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terça-feira, 12 de março de 2019

Loja O Porão Discos divulga agenda de eventos


A loja O Porão Discos anuncia sua participação em eventos nos dois próximos meses. Incluindo no Clube do Vinil de Maringá e em Curitiba. Seguindo o calendário que já fazemos desde 2014 com eventos especiais no Clube do Vinil de Maringá em abril terá mais um Record Store Day, com atividades paralelas que serão anunciadas ainda. E, claro, discos especiais e promoções como fizemos nos últimos anos. 
Apesar do Record Store Day não ter eventos oficiais no Brasil, nós fazemos em Maringá nos últimos quatro anos para valorizar os colecionadores de discos de vinil. 
Vale ressaltar que nas feiras do CVM outros expositores também tem algumas das edições limitadas do Record Store Day. Na imagem abaixo alguns dos discos que estarão á venda nesses eventos. 

- 16 de março, sábado – 36ª Feira do Clube do Vinil de Maringá, no Mercadão de Maringá. A loja estará fechada;
- 23 de março, sábado – 7ª Feira Nacional Curitiba Vinil, n´A Travessa, em Curitiba. A loja estará aberta entre 9h e 14h;
- 6 de abril, sábado – Pré-Record Store Day, em Maringá. A loja estará aberta entre 9h e 12h;
- 13 de abril, sábado – Record Store Day, no Mercadão, em Maringá, mais um evento a ser anunciado em breve. A loja estará fechada.
 



A loja O Porão Discos fica na rua Lauro Werneck, 787,em frente a Universidade Estadual de Maringá (UEM). Fone: (44) 3040-1970. Horários:
- semana entre 13h30 e 19h30
- sabado entre 9h e 14h

sexta-feira, 6 de julho de 2018

O Porão apresenta variedade e opções alternativas


A loja O Porão Discos foi reaberta em Maringá depois de 20 anos que fechou. O novo endereço é na rua Lauro Werneck, 787, em frente a Universidade Estadual de Maringá (UEM). A nova loja tem um acervo variado, com foco em discos de vinil, mas também apresenta outros produtos sobre colecionismo. Como histórias em quadrinhos, miniaturas, fitas K7, camisetas, bottons, entre outros.
Nessa primeira semana de atendimento alguns clientes da loja anterior foram visitar o novo espaço cultural. Como foi com o colecionador Anderson (foto abaixo) que passou pela frente, viu a fachada da loja e achou curioso. Entrou para conferir e teve a agradável surpresa que era a mesma loja que ele frequentava há 20 anos.  “Vou passar aqui todos os sábados”, disse com um sorriso após comprar disco do The Police e um feltro.


Assim como era na década de 1990 é possível encontrar títulos alternativos e do underground. O que não é comum em outras lojas por não serem comerciais. Ou seja, não venderem muitas unidades. Como discos de grind core e black metal, camiseta do filme Donnie Darko, fanzines, entre outros títulos. Tudo acompanhado de atendimento especializado, com o cliente recebendo informações sobre os materiais. O espaço também vai divulgar os eventos do Clube do VinildeMaringá (CVM) e de parceiros. 
Outro diferencial d´O Porão Discos é horário de atendimento alternativo. A loja abre e fecha em horários diferentes durante a semana para que pessoas com compromisso e hábitos diferentes tenham mais opções de irem à loja. Incluindo à noite e no final de semana. Os horários são anunciados nas páginas da loja no Instagram e Facebook: @oporaodiscos 






terça-feira, 12 de setembro de 2017

Zombilly discoteca em festa dos anos 80


O Projeto Zombilly volta a discotecar em Maringá. Dessa vez será no recém-inaugurado O Buraco SeboBar na Festa Anos 80 & Bazar Cultural que acontece no próximo sábado (16), com entrada gratuita. O evento começa às 15h com o bazar cultural com o Clube do Vinil de Maringá e convidados.
Entre os produtos nas bancas terá discos de vinil, roupas, bonés, acessórios, bottons, artesanato, decoração, entre outros. E às 21h começa a discotecagem com Andye Iore (do Zombilly) e Edson Laars (da Ruffians Rec) rolando aquela nostalgia bacana com o melhor dos anos 80. Discotecagem com discos de vinil de época!
Apesar de não tocar muito em Maringá, Iore já discotecou em badaladas festas de rock em outras estados. Como no Caos (em São Paulo, foto), Asteróide Bar (em Sorocaba), no Portela (em Salvador), entre outras.
O acervo de discos do Projeto Zombilly está cheio de novidades. Muitas raridades em discos usados, discos gringos e diversos títulos independentes de bandas brasileiras. Acabamos de participar no último final de semana da convenção Expo Tattoo Londrina e no dia 7 de outubro estaremos em Curitiba para a Feira Nacional de Discos.

O Buraco fica na rua Neo Alves Martins, 2048, próximo ao Shopping Maringá Park, no centro de Maringá. 

quarta-feira, 6 de setembro de 2017

Convenção de Tattoo tem gringos e feira de discos


Será realizada em Londrina (a aproximadamente 90km de Maringá) no próximo final de semana a I Expo Tattoo Londrina. O evento reúne entre 10h e 22h, entre os dias 8 e 10 de setembro, tatuadores brasileiros e estrangeiros e diversos eventos paralelos, incluindo shows e feira de discos de vinil, no Iate Clube de Londrina (na avenida Higienópolis, 2135).

