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terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

TMMM foca nos palcos em 2017


A banda piracicabana de surf music The Mullet Monster Mafia  (foto) vai se dedicar a fazer muitos shows em 2017 e não deve lançar disco esse ano. O trio se prepara para tocar no festival Psycho Carnival no final do mês, onde costuma fazer grandes apresentações e ganhar mais fãs, inclusive gringos.
O TMMM está em tour divulgando o disco “Surf´n´goat”. A banda apresenta um novo baixista Jeferson “Jé” Novaes, que substitui temporariamente Netão que está em tratamento de saúde. Jé chegou no primeiro ensaio na semana passada já com todas as músicas do set tiradas e foi muito bem em três shows que a banda fez no último final de semana (fotos desse post).
O disco “Surf´n´goat” é um compacto 7” lançado pelo selo belga Drunkabilly Records com quatro músicas – “Surf 'n'Goat”, “Porno diesel”, “Fishwater Cataia” e “Black Coffin Board”. O disco é em vinil vermelho e as copias são numeradas. Foram feitas mil copias na Europa, sendo que 250 vieram para o Brasil. A gravadora considera fazer uma segunda prensagem menor e com o vinil em outra cor.
O TMMM fez uma tour no ano passado na Europa passando por oito países e eles voltam esse ano para a quarta temporada europeia, tocando nos principais festivais europeus de surf music.
O festival Psycho Carnival acontece entre os dias 24 e 27 de fevereiro, no Jokers Pub, em Curitiba, com 24 bandas em quatro dias. O Projeto Zombilly bateu um papo com o baterista Nery que comentou sobre as novidades do The Mullet Monster Mafia.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Como está o trabalho do Mullet Monster Mafia agora ?
NERY -
Estamos na tour do compacto “Surf´n´goat” que saiu no ano passado e vamos fazer mais shows esse ano pra divulgar esse disco em outros lugares. E vamos voltar pra Europa no meio do ano, que será a segunda parte dessa tour europeia. Vamos participar de festivais de Verão lá, devem ser uns cinco ou seis festivais. E também estamos tentando shows na Argentina e Colombia.
A banda está com baixista temporário ...
Estamos fazendo uma mini tour em São Paulo e Minas Gerais antes do Psycho Carnival. Quem está tocando baixo é o Jé [Jeferson Novaes]. Ele está ajudando a gente depois do Murilo que tocou também, enquanto define a situação do Netão. O Jé que está escalado para tocar no Psycho Carnival conosco. Ele tocava numa banda de Piracicaba chamada One Minute Less. Ele tem uma história bacana na cena punk e hard core da cidade.
E qual planejamento para gravação e discos?
Provavelmente não devemos fazer disco novo esse ano. Vamos bater bastante no “Surf´n´goat” mesmo, que é o material novo, bacana e tem boa aceitação. Vamos divulgar bem esse material e podemos até lançar uma segunda edição dele na Europa. Vamos tratar disso na tour na Europa. Vamos entrar em estúdio só no ano que vem pra fazer um álbum novo da banda.
Como será o show no Psycho Carnival?
Quem vai tocar baixo será o Jé que já fez alguns shows essa semana. Vamos fazer o nosso surf porrada. Vamos mexer em alguma coisa no set para não fazer show igual todo ano pra dar uma dinâmica diferente no show.
Como é o público do Mullet Monster Mafia na Europa?
A Europa é bom demais pra gente! Na última tour que fizemos teve gente viajando de um país pro outro pra ver a gente tocar. Vimos muitas camisetas de tour passadas nossas. E a recepção é sempre muito boa. O público compra o merchandising da banda... é uma puta diversão. Não é muito diferente do Brasil, mas é mais intenso. Nós fechamos blocos de shows e acabamos sentindo essa intensidade mais frequente. O fato de voltarmos para Europa esse ano não estava nos nossos planos. Íamos trabalhar num disco esse ano, mas no decorrer da tour no ano passado surgiram mais convites para tocarmos nos festivais de Verão lá. Então vamos fortalecer ainda mais o nome da banda na Europa e voltar com um disco novo em 2018.
Quais são as regiões que tem um público e bandas mais bacanas de surf music?
A França é massa demais pra surf music! As escolas francesa e belga, que sempre falo que são a segunda geração da surf music. Hoje na França tem umas bandas absurdas como a Cannibal Mosquitos, Demon Vendetta, The Irradiates, o Hawaii Samurai voltou e está fazendo shows. Na Bélgica tem o SpeedBall Jr, Fifty Foot Combo lançou um puta disco novo e um dos melhores lançados no ano passado. Pra mim, sempre Bélgica e França são bem legais. Além disso tem a Austria que sempre vamos pra lá fazer shows com o Burning Aces que são nossos irmãos de lá e são sempre legais também.
DISCOGRAFIA

- “Power surf orchestra” (CD, 2009)
 - “Dogs of the seas” (CD, 2011)
 - “Clash Of The Irresistible” (12”, 2013)
 - “To mega surf” (12” picture, 2015)
- “Adenaline explosion” (K7, 2016)
- “Surf´n´goat” (7”, 2016)








- Confira a página do The Mullet Monster Mafia no Bandcamp .
- Confira a página do The Mullet Monster Mafia no Facebook .
Fotos: Andye Iore

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Zombilly no Radio especial Psycho Carnival 2016

psycho carnival 2016
Seguindo a tradição apresentamos aqui no Zombilly mais um programa no radio especial sobre o festival Psycho Carnival, em Curitiba (PR). A edição desse ano acontece entre 4 e 8 de fevereiro com shows no estacionamento da Câmara de Vereadores (gratuito à tarde) e no Jokers Pub (com ingresso à noite). São 41 bandas, sendo 11 gringas com destaque para Guana Batz, Frantic Flintstones, Meantraitors, entre outras.
Entrevistamos o organizador do festival, Vlad Urban, que comentou sobre as bandas, curiosidades dos bastidores, de sua banda Sick Sick Sinners, da ex-banda Os Catalépticos, de festivais pelo mundo, influencia de novas bandas, entre outras situações. Boa diversão!
Baixe o arquivo com audio em MP3 aqui (tamanho 114MB).
Track list:
Abertura
Guana Batz - LoanSharks
Sick Sick Sinners - We Wanna Drink Some More
Ovos Presley - Maldito Cupido
Skizoydz – Psycharada
Reverendo Frankenstein - Lado escuro
Entrevista com Vlad Urban


Cenobites – Hate
The Meantraitors - Crush Of The Creepers
Frantic Flinststones – Crazy
The Dead Rocks - Verão havaiano
The Mullet Monster Mafia - Porno-Diesel
Koti & Os Penitentes - O Assalto ao Trem Pagador
Entrevista com Vlad Urban


Guana Batz – You´re so fine
Guana Batz - The Cave
Guana Batz - No particular place to go
Entrevista com Vlad Urban
Death - Keep On Knocking
Encerramento



Zombilly no Radio – Especial Psycho Carnival 2016
UEM FM 106,9
Data: 30 de janeiro de 2016, sábado, às 18h
Reprise: 3 de fevereiro de 2016, às 23h59
Acervo, produção, apresentação e edição: Andye Iore

Duração: 1h02
Trilha de fundo: Dick Dale
www.zombilly.blogspot.com

Arquivo em MP3 do programa .

