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segunda-feira, 21 de julho de 2014

Dracurella é inspiração do glamour da antiga Hollywood

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Ela está em evidência em dois segmentos diferentes dando destaque para a cultura burlesca. Dracurella (fotos) já se apresentou em shows de bandas de rockabilly e psychobilly deixando marmanjos babando em São Paulo e também ganhou centenas de fãs adolescentes depois que uma reportagem da revista Capricho mostrou a pin up paulistana. “Minha ideia principal é divulgar minhas apresentações e repassar a ideia de vida Vintage”, comentou Dracurella. “Se tornar algo profissional será ótimo. Mas, de início, não vou com muita sede ao pote”.
A personagem foi criada pela vendedora Bianca Gouvêa Idalgo, 19 anos, inspirada nas dançarinas e glamorosas atrizes de Hollywood das décadas de 1940 e 1950. Claro, sempre explorado o lado fetichista. Assim, ela admira Rita Hayworth, Veronica Lake, Hedy Lamarr, Betty Page, Gene Tierney, Ella Raines, Dovima, Ann Miller, Gipsy Rose Lee, Zorita, Tempest Storm, Lucille Ball, entre outras.
Com figurino escolhido a dedo baseada na experiência do trabalho em brechó e com trilha sonora de The Cramps ela fez meia dezena de apresentações ainda e promete se aprimorar em cima do palco. “Eu estava muito nervosa. Mas acho que é muito começo ainda, por isso não me cobro muito. Chega na hora, o nervosismos toma conta”, lembra sobre a apresentação que fez no Psycho Attack Over SP,em junho, em São Paulo, quando parecia que queria sair correndo do palco assim que a música acabasse.
Enquanto isso, ela vai agradando seus seguidores na internet com dicas de figurinos, de beleza e até produção de vídeo respondendo perguntas.
* Confira o perfil de Dracurella no Facebook.
* Confira o blog da Dracurella.
Fotos: Andye Iore

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sábado, 10 de maio de 2014

Galeria Psycho Attack Over SP 2013

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Evento: Psycho Attack Over SP
Bandas: Rain Street Lords, Os Degolados, Asteróides Trio, Skyzoids
Participação:
Clóris Fontainebleau
Data: setembro de 2013
Local: Inferno Club, em São Paulo
Fotos: Andye Iore

domingo, 17 de novembro de 2013

Pin Up - Clóris Fontainebleau










A pin up paulistana Clóris Fontainebleau faz apresentações burlescas desde 2010. Ela costuma se apresentar pelos bares e shows no interior e capital de São Paulo. Ela é fã de Gypsy Rose Lee, famosa atriz e dançarina da década de 1950 e já dançou em shows do Asteróides Trio, The Krents e Skizoyds, de onde são as fotos acima. O show foi com a banda de psychobilly de Santa Izabel (SP) foi em setembro desse ano, no festival Psycho Attack Over SP, no clube Inferno, em São Paulo.
* Confira a página no Facebook de Clóris Fontainebleau .

Fotos: Andye Iore

domingo, 2 de junho de 2013

Menino sofre bullying porque mãe é pin up



 
Quem acha que a vida das mulheres que trabalham como pin ups é glamorosa não conhece a história da britânica Suzanne O'Neill (fotos), 25 anos.O filho dela, David Belcher, 6 anos, foi retirado da escola em Maidstone, Inglaterra, porque era agredido pelos colegas. O motivo do bullying seria que a mãe é pin up e isso geraria ofensas, ameaças e agressões ao menino no colégio. A mãe também seria vítima de deboche na comunidade e na internet.
Maidstone tem 113 mil habitantes e as autoridades estão empenhadas em resolver o problema da família. Uma escolta policial foi providenciada para que a família não seja agredida nas ruas e também há a tentativa de encontrar uma nova escola para David Belcher. Além do visual retrô, a mãe do menino também trabalha fazendo performances como sósia de Kate Perry.
* Saiba mais (texto em inglês).