A Expo Tattoo é organizada pelo casal Fernando (foto acima) e Laryssa Nicolini e deve reunir um grande público que vai conferir o trabalho profissional de 200 tatuadores e também atividades artísticas e culturais em 70 estandes. Entre eles feira de discos de vinil Londrinil, concurso de tatuagens em 19 categorias, concurso de Miss Tattoo, show com a banda curitibana MotorBastards, workshops, barbearia, bazar e praça de alimentação.
Para os fãs de tatuagens é uma oportunidade única de fazer uma tattoo com um profissional de destaque no mercado, conhecendo técnicas e estilos diferentes. "É importante para a população conhecer e diferenciar o trabalho de um iniciante, amador, de um profissional que investe em equipamento, em estudos para estar atualizado e ter um trabalho de qualidade", diz Laryssa Nicolini.

ORIGEM - A ideia da convenção em Londrina começou no final da década de 2000  quando o destaque do setor eram os reality shows na TV a cabo, tipo "Miami Ink". O tatuador Fernando Nicolini lembra que foi amadurecendo o projeto no decorrer dos anos, conforme trocava experiências com amigos tatuadores.
Até viabilizar esse ano, colocando Londrina no calendário internacional das convenções do segmento. "Já era hora de Londrina ter a sua. Estamos fazendo esse evento independente, na raça, quase sem patrocínio. Só contando com o apoio dos artistas participantes e o publico", comenta Fernando Nicolini.

CULTURA - Na parte de discos os expositores dos grupos Londrinil e Clube do Vinil de Maringá prepararem um acervo com discos de rock, indo desde raridades usadas com discos de época até lançamentos gringos, indo do heavy metal até alternativo, passando por blues, punk, rockabilly, surf music, entre outros.
Os expositores aceitam pagamento com cartão e também compram e trocam discos usados em bom estado. 

O ingresso para o evento custa R$ 15 ao dia e o passaporte com acesso aos três dias custa R$ 35. Confira mais informações no site da Expo Tattoo Londrina  ou pelo telefone (43) 3337-0514.
Foto: Arquivo pessoal

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

TMMM foca nos palcos em 2017


A banda piracicabana de surf music The Mullet Monster Mafia  (foto) vai se dedicar a fazer muitos shows em 2017 e não deve lançar disco esse ano. O trio se prepara para tocar no festival Psycho Carnival no final do mês, onde costuma fazer grandes apresentações e ganhar mais fãs, inclusive gringos.
O TMMM está em tour divulgando o disco “Surf´n´goat”. A banda apresenta um novo baixista Jeferson “Jé” Novaes, que substitui temporariamente Netão que está em tratamento de saúde. Jé chegou no primeiro ensaio na semana passada já com todas as músicas do set tiradas e foi muito bem em três shows que a banda fez no último final de semana (fotos desse post).
O disco “Surf´n´goat” é um compacto 7” lançado pelo selo belga Drunkabilly Records com quatro músicas – “Surf 'n'Goat”, “Porno diesel”, “Fishwater Cataia” e “Black Coffin Board”. O disco é em vinil vermelho e as copias são numeradas. Foram feitas mil copias na Europa, sendo que 250 vieram para o Brasil. A gravadora considera fazer uma segunda prensagem menor e com o vinil em outra cor.
O TMMM fez uma tour no ano passado na Europa passando por oito países e eles voltam esse ano para a quarta temporada europeia, tocando nos principais festivais europeus de surf music.
O festival Psycho Carnival acontece entre os dias 24 e 27 de fevereiro, no Jokers Pub, em Curitiba, com 24 bandas em quatro dias. O Projeto Zombilly bateu um papo com o baterista Nery que comentou sobre as novidades do The Mullet Monster Mafia.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Como está o trabalho do Mullet Monster Mafia agora ?
NERY -
Estamos na tour do compacto “Surf´n´goat” que saiu no ano passado e vamos fazer mais shows esse ano pra divulgar esse disco em outros lugares. E vamos voltar pra Europa no meio do ano, que será a segunda parte dessa tour europeia. Vamos participar de festivais de Verão lá, devem ser uns cinco ou seis festivais. E também estamos tentando shows na Argentina e Colombia.
A banda está com baixista temporário ...
Estamos fazendo uma mini tour em São Paulo e Minas Gerais antes do Psycho Carnival. Quem está tocando baixo é o Jé [Jeferson Novaes]. Ele está ajudando a gente depois do Murilo que tocou também, enquanto define a situação do Netão. O Jé que está escalado para tocar no Psycho Carnival conosco. Ele tocava numa banda de Piracicaba chamada One Minute Less. Ele tem uma história bacana na cena punk e hard core da cidade.
E qual planejamento para gravação e discos?
Provavelmente não devemos fazer disco novo esse ano. Vamos bater bastante no “Surf´n´goat” mesmo, que é o material novo, bacana e tem boa aceitação. Vamos divulgar bem esse material e podemos até lançar uma segunda edição dele na Europa. Vamos tratar disso na tour na Europa. Vamos entrar em estúdio só no ano que vem pra fazer um álbum novo da banda.
Como será o show no Psycho Carnival?
Quem vai tocar baixo será o Jé que já fez alguns shows essa semana. Vamos fazer o nosso surf porrada. Vamos mexer em alguma coisa no set para não fazer show igual todo ano pra dar uma dinâmica diferente no show.
Como é o público do Mullet Monster Mafia na Europa?
A Europa é bom demais pra gente! Na última tour que fizemos teve gente viajando de um país pro outro pra ver a gente tocar. Vimos muitas camisetas de tour passadas nossas. E a recepção é sempre muito boa. O público compra o merchandising da banda... é uma puta diversão. Não é muito diferente do Brasil, mas é mais intenso. Nós fechamos blocos de shows e acabamos sentindo essa intensidade mais frequente. O fato de voltarmos para Europa esse ano não estava nos nossos planos. Íamos trabalhar num disco esse ano, mas no decorrer da tour no ano passado surgiram mais convites para tocarmos nos festivais de Verão lá. Então vamos fortalecer ainda mais o nome da banda na Europa e voltar com um disco novo em 2018.
Quais são as regiões que tem um público e bandas mais bacanas de surf music?
A França é massa demais pra surf music! As escolas francesa e belga, que sempre falo que são a segunda geração da surf music. Hoje na França tem umas bandas absurdas como a Cannibal Mosquitos, Demon Vendetta, The Irradiates, o Hawaii Samurai voltou e está fazendo shows. Na Bélgica tem o SpeedBall Jr, Fifty Foot Combo lançou um puta disco novo e um dos melhores lançados no ano passado. Pra mim, sempre Bélgica e França são bem legais. Além disso tem a Austria que sempre vamos pra lá fazer shows com o Burning Aces que são nossos irmãos de lá e são sempre legais também.
DISCOGRAFIA