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

The Ricochets cumpre papel de headliner e ganha mais fãs


Quem já conhecia ficou admirado. Quem não conhecia virou fã. A banda britânica The Ricochets fez um ótimo show no Psycho Carnival 2015, em Curitiba. O lendário quarteto, na formação original e com músicos que passaram pelo Meteors e Guana Batz, fez um show que causou contemplação no começo (como na bacana "Night ship", no vídeo acima) e depois pegou fogo no wrecking.
A banda tocou por quase 2h e saiu muito aplaudida do palco. O set contou com os clássicos, musicas novas e alguns covers já conhecidos do público e até atendeu pedidos na hora. Outro aspecto bacana foi que Steve, Ginger, Sam e Dave ficaram entre o público antes e depois do show numa interação bem bacana com os fãs. Dificilmente uma banda com essa importância de mais de 30 anos de carreira e com seus músicos já na “meia” idade tem essa paciência e abrem mão do camarim para ficar tão acessível. A banda tirou fotos, deu autógrafos e tomou cerveja com os fãs.
Eu aproveitei e ganhei autógrafos do baixista Sam Sardi no meu disco do Guana Batz, do baterista Ginger no disco do The Highliners e dos quatro no disco do The Ricochets para registrar esse momento histórico de conhecer a banda pessoalmente.

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Fotos: Andye Iore/Zombilly

terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Galeria do Curitiba Rock Carnival 2015

Pela segunda vez consecutiva a parceria Fundação Cultural de Curitiba e Psycho Carnival apresentou gratuitamente ao público shows de rock gratuitos no Carnaval, em Curitiba. O Curitiba Rock Carnival aconteceu nos dias 14 e 15 de fevereiro, no estacionamento da Câmara de Vereadores, na praça Eufrásio Correia. Foram 14 bandas que tocaram à tarde e noite com um grande público nos dois dias. Para algumas bandas, foi o maior público que se apresentaram.
O evento contou com boa estrutura e organização e um line up variado indo desde o rock´n´roll clássico até a tosquice do garage punk, passando pelo rockabilly, surf music, heavy metal, entre outros. O destaque foi a apresentação dos americanos do Man or AstroMan? que reencontrou os fãs num show impecável.
O Curitiba Rock Carnival também teve praça de alimentação e bazar cultural com produtos das bandas e acessórios.
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The Phantom Powers
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Ovos Presley
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Man or AstroMan?
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Motorama
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The Anomalys
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99NoizeAgain
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Movie Star Trash

Fotos: Andye Iore

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Psycho Carnival vira festa de camaradagem dentro e fora dos palcos



E terminou mais um Psycho Carnival. A 16ª edição do festival reuniu 34 bandas em quatro dias em Curitiba (PR) com muita camaradagem e diversão. Não se viu nenhum tipo de confusão nesse tempo todo e na maratona de rock. A internet já está cheia de mensagens, fotos e vídeos sobre o festival.
O Projeto Zombilly mais uma vez cobriu o festival numa iniciativa própria com recursos próprios, no intuito de levar essa festa bacana para pessoas que, infelizmente, não podem viajar. E, claro, divulgar e valorizar as bandas desse meio. Nem sempre conseguimos ver e registrar todos os shows, mas sempre temos um rico material que chega até muitas pessoas em diferentes países. E que depois do festival são aproveitados no nosso blog e no programa de rádio.
O Projeto Zombilly agradece: ao Vlad Urban, Nery, Wallace e toda equipe de produção, Fernando Nishijima pela hospedagem, Pietro e Simone pela companhia e carona de turismo, Wilson Pereira pela carona e cervejas sempre saborosas, Vitor Leite pela parceria e cervejas, Flávio Fardado pelo atendimento no lanche, pelas bandas que entregaram CDs e vinis para divulgação, às pessoas que foram bater papo comigo e se apresentaram como fãs do blog e do programa de rádio (esse feedback é uma das coisas mais bacanas em atividades independentes!) e quem elogiou a exposição de fotos (continuo não vendendo fotos J ). Um agradecimento especial aos argentinos do Jinetes Fantasmas por nos citar no encarte do disco novo, pela simpatia dos Ricochets (principalmente pela confiança do baterista Ginger), ao Gillian (do Anomalys) pelos papos sobre rock tosquera e pela camaradagem de sempre do americano Zteben, seja pela internet ou pessoalmente!
Fizemos 990 fotografias, em torno de 2h de vídeos, inclusive alguns deles transmitidos em tempo real da frente do palco e entrevistas e vinhetas para o radio. O evento rendeu ótimos contatos que resultarão em coisas bem bacanas em breve.
AMIZADES - Ilustro esse texto com um vídeo que mostra bem o espírito do festival numa diversão e grande interação entre público e bandas. O The Anomalys fechou o Psycho Carnival com a música "Sex" com cenas impressionantes com eles totalmente gratos e felizes pela recepção do público. E nas fotos com os gringos do The Ricochets,a banda principal do festival, que me agradeceram pela divulgação que eu fiz e batemos bons papos. Já representando os brasileiros, a foto com uma pessoa que merece toda admiração e eu me orgulho de ser um grande amigo: Ademir, o vocalista do Ovos Presley.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Lendas do psychobilly The Ricochets fazem show único no Brasil

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A lenda e uma das primeiras bandas do psychobilly mundial The Ricochets fará um único show no Brasil nesse final de semana. Eles têm origem numa banda de apoio chamada Pink & Black no final da década de 1970, formada por dois irmãos e um primo. Em 1979 surgiu The Ricochets já misturando o clássico rockabilly com punk, numa pegada mais rápida. Sonoridade que influenciou muitas bandas depois do lançamento do primeiro disco em 1982, “Made in the shade”, que é um clássico do psychobilly.

A banda seguiu sem muito sucesso até terminar em 1984 com a saída dos músicos para outras bandas como The Meteors e Guana Batz. Eles voltaram a tocar juntos em 1990 e dois anos depois lançaram outro álbum, “On target”. A banda lançou o terceiro disco em 2013, “Chain Dog”, e segue tocando até hoje em festivais pelo mundo. E será a atração principal da 16ª edição do Psycho Carnival, em Curitiba, com o line up original com Steve Sardi (guitarra), Sam Sardi (baixo), Dave Sardi (vocal) e Stephen Meadham “Ginger" (bateria).
A banda tocará no dia 15, domingo, no Espaço Cult. É certeza de casa cheia com muita gente se espremendo para ver de perto mais lendas do psychobilly mundial trazidas para o festival paranaense. A banda disse que preparou um set especial para os fãs e vai atender pedidos durante o show. “Queremos tocar músicas de todos os nossos três álbuns. Vamos tentar atender a todos os pedidos que fizerem”, anunciou Steve Sardi, que avisa que trará o disco “Chain Dog” para venda, além de camisetas da banda.
O Projeto Zombilly bateu um papo com o guitarrista Steve Sardi, 51 anos, que falou sobre a expectativa de vir ao Brasil pela primeira vez, comentou sobre o psychobilly no mundo e anunciou novidades sobre o próximo álbum.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Você está jogando por mais de 30 anos. O que te motiva a continuar fazendo rock?
STEVE SARDI -
Formamos os Ricochets 1979 e a banda acabou em 1983. Acabou porque queria continuar com meu trabalho regular durante o dia. E Ginger foi pro Meteors e Sam foi convidado a participar do Guana Batz. Nós voltamos em 1990 e estamos tocando desde então. Quanto à motivação, todos nós amamos o que fazemos! É ótimo quando você escreve novas músicas, novos riffs. O zumbido quando nós ensaiamos ainda existe. Estamos sempre tentando manter a música próxima de nós!
Você já tocou em diversos festivais. Como você rever a cena do rockabilly / psychobilly hoje?
Acho que a cena evoluiu. Nós começamos como uma banda tradicional de rockabilly, tocando covers clássicos de artistas da década de 1950. Foi só quando começamos a escrever nossas próprias músicas que isso evoluiu para o psychobilly e o neo-rockabilly. A cena ainda é grande na Alemanha e em algumas partes da Europa. Para nós é ótimo tocar nos Estados Unidos e no Brasil... e que isso continue por muito tempo!


