (PR)
15h10 - Monobird (SC)
16h20 - D.Selvagi (SP)
17h30 - Chuck Violence (SC)
18h40 - Fabulous Go-Go Boy From Alabama (SP)
19h50 - Amazing One Man Band (Uruguay)
21h - Bloody Mary Una Chica Band (SP)
22h10 - Dead Elvis And His One Man Grave (Holanda)

Informações:
- Página no Facebook

- Confora o guia brasileiro de monobandas . 

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

Bar coletivo reúne atividades do underground em Maringá



Será inaugurado em novembro em Maringá o espaço Batcave. O local reunirá diferentes atividades culturais, artísticas e comerciais com foco no undeground. Será na avenida Colombo, 4767 (entre as avenidas São Paulo e Pedro Taques), tendo um bar, estúdio de tatuagem, workshop de serigrafia, barbearia, salas de ensaio e gravação de bandas, loja, entre outros num espaço de 540 metros quadrados. “O mais difícil até agora foi conseguir o local”, comentou o idealizador Renato Mattioli (foto acima), 36 anos, técnico em informática e músico da banda A Família Monstro. “Tinha que ser um lugar com acesso fácil e amplo. E também acho que será difícil gerenciar a galera envolvida”.

A ideia de Mattioli tem origem há nove anos, quando ele viajou para a Europa. E visitou um espaço cultural na Espanha que tinha vários segmentos juntos.  E, desde então, nutriu o projeto que se concretiza agora em Maringá, com sócios e parceiros. A equipe trabalha atualmente numa reforma e adequações do espaço, que tem vários ambientes. 
O perfil com foco no undeground vem de seus gostos pessoais e de sua banda, cujo gênero horror punk tem poucos fãs na cidade. “A ideia é focar no underground, no som autoral e na cultura. Queria que o lugar agregasse a cena como um centro cultural. Sempre com muito respeito e sem preconceito”, conceitua Mattioli. “Quero que a galera interaja, tenha acesso em um espaço underground legal. Que o público se sinta à vontade, entre amigos”.


INICIATIVA - A banda A Família Monstro já tocou numa edição do Projeto Zombilly, no Crowbar (foto acima), em Maringá em 2016. Até o próprio Renato Mattioli já teve iniciativa de organizar eventos dando opção para quem curte som undeground, como no Horrorfest, trazendo até bandas de outras cidades. “A cena rock em Maringá é muito boa, muito ampla. Tem público em geral de diversos estilos. Mas, precisa de mais locais para tanto público rock em geral”, afirma.
ORIGEM – Batcave foi um bar aberto em Londres no começo da década de 1980 e onde começou a cultura goth com formação de grupos no local. A banda Alien Sex Fiend homenageou o lugar em 1993 com o disco “The Legendary Batcave Tapes”, numa reedição das primeiras musicas antes da banda ficar conhecida.

BATCAVE UNDERGROUND GALERY
Avenida Colombo, 4767, Maringá (PR)
FACEBOOK - www.facebook.com/Batcaverockbar
INSTAGRAM - @batcaverockbar


Texto e fotos: Andye Iore

sexta-feira, 6 de julho de 2018

O Porão apresenta variedade e opções alternativas


A loja O Porão Discos foi reaberta em Maringá depois de 20 anos que fechou. O novo endereço é na rua Lauro Werneck, 787, em frente a Universidade Estadual de Maringá (UEM). A nova loja tem um acervo variado, com foco em discos de vinil, mas também apresenta outros produtos sobre colecionismo. Como histórias em quadrinhos, miniaturas, fitas K7, camisetas, bottons, entre outros.
Nessa primeira semana de atendimento alguns clientes da loja anterior foram visitar o novo espaço cultural. Como foi com o colecionador Anderson (foto abaixo) que passou pela frente, viu a fachada da loja e achou curioso. Entrou para conferir e teve a agradável surpresa que era a mesma loja que ele frequentava há 20 anos.  “Vou passar aqui todos os sábados”, disse com um sorriso após comprar disco do The Police e um feltro.