- “Power surf orchestra” (CD, 2009)
 - “Dogs of the seas” (CD, 2011)
 - “Clash Of The Irresistible” (12”, 2013)
 - “To mega surf” (12” picture, 2015)
- “Adenaline explosion” (K7, 2016)
- “Surf´n´goat” (7”, 2016)








- Confira a página do The Mullet Monster Mafia no Bandcamp .
- Confira a página do The Mullet Monster Mafia no Facebook .
Fotos: Andye Iore

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Agenda e dicas de eventos

blues mga
Maringá recebe nos dois próximos finais de semana festivais bem bacanas. O primeiro será no próximo sábado (6) com bandas de blues e rockabilly no Night Club. E no dia 13, sábado, acontece a quinta edição do Maringá Rock, no Armazem. Não tem do que reclamar!

• 5 de agosto, sexta - Phantom Powers, no Malvadeza Pub, em Porto Alegre (RS)
•
6 de agosto, sabado - Rockabilly & Blues Internacional com as bandas Amber Foxx & Bobby Cavener (EUA), Adriano Grinneberg (SP), Vasco Faé (SP) - no Night Club, em Maringá. Informações: (44) 9919-9966.
•
13 de agosto, sábado, a partir das 16h - festival Maringá Rock, com as bandas Casa das Máquinas, Seres Inteligíveis, Stolen Byrds, Fracasoul e Dog Day. O evento tem ainda feira do Clube do Vinil de Maringá, Food truck e Barbearia. Local: Armazen Bar, rua Joaquim Duarte Moleirinho, 4392, em Maringá.  Fone: (44) 9904-3031.
•
13 de agosto, sábado - Run Devil Run, no Forasteiros Bar, rua Afranio Peixoto,51, Ribeirao Pires (SP)
•
20 de agosto, sábado - feira de discos no Kinoarte, em Londrina.
•
21 de agosto, domingo - Feira de Discos de Campinas & Bazar Clube das Pin Ups, na Estação Cultura, rua dos Expedicionários, em Campinas (SP)
•
21 de agosto, domingo - Odio Social, rua Riachuelo, 328, São Paulo
•
25 de agosto, quinta-feira - Richie Ramone + Cherry Bomb, no Valentino, em Londrina
• até 30 de agosto - Exposição de Xilogravuras de Klaus Koti, no Jokers, na rua São Francisco, em Curitiba