Vocês são uma das primeiras bandas de psychobilly clássico. O que você acha das novas bandas que fazem um psychobilly mais pesado?
Quanto à música, há uma nova onda de psychobilly. Ele pode ser um pouco pesado para mim, em minha mente. Mas, eu acho que você tem que manter as raízes rockabilly. Não é 'Billy' se não há qualquer som de rockabilly!
Como foi viver a fase histórica do psychobilly? The Ricochets chegou a tocar no Klub Foot?
Estranhamente, nunca tocamos Klub Foot. Foi nessa época que a banda se desfez. Tocamos em muitos shows, principalmente em locais de rockabilly. Você tem que se lembrar, a cena estava passando por uma grande mudança neste momento. O psychobilly estava apenas começando a fazer seu nome. Lembro-me de tocar num grande festival rockabilly, o Caister, num fim de semana. Quando fomos no palco que estavam vestidos como gangsters, vestindo calças largas, camisas brancas, suspensórios e chapéus Trilby. Nós detonamos na primeira música. “Worried about you baby”, tocada num ritmo frenético. A multidão começou a dançar (wrecking, hoje). E isso era novo para a cena de rockabilly. O segurança pensou que todo mundo estava brigando! Só mais tarde é que eles percebem que a multidão estava reagindo ao ritmo da música! Foram grandes momentos inovadores!
Quais são as suas expectativas para tocar no Brasil, no Psycho Carnaval 2015?
Estamos todos realmente ansiosos por isso! Esta será a nossa primeira vez no Brasil. Espero que o público goste e tenhamos uma grande recepção! Estamos todos ansiosos para conhecer os fãs brasileiros!
Você sabe alguma coisa sobre o rockabilly e psychobilly brasileiro?
Não realmente. Eu sempre achei muito surpreendente que a cena se estendesse tão longe e em tantos países. Estou ansioso para ver algumas das bandas brasileiras.
Você tem interesse em ver algo sobre o Brasil se tiver tempo livre?
Esperamos aproveitar o máximo que pudermos o nosso tempo no Brasil. Obviamente, o tempo será um problema. Eu estou ansioso pelo clima quente!


O que vocês planejam para o futuro do Ricochets?
O nosso álbum mais recente “Chain dog” saiu em novembro de 2013. Ele foi muito bem recebido e ainda repercute bem. Esperemos gravar um novo álbum ou no final desse ano ou no início de 2016. Este será um álbum duplo, com um CD psychobilly e o outro será de rockabilly. Quero mostrar às pessoas as nossas raízes de rockabilly. Aguardem por isso!



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* Confira o grupo do The Ricochets no Facebook.
* Veja vídeo com The Ricochets tocando "Runnin wild" ao vivo.
Foto: Divulgação

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Psychobilly maldito do Krappulas é garantia de diversão no Psycho Carnival

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O Krappulas é uma das principais bandas da história do psychobilly brasileiro. Mesmo sendo uma das mais antigas em atividade, cultiva o conceito de maldita, pois não conseguiu tanto resultado prático quanto algumas bandas mais novas, apesar de já ter lançado quatro discos e participado de coletâneas.
A banda foi formada em 1989 com o nome de Dráculas Krápulas e tocando músicas em português. Dessa época continuam na banda o vocalista Breno e o guitarrista David. Em 1991 eles mudaram o nome para Krappulas e passaram a compor também em inglês. A banda ganhou mais peso na sonoridade e passou a ser uma presença constante nos festivais curitibanos como Psycho Carnival e Psycho Fest.A sonoridade é uma mistura entre The Meteors, The Cramps, Batmobile, Motorhead, AD/DC, entre outras, o que garante shows muito energéticos e divertidos.
O Krappulas tocará no Psycho Carnival 2015, no dia 16, sexta-feira à noite, no Espaço Cult. O baixista Manolo tocará com baixo elétrico dessa, já que o baixo acústico está na manutenção. O Projeto Zombilly bate um papo com o vocalista Breno Cesar e o guitarrista David Ernst, que falaram sobre o festival curitibano e anunciaram novidades da banda, entre outros assuntos.

ENTREVISTA
PROJETO ZOMBILLY - Como será o set da banda no festival? Tem música nova?