sexta-feira, 31 de maio de 2013

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Pin Up da semana: Felícia Fanda








 
A pin up Felícia Fanda está sempre nos shows de rock em Salvador (BA). Ela curte rockabilly e ska e é fã da banda de surf music Retrofoguetes. No cinema um de seus filmes favoritos é “Big Fish” (2003), de Tim Burton. Ela trabalha com publicidade e capricha no figurino dos anos 50 e 60, destacando sempre o batom vermelho.
Figurino: acervo pessoal e Breaknecks
Fotos: Andye Iore

sexta-feira, 19 de abril de 2013

Professora faz ensaio inspirada em Betty Boop

A professora Daliana Antônio, 31 anos, é fã de Betty Boop e se inspirou na personagem de gibi criada em 1931 para fazer seu primeiro ensaio fotográfico. As fotos foram feitas em 2011, quando ela morava em Maringá e frequentava os shows no Projeto Zombilly. A maquiagem e o cabelo do ensaio foram de Jonathan Veloso e fotografias de Matias Rocha. Hoje ela leciona Sociologia em Brasília (DF), onde mora desde a metade do ano passado. Entre os passatempos favoritos de Daliana Antônio estão tomar cerveja com amigos, ouvir rock, ir ao teatro e cinema e ler blogs e literatura de teoria social e filosofia.

Ela gosta de cantoras brasileiras como Tulipa Ruiz e bandas nacionais como Cachorro Grande e da cena de Recife, como Mundo Livre e Ortinho. No cinema ela gosta dos filmes de Quentin Tarantino. Também é fã do Cinema Nacional, destacando “O Céu Sobre os Ombros”, de Sérgio Borges (2011), “Janela da Alma” (2001), de Walter Carvalho, “Estamira” (2004), de Marcos Prado, e “Nina” (2004), de Heitor Dhalia.









 
* Confira o Facebook de Daliana Antônio.

terça-feira, 16 de abril de 2013

Bad girls for bad people


 
O The Cramps é bacana. Mulher é bacana. Mulher tatuada é melhor ainda. E que tal reunir tudo isso junto? Foi o que fez o desajustado mineiro Howlin´ Crasso (@marcelocrasso) no Tumblr “Garotas com camisetas do Cramps”. Tem gente famosa, garota na balada no Brasil, desconhecidas da internet. Todas lindonas e muito bem vestidas!
* Confira o Tumblr “Garotas com camisetas do Cramps”.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Morre Sylvia Kristel

A atriz holandesa Sylvia Kristel morreu hoje aos 60 anos de câncer. Ela fez 58 filmes entre cinema e televisão e foi musa do cinema erótico estrelando a série “Emmanuelle” na década de 1970. Personagem que retomou outras vezes nas décadas de 1980 e 1990.

terça-feira, 12 de junho de 2012

A seleção das arquibancadas







Eu sou fã da Eurocopa. Não bastasse em campo as principais seleções de futebol, o show também rola nas arquibancadas. Há um verdadeiro desfile de beldades que conseguem tirar a atenção dos torcedores do que está acontecendo em campo.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Pin Up paulista é aceita no Femen






A bela Sara Winter tem apenas 19 anos e, mesmo longe dos grandes centros, chamou a atenção da imprensa nacional essa semana. Folha de São Paulo, MTV, Band, TV Cultura, entre outros veículos mostram a primeira brasileira aceita no Femen, um dos mais importantes grupos ativistas em todo o mundo. O grupo de mulheres que protesta de topless por questões políticas, sexuais e sociais em eventos públicos ganhou um charme brasileiro. E Sara Winter pede ajuda dos amigos e fãs na internet para ajudá-la a viajar para a Europa participar in loco do Femen.
De São Carlos, interior de São Paulo, ela foi aceita no Femen, depois de ter muitos fãs pelo look pin up e ser vista com frequência em shows de rockabilly por cidades de São Paulo. E, claro, se manifestar contra violência e exploração das mulheres.
O Femen foi criado na Ucrânia em 2008 e aos poucos foi recebendo a adesão de mulheres por toda a Europa. Se você quiser ajudar Sara Winter a viajar para a Europa adicione o perfil dela no Facebook.
Fotos: Edu Lawless, Charles Costa, Rafael VilaNova e arquivo pessoal.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