segunda-feira, 9 de maio de 2016

A verdade sobre a volta do vinil



Não existe volta do vinil! Essa é a mais pura verdade sobre o mercado fonográfico brasileiro. Quem tanto fala em volta do vinil nas conversas com amigos ou em reportagens na mídia, é quem não acompanha o setor e está  acompanhando esse setor há pouco tempo.
Para quem coleciona discos de vinil, esse mercado nunca acabou. Sempre existiu. Mesmo quando não havia fábrica em atividade no Brasil. Os colecionadores seguiram comprando seus vinis pela internet, em feiras de antiguidades, sebos ou pediam para os amigos que viajavam ao exterior para trazer algum bolachão na viagem. Já que na Europa e Estados Unidos o mercado seguiu lançando vinis todos esses anos.
Lugares como a Feira de Antiguidades da praça Benedito Calixto, em São Paulo, sempre tiveram bancas com discos de vinil para vender. Um outro exemplo aconteceu em outubro de 2011, quando foi feita uma feira de discos na Vila Madalena, em São Paulo. O evento não só teve muitos expositores, como o amplo local ficou lotado com o público e mal dava para ver as bancas de tanta muvuca (foto). Tudo isso sendo que já havia ocorrido outras edições e muito antes dessa ladainha da mídia atrasada falando que o vinil voltou.
O que acontece hoje é que o mercado está se reestabelecendo com mais fábricas, mais bandas lançando disco e colecionadores reativando suas vitrolas. O que, naturalmente, aumenta o interesse e a comercialização dos vinis.
* Confira mais fotos da feira de discos em 2011 em São Paulo.
Foto: Andye Iore

sexta-feira, 6 de maio de 2016

Clube do Vinil faz feira de discos em cervejaria


Será realizado no próximo sábado (7) a XIV Feira do Clube do Vinil de Maringá e a segunda edição do Bazar Cervejeiro, no Tasting Room das cervejarias Araucária e RedCor, em Maringá. O evento reúne duas culturas diferentes com muitos fãs na cidade: da cerveja artesanal e do colecionismo de discos de vinil. Tudo embalado por discotecagem de rock ao som do projeto Vinyland, com os DJs Haveck e Andye Iore.

O Tasting Room fica na avenida Américo Belai, 2329, próximo da Acema, e é ponto de encontro dos cervejeiros caseiros de Maringá e região. Além de saborear diferentes rótulos das premiadas cervejas Araucária e RedCor, o local também oferece insumos para quem quer fazer cerveja em casa e tem a opção de abastecer o growler (refil) com as cervejas para beber em casa. No dia do evento haverá como opção gastronômica chili mexicano.

Já a parte da feira de discos chega em sua 14ª edição em Maringá. Os expositores têm discos novos de gravadoras independentes brasileiras, importados e muitas raridades de rock, MPB, reggae, RAP, eletrônico, entre outros gêneros. Alguns expositores fazem trocas de discos e todos aceitam pagamento com cartão.

Entre os discos disponíveis no acervo da feira estão:
Nirvana – “Nevermind”
Wander Wildner – “Rodando el mundo”
David Bowie – “Ziggy Stardust”
Metallica – “Ride the lightning”
Arrigo Barnabé – “Clara Crocodilo”
Iron Maiden – “The book of souls”
Napalm Death – “Rare tracks”
Raulzito & Os Panteras
Sonic Youth – “Master dik/4 Tuna”
Megadeth – “Dystopia”
Cypress Hill – “´till death do us apart”
Jorge Ben – “10 anos depois”


O Clube do Vinil de Maringá tem apoio da rádio Mundo Livre e do jornal O Diário. Mais informações : (44) 9102-2912 ou pelo blog do Clube do Vinil: www.clubedovinildemaringa.blogspot.com.br

quinta-feira, 24 de março de 2016

Lombra Rec é a nova fábrica de vinis do Brasil


A produção não será tão grande, mas a chegada da Lombra Records no mercado fonográfico brasileiro foi recebida com muita animação por bandas e músicos. O selo de Brasília (DF) já começa a soltar seus primeiros discos em abril. O produtor Biu Ramos passou três anos negociando uma máquina de risca (imagem à esquerda) da Alemanha e fará um trabalho praticamente artesanal.
Mas com oferta mais camarada para quem quiser lançar seu disco de vinil. As opções são de 5”, 7”, 10”, 12”, disc flex e gramaturas variadas. A media de preço vai em torno de R$ 35 um compacto 7” e R$ 60 um álbum 12”. E sem quantidade mínima. 
O recado de quanto mais gravadoras e fábricas tiverem, mais lançamentos estarão no mercado e mais o preço pode baixar pela concorrência faz valer. “Nós da Lombra Records não entendemos nada do mercado. Nosso negócio é Música. Com eme maiúsculo”, diz Ramos.

Biu Ramos revela que já são 21 bandas que negociaram lançamento pela Lombra Records até essa semana. Entre os primeiros discos estão bandas da goiana Monstro Discos, uma coletânea de música experimental e os barulhentos paraibanos gente fina do Zefirina Bomba. “Gravamos três sons em Brasília e outros cinco aqui em João Pessoa para esse disco. Fizemos umas paradas diferentes”, comenta o guitarrista e vocalista Ilsom Barros (à direita na imagem, gravando as músicas novas), sobre o novo disco do Zefirina Bomba. Ele cita que já conhece Ramos desde 1993 e isso facilitou o trabalho, sendo uma boa alternativa depois de ter feito um orçamento na Polysom e ter desistido. “Ainda acho muito caro o vinil da Polysom. É inviável para muitas bandas”.

A princípio a produção da Lombra Records deve ficar em aproximadamente 600 unidades mensalmente. “O futuro é agora”, anuncia Biu Ramos, já sabendo da importância que terá seu selo no mercado independente que foge cada vez mais da falta de opções.
- Página do Facebook da Lombra Rec. 