BRENO - O set desse ano vai ser o mais nervoso de todas as edições! A ideia é fazer uma sequência.
DAVID - Vamos tocar umas 12 ou 13 musicas. Com a transição do baterista no final do ano passado, com o Lucas indo para Belo Horizonte, tivemos que achar um novo baterista. O Cris foi o melhor achado que poderíamos ter conseguido! Estamos muito contentes com o novo irmão que está arrebentando na batera. Mas, por causa disso ficamos mais tempo pegando e acertando as músicas de vários discos que já tinham sido gravados. Então, o repertório contará com musicas de cada disco e, com certeza, uma ou duas do Batmobile que a gente sempre toca! [risos]
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Como é participar de um festival que reúne na sua cidade bandas e público de diferentes países?
BRENO –
O Psycho Carnival é o maior festival de rock da cidade e um dos maiores do estilo do mundo. Participar do Carnival para nós é a certeza de que, apesar do tempo, de alguma forma nos mantemos em forma. Talvez seja bebendo o sangue dos bateristas que são mais novos que nós. [risos]
DAVID - O Psycho Carnival é uma coisa única, o melhor evento da cidade sem dúvida alguma. Sem falar de encontrar os amigos que vem de várias partes do Brasil e fazemos novas amizades com gente do mundo todo. E alguns que são ídolos pra gente se tornam amigos. É muito legal mesmo e a farra sempre rola desenfreada os 4 ou 5 dias de festa garantida. Mas, o melhor de tudo mesmo é trombar com os trutas... essa é a essência da parada!
Tem alguma banda que você esteja mais ansioso para ver nessa edição?
BRENO -
Cara tem muita banda boa! Os gringos do Ricochets , Barnyard Ballers, Magnetix e os Sinners que já são cidadãos do mundo [risos]... os nossos amigos também do Mullet, Diabatz e CWbillies e os shows de bandas novas como Tampa de Caixão que já estão quebrando tudo por aí!
DAVID - Ricochetes é da minha época que comecei a ouvir psychobilly na metade dos anos 80. Já pirava forte no som deles. Mas, quero muito ver o Magnetix, eles tem a pegada de psycho que eu gosto muito, um pouco de Batmobile no som deles e a putaria do Barnyard Ballers também deve ser muito divertido…
O Krapullas já passou por várias formações... qual é a sua motivação de continuar tocando nesses esquemas independentes?
BRENO -
A verdade é que gostamos muito de psychobilly e de tocar psychobilly juntos. Eu, o David e Manolo além de tocarmos juntos, temos uma amizade, ou irmandade como diz o Manolo, que já dura pelo menos uns vinte anos. O fato de serem esquemas independentes não muda em nada a vontade de tocar. Entendemos cedo que não seremos a revelação do ano e nem que conquistaremos a nossa independência financeiro pelo psycho. Mas, esse é o rock que sabemos fazer! Acho que a principal motivação é nos superarmos em cada show e cada disco tem que ser melhor que o anterior!
DAVID - O lance do Krappulas é que a gente toca por motivos muito simples que são: a gente gosta de tocar o nosso som e gosta de estar junto, somos amigos desde sei lá quando nem lembro mais. É por pura diversão, é o rock pelo rock sem mais! O que mais foi trocado nesses anos foi o batera, mas estamos curtindo demais o Cris, o bicho é fera...
Como estão os planos para banda?
BRENO -
Esse ano gravaremos mais um disco... esse é plano [risos] Eu tenho algumas letras e o David tem várias músicas pra gente fazer. Nesse próximo disco contaremos com a participação super especial do nosso amigo Magoo! Ele e o Manolo andam tendo muitas ideias sobre vida após a morte, radicais de plantão, garotas espaciais e, é claro, mulheres peladas! Então se preparem que vem muita pancadaria e sacanagem. A idade só piora isso. [risos] Quanto a tour na Europa já passou da hora. Quando lançamos o “Psychoworld” a ideia era fazer uma tour capitaneada pelo nosso irmão de armas Neri, mas por  um conjunto de problemas não deu certo. Mas a idia continua, mais forte agora com a energia renovada do Cris. Então, se tudo der certo lançaremos o disco novo na Europa com uma tour bem massa!! Estamos ansiosos por isso pode ter certeza!
DAVID - Depois do Psycho Carnival vamos compor. Na verdade, temos algumas músicas que estão engatilhadas, mas não prontas. Temos duas opções de plano: gravar até a metade de 2015 um EP com seis músicas ou até o final do ano um disco completo entre 11 e 13 musicas.

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Como vocês avaliam o cenário psychobilly no Brasil?
BRENO -
Eu diria que hoje é um momento diferente, mais calmo. As bandas novas e a galera é um pessoal que gosta de psychobilly mesmo. Tivemos um momento que a country music trouxe muita gente para conhecer esse tipo de rock maldito, por conta das bandas que misturavam os estilos. O que foi muito bom, porque divulgou a cultura aumentando consideravelmente a cena. Muitos que naquela época começaram a ouvir psycho meio de carona acabaram gostando e continuam indo em shows. Das bandas novas continuam saindo coisas muito boas! Um exemplo das novas boas bandas é a Tampo de Caixão, de Santa Catarina.
DAVID - No Brasil existem muitos focos de psychobilly espalhados. Mas, vejo que o mais forte do momento é em Curitiba mesmo. Acho que de dois anos pra cá devem ter começado umas cinco ou seis bandas novas de psychobilly com uma gurizada no veneno mesmo de fazer a parada e isso sempre fortalece a cena. São Paulo também voltou a crescer com bandas muito boas…
Por que a banda mudou o nome de Draculas Krapulas para Krappulas?
BRENO -
Numerologia, é claro!!
O compacto “Dance after Death” é um registro histórico na história do psychobilly brasileiro... é um dos poucos discos de vinil ao lado do do Missionarios. O que isso trouxe pra vocês de retorno?
DAVID -
Com certeza um pedaço da história do rock curitibano está registrada nesse projeto da Bloody Records, Foram 13 bandas da cidade que lançaram um EP em forma de vinil. Éramos bem jovens e o som mudou bastante de lá pra cá. Mas, a faixa instrumental do disco tocamos até hoj e regravamos no “Disco Into the Grave”, com a participação especial do grande violinista do Hillbilly RawHide, o Mark Cleverson, que deu um brilho especial na versão. Até hoje esse disco é muito procurado na Europa. Muitos colecionadores procuram por ele e ouvi falar que já pagaram um bom valor por ele. Não lembro quanto era. Mas, o mais importante de tudo é participar desses projetos e tentar mostrar o nosso som para as pessoas. Quanto mais for mostrado, melhor!
FORMAÇÃO
Breno – vocal
David – guitarra
Manolo - baixo acústico
Cris – bateria
DISCOGRAFIA
“Dance After Dead” (1993)
“Escape from hell” (2002)
“Psychoworld” (2012)
“Into the Grave” EP (2013)
* Confira a página do Krappulas no Facebook.
* Veja vídeo do Krappulas tocando “Calamity man”, do Batmobile.
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Fotos: Andye Iore