Assim como era na década de 1990 é possível encontrar títulos alternativos e do underground. O que não é comum em outras lojas por não serem comerciais. Ou seja, não venderem muitas unidades. Como discos de grind core e black metal, camiseta do filme Donnie Darko, fanzines, entre outros títulos. Tudo acompanhado de atendimento especializado, com o cliente recebendo informações sobre os materiais. O espaço também vai divulgar os eventos do Clube do VinildeMaringá (CVM) e de parceiros. 
Outro diferencial d´O Porão Discos é horário de atendimento alternativo. A loja abre e fecha em horários diferentes durante a semana para que pessoas com compromisso e hábitos diferentes tenham mais opções de irem à loja. Incluindo à noite e no final de semana. Os horários são anunciados nas páginas da loja no Instagram e Facebook: @oporaodiscos 






quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Morre Mark E. Smith


O vocalista da banda The Fall,  Mark E. Smith, morreu ontem (24). Ele nasceu em Salford,na Inglaterra, em 1957, e  morreu aos 60 anos por problemas respiratórios. O The Fall tem uma das mais amplas e criativas discografias tendo lançado 32 discos de estúdio, mais outros tantos de projetos e trilhas sonoras.
Smith era mais um dos famosos e comuns casos de músico com problemas de relacionamento com seus companheiros de banda, chegando inclusive a agressões físicas nas brigas. Tanto é que era comum a substituição dos músicos e Smith era o único nos últimos anos da formação original do The Fall. Foram aproximadamente 50 músicos que tocaram em 41 anos de banda.
O The Fall foi formado em 1977 em Manchester, na Inglaterra. O começo da banda foi influenciado por uma mistura incomum entre punk, rockabilly e Velvet Underground.  O que deu um conceito de pop experimentalismo ao grupo no meio alternativo. Que acabou influenciando famosas bandas nos EUA e Europa.
O The Fall divulgava o disco novo “New Facts Emerge” lançado no ano passado, enquanto Mark E. Smith trabalhava paralelamente em mais um disco solo.
A banda tem muitos fãs no Brasil graças ao lançamento dos discos “Bend Sinister” (1986)  e “The Frenz Experiment” (1988) ,  pela Stiletto, no final da década de 1980.

Ouça a música “Heystudent”, do The Fall.

terça-feira, 28 de novembro de 2017

“Punká” participa de Mostra de Documentários


Será realizada na próxima semana a Primeira Mostra de Documentários de Maringá. O evento nos dias 4 e 5 de dezembro será a partir das 20 horas no auditório Hélio Moreira, anexo ao Paço Municipal, no centro de Maringá, com entrada gratuita. “Estava conversando com a amiga Ana Carolina Prado que faz videos e ela sugeriu de juntar a galera que faz documentário em Maringá”, comenta o jornalista e organizador Victor Duarte, sobre a origem do evento.
O documentário “Punká – uma história punk em Maringá”, que está em fase de edição, fará uma participação especial com exibição de um trailer inédito na terça-feira (5). O vídeo feito exclusivamente para a Mostra tem 5min30 de duração com cenas das bandas e trechos de entrevistas ainda não divulgados. O jornalista Andye Iore fará uma breve apresentação sobre a produção do documentário antes da exibição do trailer. Após ai Mostra na terça-feira, o bar Buraco SeboBar (na rua Neo Alves Martins,2048) receberá os participantes com trilha sonora de punk rock nas caixas de som e um precinho camarada na cerveja. 

O QUE - O “Punká” conta a história do punk em Maringá, abordando desde o final da década de 1980 a atualmente. O vídeo tem entrevistas com músicos, cenas de shows e ensaios das bandas, cartazes, flyers, fanzines, fotografias e muitas curiosidades num registro histórico cultural com acervo de Iore e colaboração de amigos.
Entre os assuntos do doc estão a influência do Cólera nas bandas maringaenses e a loja O Porão Discos que era o único ponto na região para se comprar discos e materiais e também produziu os primeiros shows independentes na cidade.