Fotos: máquina: Divulgação Lombra / Ilsom Barros: divulgação Zefirina Bomba

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Nova fábrica de discos vinil agita mercado brasileiro


"Disco tem que parar de ser um hype para quem tem grana e se tornar uma realidade para o apreciador de música"

A notícia pareceu a salvação para os fãs de discos de vinil. Circulou ontem (18) pela internet a informação da Noize de que seria aberta uma fábrica de discos em São Paulo. Hoje mais duas reportagens – uma da Folha de São Paulo e outra da UOL por Alexandre Matias – ajudaram a aumentar a expectativa de bandas, artistas e colecionadores.
A Vinil Brasil deve começar a produzir discos ainda nesse semestre num galpão na Barra Funda. Das sete prensas, três estão em fase final de revisão e reparos e logo começam os testes. O primeiro disco será o "Solarsoul", projeto do musico e dono da fábrica, Michel Nath (foto), que vai usar sua produção para testar os equipamentos.

Só pelo fato de ter mais uma fábrica no Brasil já é algo muito positivo. A concorrência de mercado ajuda a ter preços mais justos, a melhorar o atendimento dos serviços, a diminuir o tempo de espera para receber o produto, entre outros aspectos.
A até então única fábrica de discos de vinil no Brasil, a carioca Polysom, é vista com desaprovação por parte de colecionadores e bandas de rock que fazem orçamento. No catálogo, um disco nacional pode passar de R$ 60 o custo. Chegando a ser até mais caro que o custo de um disco importado.

Justamente por isso que a notícia da abertura de uma nova fábrica mexe tanto com o mercado e a cadeia, dos artistas aos clientes. O Projeto Zombilly bateu um papo com o dono da Vinil Brasil, Michel Nath, que comentou um pouco mais sobre essa “muvuca” on line sobre sua fábrica.

ZOMBILLY - Você tem noção do impacto que a Vinil Brasil trará para o mercado nacional?
MICHEL NATH
- Sim tenho noção e quero estimular o desenvolvimento do mercado de disco em todas as frentes. Produção, distribuição e tornar o disco mais acessível a todos!

Tem gente tratando a sua fabrica como a "salvação" dos colecionadores de vinil no Brasil. Como tem sido a reação e recepção para você?
Ótima. Tem muita gente realmente feliz com a fábrica e o número tende a aumentar.

Por que você acha que os discos da Polysom são tão caros? Você já sabe se os seus serão mais baratos?Porque tudo é caro no Brasil. Sobre os preços deles, não posso responder por eles. Não sei como é a conta deles. Mas, fazer disco não é uma coisa tão barata, principalmente no Brasil. O meu esforço é o de promover o comercio justo. Meu disco não vai ser barato ou caro. Vai ter o preço justo. Fecho a conta, coloco uma margem de lucro que julgo honesta e coerente e é isso.

Você acredita que o vinil é um mercado que vai se reestabelecer novamente no Brasil? É um caminho sem volta?
Estou trabalhando para isso. Estimular a cena, gerar uma discografia e um legado cultural. Tornar o disco algo de qualidade sonora e mais acessível. Disco tem que parar de ser um hype pra quem tem grana e se tornar uma realidade pro apreciador de música. Sim veio pra ficar. A gente teve uma produção gigantesca, de milhões de copias, depois tudo parou. Radicalismos extremos. O lance agora é normalizar a coisa.

Foto: Arquivo pessoal

sábado, 26 de dezembro de 2015

Vinyland encerra agenda de 2015



O Projeto Zombilly encerra a agenda de eventos em 2015 no Espaço The Joy, na avenida Brasil, 2411, em Maringá. Andye Iore discoteca hoje  (26) com Adriano Haveck na última Vinyland do ano. A festa começa às 19h e vai até o começo da madrugada com entrada gratuita. Os DJ´s vão tocar rock das décadas de 1980 e 1990 somente com discos de vinil.

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Dicas de eventos no final de semana


• Festival Bruce Lee – durante esse fim de semana e aproxima semana o CineFlix , no Maringa Park, em Maringa, exibe um festival com quatro filmes do Bruce Lee da década de 1970. Os filmes são alternados durante a semana, sempre às 19h30.
• 11 de dezembro, hoje – Almir Rock Band toca Raul Seixas, no Casa da Vó Bar, em Maringá
• 11 e 12 de dezembro - Bazar De Jardim: “Um Giro No Mundo Das Artes”, na rua Cambuquira, 460, em Londrina
• 12 de dezembro, sábado, entre 15h e 20h - Bazar Cultural Crowbar, com feira de discos, bazar, exposições de artes e fotografias e show com Pancho & The Blues Gang, no Crowbar, avenida São Paulo, 330, em Maringá
• 12 de dezembro, às 20h - Shadowplay – festa com sons gothic, cold wave... com DJ Junior Pinhead, no Espaço The Joy, em Maringá
• 12 de dezembro, às 18h – Zombilly no Radio, na UEM FM 106,9
• 12 de dezembro, 22h - show com Them Old Crap, no John O´Groats, em Londrina
• 13 de dezembro, domingo, às 15h –abertura da Exposição com miniaturas de Star Wars, no Espaço The Joy, em Maringá
• 13 de dezembro, às 16h – shows com The Brown Vampire Catz e Kozmic Gorillas, na BarBearia, em Londrina
• 13 de dezembro – Trio Maguje – Forró – no Casa da Vó Bar, em Maringá