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

The Anomalys faz tour sulamericana com rock tosquera

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O barulho e a diversão estão garantidos com o The Anomalys. O trio holandês de garage rock está em tour na América do Sul com 13 shows entre 6 e 22 de fevereiro no Brasil, Chile, Argentina e Uruguai.
A banda foi formada em 2006 em Amsterdam, incialmente como duo com guitarra e bateria. Depois eles acrescentaram um segundo guitarrista e até hoje tocam e gravam sem baixo. As influências tem o clássico The Sonics com surf music, punk, rockabilly e muita diversão à base de barulho.Eles gravaram o primeiro álbum homônimo em 2010 pela bacana Slovenly Recordings e já lançaram outros três singles.
The Anomalys  tocará no Psycho Carnival, na festa paralela no Curitiba Rock Carnival, no domingo (15). O show será na praça Eufrásio Correa, com entrada gratuita. O Projeto Zombilly bateu um papo com o guitarrista Profundo Potlood, 33 anos, que falou sobre a expectativa de tocar no Brasil pela primeira vez, comentou sobre o garage rock no mundo, entre outras situações. Ele avisa que a banda trará na bagagem para vender nos shows da tour sulamericana o álbum em vinil e CD, os singles e camisetas. “Nós teremos uma estampa nova de camiseta que o público sulamericano será o primeiro a ver. E também temos a nossa própria bebida, "Black Hole Booze". Se você beber, você vai se tornar louco como nós!”, anuncia.
ENTREVISTA
ZOMBILLY – Vocês tocam em festivas em diferentes países. Onde há cenas bacanas de garage rock hoje?
PROFUNDO POTLOOD -
Sim, nós já tocamos em toda a Europa e os Estados Unidos. Muitos festivais ... e em comparação com dez anos atrás, está acontecendo muito mais movimentação no rock underground. Há grandes festivais na Europa, como Funtastic Dracula Carnival, na Espanha, e o  Gonerfest, nos Estados Unidos. Há mais e mais bandas boas começando a tocar. Pessoalmente, eu estou feliz que o tendência do hypster moderno neo-psych com bandas como Black Lips está finalmente chegando ao fim. Acho que verdadeiro rock 'n´roll e punk rock, básico e simples, está voltando. Isso é uma coisa boa. Isto é como rock'n´roll deve ser. Nosso país favorito para tocar é, provavelmente, a Espanha. Tem um monte de bandas underground 'n´roll lá e o público éo muito mais selvagem que na Holanda!
Como está a cena de garage rock na Holanda?
A cena na Holanda é muito pequena. Não são muitas as bandas também. Ao lado de tulipas e queijo, nosso maior produto de exportação é a música techno ... então, essa é a merda que a maioria das pessoas ouve. Mas, nós temos um pouco de underground bacana com festivais anuais como Sleazefest e lugares em Amsterdam como Pacific Parc, festas como Amsterdam Beat Club, onde um monte de bandas legais de todo o mundo tocam.
O que vocês esperam dessa primeira tour na América do Sul?
Nós não temos nenhuma ideia do que esperar da América do Sul! O lugar mais próximo que já tocamos é a Cidade do México, há dois anos atrás. O público era muito selvagem! Por isso, esperamos que as pessoas no Brasil, Argentina, Uruguai e Chile gostem do nosso rock selvagem e louco que mostramos ao vivo também! Somos especialistas em festas com destruição total! Portanto, esteja avisado!
Vocês vão tocar no Psycho Carnival, festival com bandas de rockabilly e peyschobilly, onde sempre que bandas de garage rock tocam há um público bem animado. O que vocês pensam de tocar com bandas de outros estilos?
Sim, nós gostamos de vários gêneros de música! As pessoas têm dificuldade em definir o estilo de Anomalys. Eu acho que "garage" é um bom termo geral para nos descrever, mas há um monte de influências em nossa música. Há elementos de rockabilly, psychobilly, surf, anos 60 e 70, punkrock e hardcore. Esse é o tipo de música que gostamos. Nós também gostamos de ouvir soul, rhythm & blues, funk, reggae, cumbia, calipso, rocksteady e ska quando estamos em viagem no nosso ônibus na turnê. Mas as músicas do The Anomalys são puramente selvagens, psicóticas e um ataque de rock´n´roll. Então, eu acho que vamos combinar bem com as bandas de psychobilly do Psycho Carnival.
Qual será a formação do The Anomalys na tour sulamericana?
The Anomalys são um trio. No início da banda em 2005 foi um duo, apenas o baterista Memme e o nosso vocalista e guitarrista Bone. Em 2007 eu entrei na banda como segundo guitarrista. Então, talvez um pouco de surpresa, mas ainda não temos baixo! Apenas duas guitarras e uma bateria básica. Fazemos um som primitivo e focado, eu acho. Vocês vão ver e ouvir!
Como será o set dos shows na tour sulamericana?
Nosso set dura no máximo 40 minutos. Nós não gostamos de tocar mais do que isso. Um monte de bandas tocam por muito tempo, eu acho. Em nosso show há muita energia física e queremos manter isso o tempo todo. Se você tocar por mais de uma hora, a energia desaparece ... e nós não queremos isso. Por isso, prefiro show curto, rápido e selvagem! Vamos tocar músicas do nosso álbum homônimo de 2010 e de nossos singles "Retox" e "Blues Deadline". Mas também vamos tocar algumas músicas novas que ainda não foram gravadas.
Vocês conhecem alguma banda brasileira de garage rock?
Na verdade, eu não conheço várias bandas de garagem brasileiras! Conheço o Drakula, eles são legais e Autoramas também. Eu sei que algumas coletâneas como Brasilian Nuggets com algumas músicas legais. Mas eu espero para ver e tocar com algumas bandas de garage rock no Brasil e também bandas punk!
O que você gostaria de ver no Brasil se tiver tempo livre?
Eu quero ver tudo! Mas eu não acho que haverá muito tempo livre por causa da agenda de shows. Mas esperamos ter um ou dois dias de folga e ir para uma bela praia ou ver algo bacana na natureza. Talvez um pouco de selva? Talvez alguém tenha algumas dicas? E eu estou interessado na comida brasileira! Eu sempre gosto de saborear a gastronomia local e eu não sei muito sobre a cozinha brasileira. Por isso, espero que tenha algumas coisas boas! E ouvi que estaremos no Brasil durante o Carnaval ... Já ouvi histórias malucas sobre esta festa. Então, vamos ver o que acontece!
Como está o trabalho do The Anomalys atualmente?
Esperamos para gravar e lançar um disco álbum antes do final deste ano. E em maio vamos tocar no Cosmic Trip Festival, na França, e no Hipsville Festival, na Inglaterra. Mas estamos no processo de escrever novas músicas, por isso vamos estar fechados na sala de ensaio um monte também!
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FORMAÇÃO:
Bone – vocal e guitarra
Memme - bateria
Profundo Potlood - guitarra
TOUR EM FEVEREIRO:
dia 6 - Santiago @ Bar Loreto (CHL)
dia 7 - Concepcion @ Casa de Salud (CHL)
dia 10 - Buenos Aires @ Club V (ARG)
dia 11 - Montevideo @ Bluzz Live Montevideo (URY)
dia 13 - Porto Alegre @ Grafitti Bar (BRA)
dia 14 - Florianopolis @ Taliesyn Rock Bar (BRA)
dia 15 - Curitiba @ Curitiba Rock Carnival 2015
dia 17 - Mogi-Guaçu @ O Profeta Pub Rock (BRA)
dia 18 - Franca @ Cda Motorocker Bar(BRA)
dia 19 - Botucatu @ Villa Blues Pub (BRA)
dia 20 - São Paulo @ Astronete (BRA)
dia 21 - Campinas @ Echos Studio Bar (BRA)
dia 22 - São Paulo @ Paribar (BRA)
LINKS:
* Confira a página no Facebook do The Anomalys.

* Confira a página no BandCamp do The Anomalys.
Foto: Divulgação

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Zombilly no Radio - Psycho Carnival 2015

psycho carnival 2015
O programa Zombilly no Radio dessa semana é um especial sobre o festival Psycho Carnival 2015. A 16ª edição acontecerá entre os dias 13 e 16 de fevereiro em Curitiba (PR). Fizemos uma entrevista com organizador do festival, Vlad Urban (foto), e também tocaremos sons de 14 das 34 bandas que estarão no evento.
Track list:
Abertura
Man or Astroman? - Engines of Difference
Motorama - Ratas de ciudad
Jinetes Fantasmas - Psycho Carnival
The Anomalys - Retox
Entrevista com Vlad Urban
99noizeagain - nine nine
Krappulas – Torture
Sick Sick Sinners - We Wanna Drink Some More
Barnyard Ballers - Barndance
Klax - My Sweet Baby
The Magnetix - Creature from outer space
The Violentures - Endless Girls
Movie Star Trash - Alex, The Large
The Mullet Monster Mafia – Walderama
Entrevista com Vlad Urban
The Ricochets - Runnin' Wild
Encerramento
Zombilly no Radio – Psycho Carnival 2015
UEM FM 106,9 - Duração: 1h05
Datas: dia 7 de fevereiro, sábado, 18h;
dia 11 de fevereiro, quarta-feira, 23h59
Pesquisa, acervo, produção, apresentação: Andye Iore
Coordenação: Paulino Junior
Trilha de fundo: Man or Astroman?
Para ouvir - UEM FM http://tunein.com/radio/R%C3%A1dio-UEM-FM-1069-s98697