A Mostra de Documentários de Maringá terá também a exposição fotográfica “Tinta: da pele ao muro”, de Gabriel Brunini. Confira os docs participantes da Mostra:
- À flor da pele: depoimentos de mulheres com vitiligo | Ana Carolina Prado
- Parque do Ingá: o coração verde da cidade | Bruno Albertini, Gustavo Rosas e Thainara Cruz
- Como a moda de Maringá influencia na mídia | Bruna Gabriel
- Crônicas de uma Cidade Menina: Relatos visuais sobre Maringá Victor Duarte Faria
- Youtubers: vídeodocumentário sobre a nova geração de produtores de conteúdo na plataforma digital o Youtube | Luan Comitre e Mércia Toloni

- Confira a página do evento no Facebook:
- Confira o blog do doc “Punká” .

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Festa de rock celebra 5 anos da Araucária


A Cervejaria Araucária completa cinco anos em Maringá e celebra a data com uma festa de rock e cerveja artesanal. O evento será amanhã (18) entre 11h e 20h em frente a cervejaria na avenida Américo Belay, 2329, com entrada gratuita. Tocam as bandas As Cigarras (de Curitiba) e as locais Sollado Brasilian Groove e Led Zeppilin Cover. Também haverá food truck, espaço kids, exposição de artes, grafitti, fliperama e o Clube do Vinil de Maringá. Sem contar os 15 rótulos de cervejas anunciados essa semana que estarão á venda.
Os cinco anos da Cervejaria Araucária são marcados também pela ampliação das atividades. “Estamos recebendo novos tanques no final do mês que vão dobrar a nossa capacidade”, anuncia o cervejeiro e sócio Rodrigo Frigo. Atualmente a premiada cervejaria maringaense produz 5 mil litros mensais e dobrar a produção vai também ampliar os pontos e atender a grande demanda que a Araucária tem em Maringá e região. Seja em bares ou eventos.

PERFIL – A Cervejaria Araucária tem um grande apelo junto ao público roqueiro da região. É a cerveja oficial do festival Paraíso do Rock, já realizou um festival junto com o Projeto Zombilly e faz frequentes shows com bandas locais em seu espaço. 

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Zombilly discoteca em festa dos anos 80


O Projeto Zombilly volta a discotecar em Maringá. Dessa vez será no recém-inaugurado O Buraco SeboBar na Festa Anos 80 & Bazar Cultural que acontece no próximo sábado (16), com entrada gratuita. O evento começa às 15h com o bazar cultural com o Clube do Vinil de Maringá e convidados.
Entre os produtos nas bancas terá discos de vinil, roupas, bonés, acessórios, bottons, artesanato, decoração, entre outros. E às 21h começa a discotecagem com Andye Iore (do Zombilly) e Edson Laars (da Ruffians Rec) rolando aquela nostalgia bacana com o melhor dos anos 80. Discotecagem com discos de vinil de época!
Apesar de não tocar muito em Maringá, Iore já discotecou em badaladas festas de rock em outras estados. Como no Caos (em São Paulo, foto), Asteróide Bar (em Sorocaba), no Portela (em Salvador), entre outras.
O acervo de discos do Projeto Zombilly está cheio de novidades. Muitas raridades em discos usados, discos gringos e diversos títulos independentes de bandas brasileiras. Acabamos de participar no último final de semana da convenção Expo Tattoo Londrina e no dia 7 de outubro estaremos em Curitiba para a Feira Nacional de Discos.