• 13 de dezembro, 15h – shows com Ivan Marinheiro, Realidade Nacional, Blueslepsia, Pancho Blues, Maringuetho – no Convés Musical, rua Rio Itajaí, 538, conjunto Branca Vieira, Maringá 
• 16 de dezembro, às 23h59, quarta-feira - Zombilly no Radio, na UEM FM 106,9
• 20 de dezembro, domingo, entre 14h e 19h – Bazar RiverRaid, no Espaço The Joy, em Maringá
• 26 de dezembro, sábado, às 19h - Festa Vinyland com discotecagem com discos de vinil com DJs Andye Iore e Haveck, no Espaço The Joy, em Maringá

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

Feira de vinil reúne multidão em galeria

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Uma galeria na rua Teodoro Sampaio, em São Paulo, ficou marcada como um dos maiores encontros de fãs e colecionadores de discos de vinil do Brasil. A Feira de Discos de São Paulo no último domingo (18) reuniu aproximadamente 100 expositores de vários estados brasileiros e uma quase incontável quantidade de bolachões, segundo o organizador Márcio Custódio. “Comprei o LP do Paulinho Boca De Cantor, ‘Valeu’, por R$ 30”, comenta Custódio sobre a correria de cuidar do evento e a vontade de ver os discos.

Essa foi a 24ª edição da feira realizada pela loja paulistana Locomotiva Discos, comandada pelos irmãos Custódio, Gilberto e Márcio. Se colocasse no mesmo espaço e tempo todos os visitantes dessa última edição daria para tomar algumas quadras da avenida Paulista e superar a adesão de alguns protestos recentes. A feira abriu às 11h e foi até às 19h30, com intenso movimento durante todo o dia, com expositor com poucos discos numa única caixa, outros com uma verdadeira loja ambulante com dez caixas.
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E era LP para tudo quanto é bolso e gosto. Inclusive os ruins. Tinha picture do Joy Division por R$ 250, edição nacional do Pavement por R$ 250 (o dono devia ser muito apegado a esse), a obra prima do punk brasileiro – “Grito Suburbano” – por R$ 500 (num estado zerado, o que tornava mais raro ainda), disco triplo do Johnny Cash por R$ 490, disco novo do Motorhead por R$ 220, entre tantas outras preciosidades. Incluindo aqueles mitos brasileiros como Jorge Ben e Tim Maia a centenas de reais, mas que os roqueiros não pagam nem R$ 0,50 e ainda quebrariam os discos só para ver o desespero dos donos. E, claro, diversas caixas com discos empilhados entre R$ 5 e R$ 10, entre 7” e 12”.
POSE - Outro aspecto positivo da feira de São Paulo em relação a outros pontos do país é a presença de músicos, produtores e celebridades. É bem comum encontrar personalidades do meio musical garimpando e comprando na feira. Como o produtor Apollo IX que se deparou com uma coletânea de bandas brasileiras de música eletrônica e industrial lançada pela Cri Du Chat e que ele produziu em 1993. Quem não conhece vende por uma merreca, quem conhece sabe que vale seus R$ 100. Na feira estava a R$ 70 em estado zerado e que fez com que Apolo posasse com o disco no estande.
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Assim como o guitarrista dos Inocentes, Ronaldo Passos, conferiu um disco de sua banda. Já o guitarrista Zé Antônio admirou o segundo álbum de sua banda Pin Ups, “Scrabby?”, custar R$ 165. Isso porque ele não viu quanto estava o primeiro, “Time will burn”, que ronda os R$ 250 quando aparece. “O Pin Ups tá rivalizando com o Jesus and the Mary Chain”, brincou um amigo ao lado com o guitarrista, ao comparar o preço de uma edição gringa dos irmãos Reid em outra banca.
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Bacana também é conferir artistas e selos vendendo seus próprios discos na feira paulistana. Assim tinha Daniel Belleza e seu álbum solo de um lado, o selo e loja brasiliense Dom Pedro Discos com albuns bacanas das bandas da capital federal, a Neves Records com boas opções de rock tosquera, a Loop Play com edições caprichadas de música brasileira e black music, entre outros.
A feira de discos de São Paulo começou em 2011. A próxima edição será em novembro com data e local a ser anunciada.