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Man or Astro-Man? volta ao Brasil com novo repertório

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A Man or Astro-Man? é a principal banda contemporânea de surf music. Formada em Auburn, Alabama, nos EUA, em 1992, lançou 12 álbuns até agora e está gravando disco novo. A banda já tocou em 30 países, seja em bares pequenos ou em festivais em estádios com milhares de pessoas. E eles voltam ao Brasil na próxima semana, com o público brasileiro tendo o privilégio de ouvir um novo set ao vivo.
As influências sonoras foram Link Wray, Duane Eddy, Dick Dale, The Ventures e The Safaris, com new wave, com o visual de astronautas. Outra curiosidade é que os músicos pesquisam tecnologia, usando aparelhos não muito comuns para bandas de surf music. O que sai do lúdico para a prática no conceito de ficção científica que a banda apresenta.
E isso é um aspecto interessante no Man or Astro-Man?. Para curtir mais a banda, você não pode levar a serio o que os músicos falam e demonstram. Em todas as entrevistas eles brincam com o conceito sci-fi dizendo que vieram de outro planeta, a nave deu problema e eles ficaram passeando pela Terra. E, a partir disso, foram inúmeras histórias engraçadas narradas pela banda alienígena. Tanto é que assumem personagens como Star Crunch, Birdstuff e Coco the Electronic Monkey Wizard, alternando a formação como trio, quarteto ou quinteto. Incluindo uma tour anunciada como clones dos aliens originais.
LANÇAMENTO - O Man or Astro-Man? está em estudio gravando disco novo. Eles dão uma pausa nas gravações para fazerem a mini tour no Brasil, com quatro shows produzidos pela Mamute Entertainment: Santos (12 de fevereiro), São Paulo (13 de fevereiro), Curitiba/Psycho Carnival (15 de fevereiro) e Recife (15 de fevereiro). O Projeto Zombilly bateu um papo com o guitarrista Star Crunch que falou sobre a volta da banda ao Brasil e comentou como está a saga alienígena na Terra.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - O Man or Astro-Man? é a principal banda de surf music hoje. Vocês tem noção dessa importância? A colonização do planeta Terra deu certo?
STAR CRUNCH -
A verdade é que nós nunca estivemos aqui para colonizar. Na verdade, nós acidentalmente caímos na terra depois de um acidente com nossa nave e estamos tentando deixar este planeta desde então. Nós viajamos neste planeta só para encontrar partes de nossa nave espacial para a nossa fuga. A surf music é um subproduto do nosso sistema digestivo alienígena.
Como está a expectativa de vocês em voltar ao Brasil?
Estou com grande expectativa para olhar tudo 2,5 anos mais velho desde a última vez que estivemos no Brasil, de acordo com o tempo espacial. Talvez esteja um pouco mais quente, devido às condições globais.
Quais suas lembranças do Brasil?
O Brasil é um dos lugares mais belos que eu vi. No entanto, a única memória que se destaca é o nosso publicitário nos levando a um restaurante em São Paulo, na torre da TV Band. Eu nunca tinha comido pizza com luvas e eu tinha certeza de que eu estava no futuro nesse jantar.
Como será o set da tour?
Tocaremos apenas material novo, com 20 minutos de jam surf music. Eu tocarei cítara em posição de lótus na maior patrte da noite.
Vocês tocarão no festival Psycho Carnival, com bandas de rockabilly e psychobilly. Como é para vocês tocar com banda de outros estilos?
Eu sempre ouvi dizer que a variedade é o espaço de vida.
Quais são seus cinco filmes favoritos de ficção científica ou horror?
Isso é uma coisa que sempre muda, está em evolução. Mas no topo na minha cabeça hoje estão:
“Contatos Imediatos do Terceiro Grau” (1977)
“Mortos de Fome” (1999)
“Lunar” (2009)
“O Enigma de Outro Mundo” (1982)
“2001: Uma Odisséia no Espaço” (1968).
Como está a cena de surf music no mundo? Onde há bom público e bandas?
A costa oeste dos Estados Unidos é a escolha óbvia se você está falando apenas de surf music. Há muitas bandas clássicas lá e a energia parece existir perpetuamente. No entanto, eu sempre flutuo para locais onde há bandas estranhas, com influências estranhas a partir das ondas de éter e que não estão necessariamente ligadas a qualquer cena ou local específico. Isso pode acontecer em qualquer lugar, às vezes, onde você menos espera.
Você conhece alguma banda brasileira de surf music?
Sepultura conta?!?
Como está o Man or Astro-Man? hoje? Vocês estão gravando um disco novo...
São informações confidenciais neste momento. Eu acho que este disco irá explorar o espaço mais obscuro e desconhecido que o habitual. Talvez um pouco mais instrumental, talvez.
A mistura de humor, ficção científica e surf music foi uma boa fórmula para atrair os humanos. A Terra foi uma boa escolha para vocês?
Não foi realmente uma escolha. Nós acidentalmente pousamos aqui e ainda não conseguimos encontrar o nosso caminho para irmos embora. Os seres humanos parecem achar isso engraçado.
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LINKS
* Confira a página do MOAM no Facebook.

* Confira o site do MOAM.
* Veja apresentação ao vivo do MOAM na radio KEXP, em Seattle (EUA), em 2013.
Fotos: Divulgação

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Mystery Trio faz show para gringo ver e admirar

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Não é mistério nenhum. Ver um show da banda curitibana de drumless rockabilly Mystery Trio é voltar no tempo e perceber como era bacana o rockabilly na época.
O trio faz um trabalho de pesquisa que é apresentado tanto na sonoridade, quanto no visual e também nos equipamentos usados. Beto Glaser (guitarra), Luiz Fireball (contrabaixo acústico) e Elvis Martinatto (vocal e violão) conquistaram público e reconhecimento saindo dos tradicionais botecos fuleiros dos esquemas independentes para ganhar elogios gringos tocando nos Estados Unidos e Europa.
A banda foi formada em 2007 com o nome Flatheads na formação clássica do rockabilly como trio e sem baterista. Mas, como há outra banda na Suécia com o nome Eddie & The Flatheads, eles resolveram mudar em 2009 para não terem problema no futuro.
O Mystery Trio prepara seu quarto lançamento - o segundo álbum – e será uma das atrações do Psycho Carnival 2015. O trio tocará no Espaço Cult, no dia 15 de fevereiro (domingo). O Projeto Zombilly bateu um papo com o guitarrista Beto Glaser (foto acima) para saber sobre mais uma participação da banda no festival e quais as novidades. Ele avisa que resta poucas cópias do primeiro disco para quem ainda não comprou. E que os fãs de vinil terão o single e o novo EP para comprar.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Como será o set Do Mystery Trio no Psycho Carnival?
BETO GLASER -
Então, o set será basicamente musicas do primeiro disco, do 45 e do EP recém lançado, provavelmente algumas músicas do próximo álbum também.
Como está a banda agora? Depois do EP vocês tem algo planejado para gravar?
Estamos em fase de pré-produção do novo álbum. Ele terá 12 canções e será lançado pela Rhythm Bomb Records no final do primeiro semestre desse ano.
Será só com musicas inéditas ou tem alguma regravação?
Estamos sempre buscando regravar canções que não foram regravadas ainda. Trabalho de bastante pesquisa. Será um álbum com composições próprias inéditas e versões ainda não regravadas.
Em termos de produção, repertório, sonoridade... segue a mesa linha do que vocês já lançaram ou está diferente?
Passamos muito tempo pesquisando timbres e formas de produzir música que sejam mais fiéis possíveis à época que curtimos. Foi investido em equipamentos analógicos de época pra reproduzir o clima.
E sobre o festival, tem alguma banda que você esteja ansioso para ver o show?
O Psycho Carnival é sempre um motivo de festa. Todas as bandas são sempre excepcionais. Estou ansioso para que chegue o festival inteiro [risos].
Como foi a mudança do nome de Flatheads para Mystery Trio?
Ja existia uma banda gringa chamada Eddie & The Flatheads, e pra não criar confusão, resolvemos mudar o nome. Mystery Trio era um dos nomes que tínhamos escolhido na formação da banda, ai a decisão foi natural. Isso foi na época que o MySpace estava em evidência. Recebemos uma mensagem deles, mas nada em tom de reclamação. Achamos por bem mudar.
DISCOGRAFIA
“Turn on the key” (album, Bad Habits Rec, 2011)
“Brunette to blonde” / “Rollin´till the night” (single, Bad Habits Rec, 2012)
“Don't Give Me Your Troubles” (EP, Rhythm Bomb Rec, 2014)