O Buraco fica na rua Neo Alves Martins, 2048, próximo ao Shopping Maringá Park, no centro de Maringá. 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

O Buraco SeboBar sai de Cianorte e reabre em Maringá


Maringá ganha mais uma opção cultural essa semana. Será inaugurado na próxima sexta-feira (8) O Buraco SeboBar. O estabelecimento que foi um dos principais pontos alternativos culturais de Cianorte por dois anos e quatro meses chega a Maringá prometendo agitar a cultura e noite maringaense na rua Neo Alves Martins, 2046, próximo ao Shopping Maringá Park, no centro.
A festa de inauguração terá entrada gratuita, com promoção de chopp da cervejaria Araucária e contará até com uma excursão com os clientes e fãs saindo de Cianorte para agitar no novo espaço maringaense. E o calendário já tem um bazar cultural com participação do Clube do Vinil de Maringá no dia 16 de setembro, entre outros eventos que serão anunciados em breve.
O espaço funciona como sebo e antiquário durante o dia com livros, gibis, discos, equipamentos e acessórios, entre outros, e bar à noite. O Buraco atendia um público variado em Cianorte, indo do RAP ao hard core, passando alternativo e pop, com shows e discotecagens. E sempre era palco de animadas festas particulares como cursos universitários, associações, entre outros.
Confira a página de O Buraco SeboBar no Facebook .


Convenção de Tattoo tem gringos e feira de discos


Será realizada em Londrina (a aproximadamente 90km de Maringá) no próximo final de semana a I Expo Tattoo Londrina. O evento reúne entre 10h e 22h, entre os dias 8 e 10 de setembro, tatuadores brasileiros e estrangeiros e diversos eventos paralelos, incluindo shows e feira de discos de vinil, no Iate Clube de Londrina (na avenida Higienópolis, 2135).

A Expo Tattoo é organizada pelo casal Fernando (foto acima) e Laryssa Nicolini e deve reunir um grande público que vai conferir o trabalho profissional de 200 tatuadores e também atividades artísticas e culturais em 70 estandes. Entre eles feira de discos de vinil Londrinil, concurso de tatuagens em 19 categorias, concurso de Miss Tattoo, show com a banda curitibana MotorBastards, workshops, barbearia, bazar e praça de alimentação.
Para os fãs de tatuagens é uma oportunidade única de fazer uma tattoo com um profissional de destaque no mercado, conhecendo técnicas e estilos diferentes. "É importante para a população conhecer e diferenciar o trabalho de um iniciante, amador, de um profissional que investe em equipamento, em estudos para estar atualizado e ter um trabalho de qualidade", diz Laryssa Nicolini.

ORIGEM - A ideia da convenção em Londrina começou no final da década de 2000  quando o destaque do setor eram os reality shows na TV a cabo, tipo "Miami Ink". O tatuador Fernando Nicolini lembra que foi amadurecendo o projeto no decorrer dos anos, conforme trocava experiências com amigos tatuadores.
Até viabilizar esse ano, colocando Londrina no calendário internacional das convenções do segmento. "Já era hora de Londrina ter a sua. Estamos fazendo esse evento independente, na raça, quase sem patrocínio. Só contando com o apoio dos artistas participantes e o publico", comenta Fernando Nicolini.

CULTURA - Na parte de discos os expositores dos grupos Londrinil e Clube do Vinil de Maringá prepararem um acervo com discos de rock, indo desde raridades usadas com discos de época até lançamentos gringos, indo do heavy metal até alternativo, passando por blues, punk, rockabilly, surf music, entre outros.
Os expositores aceitam pagamento com cartão e também compram e trocam discos usados em bom estado. 