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Fotos: Andye Iore/Zombilly

segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Luiz Calanca fala sobre mercado fonográfico




Na época da loja maringaense O Porão Discos na década de 1990 o selo Baratos Afins era um dos fornecedores de discos de vinil. Devido aos compromissos comerciais e correrias das viagens a São Paulo nunca tive a oportunidade de conversar além dos negócios com o proprietário Luiz Calanca. Eram sempre encontros rápidos e formais para que eu tivesse tempo de ir a outros lugares.
Resolvi esse ano acabar com essa falha de comunicação e registrar em entrevista no Projeto Zombilly essa personalidade do mercado fonográfico brasileiro. Em agosto passei na Baratos Afins e aguardei até que Calanca pudesse me atender para uma entrevista. Mesmo com interrupções de funcionários e clientes, foi um bate papo bem bacana com aproximadamente 50 minutos de duração.
Calanca parou o trabalho com discos importados que fazia no piso superior da loja na Galeria do Rock e me atendeu numa entrevista descontraída e bem interessante. De óculos escuros e boné do The Jordans, ele falou o atual mercado de vinil brasileiro, das feiras de discos, da imprensa cultural, economia, política, de seu catálogo de discos, entre outros assuntos, resumidos num vídeo com 9min23.
Sempre crítico e bem humorado, ele segue trabalhando mesmo contra recomendação médica devido cirurgia no olho num problema causado pelo glaucoma. “Essas coisas modernas são muito obsoletas. Ficam ultrapassadas num curto espaço de tempo”, comentou a relação da atual tecnologia com os vinis. E não deixou de cutucar a grande mídia por não apresentar uma cultural de qualidade para a população. Além de uma apurada visão política. “Em vez de bater panela, de ‘Fora Dilma’, as pessoas deviam ir atrás de baixar salário de político, do preço do disco...”.
Clique no quadro acima ou no link aqui para ver a entrevista com Luiz Calanca.

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Novo encontro de carros antigos atrai grande público

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Quem foi ao restaurante Porco no Tacho no último domingo (4) teve uma ótima opção de lazer em Maringá. A primeira edição do Encontro de Carros Antigos conseguiu reunir um ótimo público durante o dia e uma grande variedade de expositores.
Além de carros antigos também havia motonetas, kustom decor, bazar, feira de discos (com participação do Clube do Vinil de Maringá) e miniaturas. Além de cerveja artesanal local e som ambiente de época. A intenção da organização é fazer no local um evento anual e encontros menores ocasionais. Mas, pela participação dos expositores e do público bem que poderia ser mensal, já que há uma carência desse tipo de evento em Maringá.
Os veículos ficaram expostos num terreno ao lado do tradicional restaurante maringaense e a feira/bazar ficou numa área mais abaixo, num barracão, onde também estava o bar. Foi grande a circulação de pessoas da região, inclusive muitas famílias que se divertiram voltando um pouco no tempo. Não só a área interna do evento ficou cheia, como a pista paralela da rodovia BR-376 ficou congestionada com visitantes que se aglomeraram por três quadras.
A variedade de veículos também agradou quem é fã de antigomobilismo. Havia desde os tradicionais Fuscas, passando por hot rod Ford, caminhonetes, calhambeques, entre outros. Confira nas fotos feitas no começo da manhã na abertura do evento.
Fotos: Andye Iore

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Quadrinhistas e zineiros expõem em feira cultural

the wild side
A décima edição da Feira do Clube do Vinil de Maringá acontece no próximo sábado (12) no Shopping Cidade Maringá e contará com uma novidade. Será feita uma exposição com quadrinhistas e fanzineiros de Maringá e região. E o mais bacana ainda é que parte dessa exposição será com o “The Wild Side”, o primeiro fanzine de Maringá, que pela primeira vez tem material exposto em público.
Os quadrinhistas maringaenses Christian Sergi, Alan Bariani e Alex Molina, acompanhados de Rogério Curiel, de Mandaguari, apresentarão e venderão seus materiais, como fanzines. Tais artistas têm produções independentes e não ocupam os espaços culturais da prefeitura maringaense. Apesar disso, tem boa visibilidade com contatos e participações em eventos em outras regiões.
E os estilos são os mais variados. Há tiras e charges, histórias em quadrinhos de ficção científica, terror e infantil, entre outras.
DOCUMENTO - O fanzine “The Wild Side” foi editado pelo jornalista Andye Iore entre 1991 e 1994, com colaboradores locais e de outros estados, teve 12 edições e ganhou repercussão em veículos de grande circulação no país como as revistas Animal, Rock Brigade, Bizz, Panacea, entre outras.
É um importante registro da Comunicação maringaense sendo a primeira publicação independente cultural na cidade. Foi a partir do fanzine que o jornalista ganhou colunas culturais em jornais da cidade como Gazeta Maringaense, O Diário e Hoje Maringá. E acabou ampliando o projeto na internet com o site cultural Supers e depois Projeto Zombilly.
A Feira do Clube do Vinil de Maringá será no Shopping Cidade Maringá (avenida Tuiuti, 710), entre 10h e 18h, com entrada gratuita. O evento tem uma feira de discos de vinil, bazar cultural e também outras exposições de artes e fotografias.
rogerio curiel
christian sergi
alex molina
alan bariani

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Luna volta para tour e relança discos em vinil