LINKS
* Confira o canal do Mystery Trio no
YouTube.

* Confira a página do Mystery Trio no Facebook.


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Fotos: Andye Iore

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Duo Phantom Powers apresenta o rock tosquera no Psycho Carnival

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Porto Alegre é famosa por ter uma das cenas de rock mais criativas e variadas no Brasil. E é de lá que vem a banda que atrai cada vez mais a curiosidade dos fãs de garage rock no Brasil. O duo Phantom Powers já fez alguns shows fora do Rio Grande do Sul e começa a trabalhar no segundo disco. Eles lançaram um EP com sete músicas no ano passado e já tem composições novas que devem formar um novo EP ou até um álbum esse ano.
A banda faz uma mistura de garage,punk, blues e surf music, difundida no meio como rock selvagem. As influências são The Cramps, Link Wray e The Ventures. Eles tocam com Tio Vico como monobanda (violão, guitarra, bateria e vocal) e Ray Z (guitarra).
O Projeto Zombilly bateu um papo com a dupla que se apresentará no Psycho Carnival, abrindo o evento paralelo Curitiba Rock Carnival no dia 15 de fevereiro (domingo) a partir das 13h, na Praça Eufrásio Correia, em Curitiba (PR), com entrada gratuita. A banda avisa que levará camisetas e CDs para vender no Psycho Carnival.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Vocês tocam no formato duo com um de vocês como monobanda. Como vocês chegaram nesse formato?
PHANTOM POWERS -
Não foi planejado. Começamos a compor assim e não sentimos falta de outros instrumentos.
Vocês tocavam em outras bandas antes?
Temos uns 20 anos de estrada cada um. Os Phantom Powers começaram há pouco mais de um ano quando sacamos que tínhamos influências em comum e resolvemos compor juntos.
O Brasil tem muitas bandas de garage rock, mas todas bem restritas ao underground. Como é para vocês estarem num meio que não tem muito público e sempre toca em esquemas independentes, quase sempre improvisados por esse Brasil...?
Somos o tipo de gente que se diverte com pouco, não importa quantas pessoas estejam assistindo, a entrega é total.
Qual a expectativa de vocês para tocar no Psycho Carnival 2015, em Curitiba?
Estamos animados, pois acompanhamos o festival há muitos anos e agora temos a oportunidade de mostrar o nosso som para um público que cultua as mesmas influências que nós.
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Como será o set no Psycho Carnival?
Nervoso! E basicamente autoral.
Como é a cena de garage rock em Porto Alegre?
Barulhenta, epilética, divertida e sem grana.
Como estão os planos da banda... gravação de disco, tour...?
Nesse começo de ano já estamos gravando músicas novas e ainda não decidimos se isso vai ser o próximo EP ou quem sabe um álbum completo. Nenhuma tour marcada oficialmente, onde existir desejo pelo rock selvagem, lá estaremos.
* Confira o Facebook do Phantom Powers.
* Veja o vídeo bacana de “Mother Nature's Call”, do Phantom Powers.
Fotos: Leo Rey. 

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

The Magnetix promete agitar público no Psycho Carnival

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Uma das bandas que mais deve atrair a atenção dos fãs de psychobilly no Psycho Carnival é a russa The Magnetix. Apesar de não ter discos lançados no Brasil e ser pouco conhecida, ela costuma ganhar muitos fãs depois de seus shows. Isso devido às apresentações animadas ao som do psychobilly clássico da década de 1980, com influência do Batmobile.
O trio é de Tula, uma cidade industrial no centro da Russia (a aproximadamente 190km de Moscou), com economia baseada na metalurgia e que tem 503 mil habitantes. A banda foi formada em 2010, depois que o guitarrista Taras Savchenko, 37 anos, saiu do grupo Stressor e acabou regravando algumas de suas músicas da antiga banda, já que ele era o compositor da maioria. E assumiu o nome Mr. Drybones. Completam o lineup Mr. DeadKat no baixo acústico e Mr. Rocket na guitarra. O trio original tocará no Brasil.
The Magnetix tem dois discos - “With their amazing first album” e “Boo-Bop-A-Boo” – lançados pela Crazy Love Records, com várias músicas inspiradas em ficção científica. Como “Rock on the moon “, “Tastes like a martian”, “Planet Zero”, “Creature from outer space”, “Asteroid rock”, entre outras para chacoalhar o esqueleto até suar.
O Projeto Zombilly bateu um papo com o guitarrista e vocalista Mr. Drybones que falou sobre sua primeira viagem ao Brasil, deu dicas de bandas bacanas, entre outras situações. Ele avisa que trará camisetas e CDs para vender no Psycho Carnival. E que, infelizmente, os vinis do The Magnetix estão esgotados no momento. The Magnetix tocará no Psycho Carnival no sábado (14 de fevereiro), fechando a segunda noite no Espaço Cult. Se você vai ao festival e não conhece o The Magnetix, sugerimos pesquisar antes para conhecer um pouco e curtir mais o show.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Vocês são uma banda atual fazendo som clássico do psychobilly 80´s. Qual foi a ideia original do The Magnetix?
MR. DRYBONES
- A nossa ideia foi misturar o rockabilly clássico da década de 1950 com o som do psychobilly de 1980. Nós crescemos ouvindo esses sons e não poderíamos fazer algo diferente.
Vocês tocam em muitos festivais. Como você avalia os eventos hoje?
Nós adoramos tocar na Europa. Temos muitos amigos por lá e todo festival que nós tocamos sempre tem um grande e ótimo público para nós. Acho que a cena na Europa está bem bacana!
Como você avalia a cena psychobilly hoje no mundo com bandas com som clássico e outras com som mais pesado?
Há várias bandas com som old school hoje em muitos países. Nos Estados Unidos, Alemanha, Suécia, Suíça, Japão, Rússia, Brasil... Nós gostamos de muitas delas como The Grims, The Frogs, The Psyclocks, The Rusty Robots, The Tazmanian Devils, entre muitas outras.
Como é a cena de psychobilly na Rússia?
A cena é bacana e está crescendo. Temos várias bandas legais em partes diferentes do país e também um público participativo e crescendo.
Quais são suas expectativas de tocar no Psycho Carnival, no Brasil?
Nós nunca tocamos do outro lado do planeta Terra! E esperamos ser bem recebidos aí no Brasil. Por isso, estamos felizes e orgulhosos de sermos convidados e tentaremos fazer um dos nossos melhores shows nesse festival brasileiro. Além disso, também será bacana porque veremos várias bandas legais e, claro, conheceremos essas beleza que é o Brasil.
Vocês conhecem alguma banda brasileira de psychobilly ou rockabilly?
Sim, claro! Conhecemos Os Catalépticos, As Diabatz e o Sick Sick Sinners.
Vocês gostariam de ver alguma coisa no Brasil se tiverem tempo livre?
Sim, nós gostaríamos de pisar no mar, conhecer uma praia se tivermos tempo.
Como será o set do The Magnetix no Psycho Carnival?
Acho que tocaremos quase todas as músicas dos nossos discos e mais alguma coisa... o set deve durar em torno de uma hora de duração.
Quais os planos para o The Magnetix?
O tempo está corrido e estamos trabalhando num disco novo. E, claro, iremos para mais uma tour na Europa esse ano, como sempre.