O ingresso para o evento custa R$ 15 ao dia e o passaporte com acesso aos três dias custa R$ 35. Confira mais informações no site da Expo Tattoo Londrina  ou pelo telefone (43) 3337-0514.
Foto: Arquivo pessoal

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Marca de street wear faz show de lançamento


Será realizado amanhã (18) o lançamento da marca Raiva StreetWear, em Londrina. O evento terá um desfile e shows com as bandas Polêmik, The Brown Vampire Catz e Mhorula, no Cativeiro Bar (avenida Presidente Castelo Branco, 1537), em Londrina. O ingresso custa R$ 25.
A ideia de unir rock, roupa e comportamento veio do músico Elisandro Gomes, que é vocalista e guitarrista da banda punk Polêmik. "O punk rock é um universo que alcança muito mais que som. Tem visual, tem comportamento, tem muito style envolvido", considera o roqueiro empresário que usou influências de temporadas passadas no Japão e nos Estados Unidos para criar a marca. "Resolvi viver minha vida fazendo o que gosto, da minha maneira, como skatista e vocalista da banda Polêmik".
O lançamento unindo diferentes expressões culturais é só o começo da marca que promoverá em breve novas iniciativas na cena undeground.
Como diz a transcrição da marca: "Atitude underground de muita energia e estilo. Raiva de tudo que nos incomoda aqui é transformada em Life Style. Nossa essência ninguém abala. O que vemos, ouvimos e sentimos é transformado em atitude urbana que nasce do underground para o mundo".
- Confira a página da Raiva StreetWear no Facebook . 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

O altar da psicose


Em 5 de fevereiro de 2009 eu fiz um post aqui no blog lamentando a morte do Lux Interior no dia anterior. Ilustrei com uma fotografia da minha coleção do The Cramps. Como se fosse um altar de homenagem. Recentemente um amigo me perguntou sobre discos piratas que eu tenho da banda e percebi que já tenho muito mais coisas que há oito anos. Resolvi atualizar esse acervo com uma nova foto, contando 101 itens e mais duas tattoos. Claro que não inclui os bottons porque como tenho máquina, posso fazer quantos bottons quiser a qualquer momento. Vale ressaltar que não fico procurando coisas para comprar. Apesar de ter uma coleção considerável, vou comprando aos poucos conforme aparecem itens interessantes. No post original há oito anos eu contei como conheci The Cramps.


COLEÇÃO
1 - boneco de pano do Lux Interior
2 - quadro pequeno da banda formação 1980
3 - quadro pequeno do Bad Music for Bad people
4 - quadro pequeno do Stay Sick
5 - quadro pequeno Lux Interior
6 - quadro grande do Look Mom No Head
7 - quadro grande do Stay Sick
8 - DVDR - Live at Napa´s Hospital
9 - DVD Live Amsterdan 1990
10 - DVD Live at Lokerse, Blegica, 2006
11 - DVD A Volta dos Mortos Vivos - original
12 - DVD A Volta dos Mortos Vivos - reedição
13 / 20 - postais com fotos da banda
21 - Box File Under Sacred
22 - 7" Surfin Bird
23 - 7" Rockin Bones
24 - 7" Fever
25 - 7" Human fly
26 - 7" Twist and shout
27 - 7" Drug train
28 - 7" Goo Goo Muck
29 - 7" TV set
30 - 7" The crusher
31 - 7" Lonesome town
32 - 7" The band that time forgot 1979
33 - 7" Big black witchcraft rock
34 - 7" Sometimes good guys don´t wear white
35 - 10" Blues fix
36 / 37 - 10" Beat from Badsville compilation
38 - 12" De Lux Album green vinyl
39 - 12" De Lux Album black vinyl
40 - 12" Psychefelic jungle - original de epoca
41 - 12" Psychefelic jungle - reedição vinil roxo
42 - 12" Wild Psychotic Teen Sounds
43 - 12" Off the bone
44 - 12" Gravest hits
45 - 12" Big beat from badsville
46 - 12" Stay Sick - original de época
47 - 12" Stay Sick - reddição com capa diferente
48 - 12" A date with Elvis
49 - 12" Rockin´n´ReelininAucklandNewZealand
50 - 12" Tales from the Cramps
51 - 12" Look Mom No Head
52 - 12" Songs from The Cramps Taughts Us 4
53 - 12" The king is back
54 / 55 - 12" Rare Tracks black / orange vinyl
56 - CD Big beat from Badsville
57 - CD A date with Elvis
58 - CD Blues fix
59 - CD Teenage werewolf
60 - CD Fiends of dope island
61 - CD Flamejob
62 - CD The wild wild world of The Cramps
63 - CD Look mom no head
64 - CD Smell of female
65 - CD The secret life of The Cramps
66 - CD Songs the lord taught us - original época
67 - CD Songs the lord taught us - reedição
68 / 69 - CD Sex & The Cramps & Rock´n´Roll
70 - CD Gravest Hits / Psychedelic Jungle
71 - CD Off the bone - original época
72 - CD Off the bone - reedição capa diferente
73 - CD Stay sick
74 - CD Bad music for bad people
75 - CD Rockin´n´ReelininAucklandNewZealand
76 / 77 - CD HOw to make a monster
78 - CD Spiritual Cramp - tributo do México
79 - CD Cramped - tributo da Europa
80 - Livro The Wild Wild World of The Cramps
81 - Livro Punk Diary
82 - Livro Punk 365
83 - Livro Goth Chic
84 - Camiseta Lux Interior preta
85 - Camiseta Wiold girl preta
86 - Camiseta Stay Sick preta
87 - Camiseta Tales from The Cramps preta
88 - Camiseta Logo preta
89 - Camiseta Poison Ivy cinza
90 - Camiseta Bad Music for bad people  vermelha
91 - Camiseta Bad music for bad people amarela
92 - Camiseta Bad music for bad people branca
93 - Camiseta Bad music for bad people verso branca
94 - Camiseta Can your pussy do the dog? branca
95 - Camiseta Dead or alive branca
96 - Camiseta Banda branca
97 - Camiseta banda branca
98 - Camiseta The wild wild world of The Cramps branca
99 - Camiseta Gravest hits branca
100 - Camiseta Poison Ivy branca
101 - Camiseta Tales from The Cramps branca