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A banda Luna se reuniu para alguns shows e terá sua discografia da década de 1990 relançada em vinil (imagem à direita). O grupo de Dean Wareham (foto à esquerda) acabou em 2005 e eles se reuniram no ano passado para alguns shows ocasionais e acabaram de anunciar uma tour com 22 shows que começou no mês passado e segue até outubro nos Estados Unidos e Europa. “Não estamos planejando músicas novas. Temos muitas boas canções antigas”, comentou Dean Wareham ao Projeto Zombilly sobre as novidades.
Para celebrar a volta oficial, será lançado um box com seis discos em vinil branco chamado “Long Players: '92 - '99”. São seis discos de estúdio mais uma coletânea de raridades com dez músicas. O box traz ainda um livro com fotos e entrevistas sobre a banda. A previsão é do box sair na metade do segundo semestre.
Os discos do box são: “Lunapark” (1992), “Bewitched” (1994), “Penthouse” (1995), “Pup Tent” (1997), “The Days of Our Nights” (1999) e “Rarities”. Ficaram de for a os quarto últimos discos lançados após 2000: “Luna Live” (2001), “Close Cover Before Striking” (2002), “Romantica” (2002) e “Rendezvous” (2004).
O casal Dean Wareham e Britta Philips seguem tocando como Dean & Britta. Além de vários outros projetos como atuação em filmes, a trilha sonora da comédia “Misstress America”, fitas cassete com músicas solo de Dean Warehan, entre outros.
O Luna fez uma tour no Brasil em 2001, quando passou por Londrina (PR). E Dean Wareham foi entrevistado pelo Projeto Zombilly. Leia a entrevista.
Foto do Luna: Andye Iore / Foto dos discos: Divulgação

quinta-feira, 23 de julho de 2015

The Joy Pub apresenta terceira edição da Vinyland

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Será realizada no próximo sábado (25) a terceira edição da festa Vinyland, no The Joy Pub & Store, em Maringá. A festa tem discotecagem somente com vinil, focando nas décadas de 1980 e 1990. Os DJs Andye Iore e Adriano Haveck fazem sets de rock, gothic, psychobilly, garage, punk, alternativo, entre outros gêneros.

A noite é aberta às 19 horas com sons mais sossegados e termina por volta da 1h da madrugada com um set mais pesado de gothic, EBM, industrial,dark wave, lembrando os tempos da saudosa loja O Porão Discos na cidade. A festa rola num clima de descontração, como uma reunião de amigos, inclusive com um microfone plugado na mesa de som com os DJs interagindo com o público no bar e atendendo pedidos na hora, como se fosse um programa de rádio ao vivo.
A entrada é gratuita. O The Joy Pub & Store tem uma ampla carta de cerveja artesanal – inclusive rótulos locais – e boas opções de gastronomia. A festa Vinyland acontece sempre no último sábado do mês e também tem um bazar cultural com roupas, discos de vinil, acessórios e bottons da Carmencita e Zombilly. O The Joy Pub & Store fica na avenida Cerro Azul, 258, ao lado da praça de patinação (banks).
Fotos abaixo da segunda edição da Vinlyland realizada em junho:
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segunda-feira, 22 de junho de 2015

Uma preciosidade instrumental dos Spotnicks

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Uma das aquisições mais bacanas na feira do Clube do Vinil de Maringá foi o compacto da banda The Spotnicks. A banda de música instrumental é um quarteto da Suécia formado no final da década de 1958. Apesar de não ser muito conhecida, a banda gravou 42 discos e vendeu mais de 18 milhões de cópias, disputando os palcos na época com The Shadows e The Ventures e influenciando muitas bandas de surf music no decorrer dos anos.
Não só na sonoridade, como também no visual. A banda com nome do satélite russo explorava o conceito de ficção científica batizando suas canções com nomes relacionados a filmes futurísticos e os músicos se apresentavam usando roupas de astronautas.A banda já teve diversas formações e ocasionalmente se reúne para turnês, tendo tocado na Europa no ano passado como quinteto.
Essa edição das imagens é um compacto duplo lançado na Alemanha em 1964. São dois discos de 45RPM com uma música em cada lado: Amapola, Johnny Guitar, Havah Nagila e Orange Blossom Special.
O disco foi comprado na Melomano Discos, um dos expositores do Clube do Vinil de Maringá. Tocarei esse disco no programa Zombilly no Radio.
* Veja vídeo de "Rocket man", com The Spotnicks.

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Festa Vinyland realiza segunda edição

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A festa Vinyland fará sua segunda edição no The Joy Pub & Store no dia 27 de junho, sábado, entre 19h e meia noite, com entrada gratuita. Os DJs dessa edição são Andye Iore, Adriano Haveck e Bulla Jr.
O evento mensal reúne amigos fãs de discos de vinil para discotecagem com discos das décadas de 1980 e 1990, com muito rock tosquera, gothic, garage, rockabilly, alternativo, entre outros. E tudo somente com discos de vinil, sem nada de MP3 ou CD. A festa tem DJs convidados e horário cedo para que a "velha guarda" possa participar e voltar para casa cedo ou poder ir para outras baladas.
A primeira edição foi realizada em maio com os DJs Andye Iore, Adriano Haveck e Potato (fotos), com muita diversão e bom papo. Além das cervejas artesanais e petiscos do bar.
O The Joy Pub & Store fica na avenida Cerro Azul, 258, próximo da praça de patinação, em Maringá.

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