* Confira o Facebook do The Magnetix.
* Confira site do The Magnetix.
* Veja vídeo do The Magnetix tocando “Cold sweat” ao vivo com Jeroen Hammers no vocal.
* Fotos: Divulgação

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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Bad Luck Gamblers volta ao Psycho Carnival depois de três anos

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São Paulo estará muito bem representado no Psycho Carnival 2015. Os paulistanos do Bad Luck Gamblers voltam ao festival, depois de terem tocado em 2008 e 2012, dessa vez com nova formação. O trio promete tocar músicas novas que estarão no EP que será lançado em vinil até o final do ano.
A banda foi formada em 2004, em São Paulo, e tem sonoridade misturando psychobilly, rockabilly e country. As músicas são sobre hot rods, pin ups, jogatina, muita diversão, entre outros aspectos da cultura billy.
O Projeto Zombilly bateu um papo com o guitarrista e vocalista Joe Marshall (foto) que falou sobre a participação da Bad Luck Galblers no Psycho Carnival 2015, do novo disco, de mais uma tour na Europa, de seu outro projeto, a Joe and the Wet Rags (que lançou um disco bem bacana no ano passado), entre outros temas. A Bad Luck Galblers tocará no Psycho Carnival no dia 16 de fevereiro, segunda-feira, no Espaço Cult.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Qual será a formação da banda no festival?
JOE MARSHALL -
A Bad Luck Gamblers hoje conta comigo (Joe Marshall, guitarra e vocal), Maniac Biffs (baixo acústico, backing vocal) e Renan Pigmew (bateria).
Como será o set do show no Psycho Carnival?
Tocaremos sons do nosso primeiro disco, “Don´t bet on us”, sons novos também que sairão no próximo disco e alguns covers que gostamos.
Tem alguma banda que você esteja afim de ver show no festival?
Estou muito afim de ver o Goddamn Gollows, Barnyard Ballers e Magnetix que não conheço mas estou ouvindo falar muito bem!!
Como é tocar num festival que reúne bandas e público de vários países?
É sensacional... inclusive estava comentando com amigos esses dias.. O Psycho Carnival é foda! A divulgação é monstra aqui e lá fora também... é um reencontro de amigos de todo o Brasil. É um festival excelente pra mostrar nosso trabalho e admirar também outras bandas.
Como está o Bad Luck Gamblers agora e planos da banda?
Na verdade estamos fazendo um disco novo, um EP na verdade com seis musicas.  Pretendemos lançar em vinil ainda esse ano. Como trocamos de baterista, tivemos que ensaiar e tal... mas, após esse disco, queremos também fazer um vídeo e partir pra uma tour na Europa, provavelmente em 2016.
Você tem outros projetos, está sempre produzindo bandas e discos... a cena rockabilly no Brasil tem altos e baixos. Hoje tem poucas bandas. Como você avalia o gênero e suas bandas no país?
Além do Bad Luck Gamblers tenho outra banda chamada Joe and the Wet Rags que tem influencia de rock anos 50, rockabilly e country, numa pegada mais raiz... a cena rockabilly, apesar de não ter muitas bandas, aumentou bastante do que era há dez anos, na época que eu estava no Crazy Legs. Já produzi algumas bandas e estou gravando mais. O que posso dizer é que essas bandas estão gravando músicas próprias, o que acho muito muito foda, e varia de banda pra banda como: cantar em português ou em inglês, uma mais pro estilo Teddy Boy outra não, uma com uma sonoridade mais "blues". Ou seja, cada uma fazendo seu som, independente de ser o "autêntico" rockabilly. Acho que estamos no caminho certo para mostrarmos lá fora nosso trabalho. Existem bandas ótimas aqui se destacando e surgirão outras com certeza!!
* Confira o Facebook do Bad Luck Gamblers.
* Veja o video de “Devil´s lucky dice”, do Bad Luck Gamblers.
Fotos: Andye Iore
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sábado, 10 de janeiro de 2015

As Diabatz apresentam músicas inéditas no Psycho Carnival

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O Projeto Zombilly inicia a tradicional serie anual de entrevistas sobre o festival Psycho Carnival com a volta de uma brasileira que está morando na Alemanha e está bem ansiosa para tocar no festival curitibano novamente. Batemos um papo com a guitarrista e vocalista da banda As Diabatz, Carol “Baby Rebel” (foto). Ela falou sobre voltar ao Brasil depois de dois anos e como está o contato com as outras meninas da banda preparando o set para o Psycho Carnival. E também comentou sobre seu novo projeto musical na Alemanha.
Antes do Pyscho Carnival 2015, As Diabatz tocarão no badalado festival “Rockabilly Psychosis”, na Bélgica, no dia 7 de fevereiro, dividindo o palco com Demented Are Go, The Monsters, Spellbound, entre outras bandas. “Vamos tentar umas músicas novas, com menos versões dessa vez”, anunciou Baby Rebel. “Mas, temos que ver se vai rolar primeiro no Rockabilly Psychosis pra depois ver se tocamos as músicas no Psycho Carnival”. Além de músicas inéditas, As Diabatz também trabalham numa tour europeia para setembro desse ano.
ACÚSTICO - Carol Rebel está morando em Mönchengladbach, no Noroeste da Alemanha, cidade com aproximadamente 260 mil habitantes e onde ela dá aula de inglês. E é onde ela começou um novo projeto musical junto com o namorado. A The Halfwits tem Carol Baby Rebbel no violão e voz e Paddy Evans no baixo acústico. Eles fazem um som acústico misturando country, rockabilly e psychobilly. A banda tem tocado clássicos desses gêneros (como sons de Hank III, Demented Are Go e Frenzy) e em breve divulgará repertório próprio.
As Diabatz tocarão no Psycho Carnival no dia 14 de fevereiro, sábado, no Espaço Cult.
Foto: Andye Iore

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