terça-feira, 17 de abril de 2012

A primeira Inked com homem na capa


Infelizmente a Inked Brasil desse bimestre vem com um homem na capa. Mas não tem problema não. Porque dentro está cheio de beldades tatuadas... como sempre!
A edição 10 da Inked tem na capa o modelo Zombie Boy, sendo o primeiro homem a estampar a capa da edição brasileira nessas dez edições. Já internamente tem a estilista Priscylla Luswarghi, a MC Nathy, a apresentadora Barbara Thomaz, a atleta Claire Lutz, a modelo Amber Rose e a tatuadora Michelle Myles.
Entre outras pautas há cervejas e sandubas, a interessante festa Tiki, uma reportagem especial bem bacana sobre idosos tatuados, o artista Lege Pierre e o chef Alex Atala. No rock estão o Fat Mike (do NOFX) com sua namorada dominatrix e Dave Navarro (do Janes Addiction). Entre os tatudaores os destaques são para o clássico tatuador Don Ed Hardy e para o camarada Cacau, do Tattoo Classic, de Curitiba.
Um registro que vale fazer é que fora dos grandes centros ainda está nas bancas a edição 9 da Inked, com a Luize Altenhofen. A revista é distribuída no interior depois da devolução dos grandes centros. Essa do Zombie Boy já está a venda em São Paulo desde a segunda semana de março. E, claro, vale comprar a edição 10 porque tem um comentário meu publicado na seção de cartas!!!
• Confira o site da Inked.

domingo, 25 de março de 2012

O outsider vândalo das próprias imagens


Toda expressão artística tem seus outsiders. Na fotografia um dos nomes mais admirados e que não teve muita sorte em vida foi o holandês Gerard Petrus Fieret. Ele nasceu em 1924 e morreu em 2009, com 85 anos. Pouco antes de sua morte, quando vivia na miséria, um museu particular nos Estados Unidos vendia uma de suas fotos por US$ 20 mil. E Fieret nem imaginava que isso acontecia.

Fieret começou a trabalhar tarde com fotografia, em meados da década de 1960, quando tinha pouco mais de 40 anos. Ele usava máquinas Zenith e Praktica.
O fotógrafo desenvolveu um estilo trabalhando de maneira obsessiva, influenciado por traumas da infância sobre abuso e abandono na família. O adulto perturbado com uma máquina fotográfica na mão achava que sua obra era roubada por pessoas estranhas. Por isso, passou a assinar e estampar suas imagens reveladas em um laboratório e estúdio improvisado em sua simples casa. Sem compreender, o fotógrafo vandalizava e, ao mesmo tempo, imprimia uma marca pessoal em seu trabalho para a posteridade.

Fieret levou uma vida boêmia assim como passava necessidades básicas. Ele morreu sozinho na pobreza extrema, vivendo em uma casa caindo aos pedaços em meio a bichos e ao lixo que ele acumulava, deixando sua obra se degradando. Por isso é comum ver imagens de Fieret com mofo, corroídas e rasgadas. Para lamentar ainda mais a relação artista x obra, Fieret terminou sua vida de maneira melancólica, sem conseguir tomar banho e dormindo poucas horas por noite sentado em um sofá.

A maior parte do trabalho era de retratos femininos, com alguns nus. As modelos eram mulheres da cidade que eram convidadas a posar sem compromisso. E o fotógrafo não se intimidava em participar das cenas que ele mesmo criava no bagunçado quarto usado como estúdio.
Gerard Fieret é hoje influência para diversos fotógrafos no mundo que usam seu legado seja para a clássica fotografia em preto & branco, seja para cenas bucólicas do cotidiano ou para a badalada fotografia erótica.