sábado, 29 de julho de 2017

Terremotor lança CD em evento multicultural


O Projeto Zombilly representou o Clube do Vinil de Maringá no lançamento do CD da banda de surf music Terremotor, em Umuarama (a aproximadamente 165km de Maringá), no dia 2 de julho. O evento contou com apresentações artísticas, exposições, bazar cultural, além do show da banda à beira do Lago Aratimbó. Tudo com entrada gratuita.
Foi muito bacana a mobilização dos artistas e amigos para fazer o evento. Desde um simples discurso ao microfone bradando contra a falta de opção cultural, até a animação em apresentações bem ensaiadas. Assim passaram pelo local um grupo de teatro, outro de capoeira, exposição de ilustrações e de fotografia e também declamação de poesias.

A prefeitura autorizou o evento em espaço público. Porém, toda a iniciativa e trabalho foi por conta dos organizadores. É importante que a Secretaria de Cultura apoie mais efetivamente essas iniciativas porque é isso que forma público, estimula o aparecimento de novos artistas e a criação de mais eventos. Além, é claro, de levar o nome da cidade para a mídia. Bem ao contrário dos eventos com bandas covers que não formam público, não tem mídia espontânea e cobram ingresso. E ainda acontecem numa ilegalidade, já que as bandas tocam músicas de outros artistas que nunca recebem pelo uso indevido de suas composições.
Já as bandas com som autoral divulgam o nome de município. Há algumas que até fazem músicas sobre a cidade. Como a Terremotor. O trio formado em 2015 tem uma canção chamada "Piratas do Lago Aratimbó". A banda também é presença constante nos palcos da região, tocando com frequencia em Maringá e Londrina, levando o nome de Umuarama para outras comunidades. Público interessado em eventos autorais sempre tem em qualquer lugar. Prova foi o lançamento do CD do Terremotor conforme mostram as fotos.






* Confira a página do Terremotor no Reverb Brasil .
* Confira a página do Terremotor no Facebook .
Fotos: Andye Iore