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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

The Ricochets cumpre papel de headliner e ganha mais fãs


Quem já conhecia ficou admirado. Quem não conhecia virou fã. A banda britânica The Ricochets fez um ótimo show no Psycho Carnival 2015, em Curitiba. O lendário quarteto, na formação original e com músicos que passaram pelo Meteors e Guana Batz, fez um show que causou contemplação no começo (como na bacana "Night ship", no vídeo acima) e depois pegou fogo no wrecking.
A banda tocou por quase 2h e saiu muito aplaudida do palco. O set contou com os clássicos, musicas novas e alguns covers já conhecidos do público e até atendeu pedidos na hora. Outro aspecto bacana foi que Steve, Ginger, Sam e Dave ficaram entre o público antes e depois do show numa interação bem bacana com os fãs. Dificilmente uma banda com essa importância de mais de 30 anos de carreira e com seus músicos já na “meia” idade tem essa paciência e abrem mão do camarim para ficar tão acessível. A banda tirou fotos, deu autógrafos e tomou cerveja com os fãs.
Eu aproveitei e ganhei autógrafos do baixista Sam Sardi no meu disco do Guana Batz, do baterista Ginger no disco do The Highliners e dos quatro no disco do The Ricochets para registrar esse momento histórico de conhecer a banda pessoalmente.

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Fotos: Andye Iore/Zombilly

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Psycho Carnival vira festa de camaradagem dentro e fora dos palcos



E terminou mais um Psycho Carnival. A 16ª edição do festival reuniu 34 bandas em quatro dias em Curitiba (PR) com muita camaradagem e diversão. Não se viu nenhum tipo de confusão nesse tempo todo e na maratona de rock. A internet já está cheia de mensagens, fotos e vídeos sobre o festival.
O Projeto Zombilly mais uma vez cobriu o festival numa iniciativa própria com recursos próprios, no intuito de levar essa festa bacana para pessoas que, infelizmente, não podem viajar. E, claro, divulgar e valorizar as bandas desse meio. Nem sempre conseguimos ver e registrar todos os shows, mas sempre temos um rico material que chega até muitas pessoas em diferentes países. E que depois do festival são aproveitados no nosso blog e no programa de rádio.
O Projeto Zombilly agradece: ao Vlad Urban, Nery, Wallace e toda equipe de produção, Fernando Nishijima pela hospedagem, Pietro e Simone pela companhia e carona de turismo, Wilson Pereira pela carona e cervejas sempre saborosas, Vitor Leite pela parceria e cervejas, Flávio Fardado pelo atendimento no lanche, pelas bandas que entregaram CDs e vinis para divulgação, às pessoas que foram bater papo comigo e se apresentaram como fãs do blog e do programa de rádio (esse feedback é uma das coisas mais bacanas em atividades independentes!) e quem elogiou a exposição de fotos (continuo não vendendo fotos J ). Um agradecimento especial aos argentinos do Jinetes Fantasmas por nos citar no encarte do disco novo, pela simpatia dos Ricochets (principalmente pela confiança do baterista Ginger), ao Gillian (do Anomalys) pelos papos sobre rock tosquera e pela camaradagem de sempre do americano Zteben, seja pela internet ou pessoalmente!
Fizemos 990 fotografias, em torno de 2h de vídeos, inclusive alguns deles transmitidos em tempo real da frente do palco e entrevistas e vinhetas para o radio. O evento rendeu ótimos contatos que resultarão em coisas bem bacanas em breve.
AMIZADES - Ilustro esse texto com um vídeo que mostra bem o espírito do festival numa diversão e grande interação entre público e bandas. O The Anomalys fechou o Psycho Carnival com a música "Sex" com cenas impressionantes com eles totalmente gratos e felizes pela recepção do público. E nas fotos com os gringos do The Ricochets,a banda principal do festival, que me agradeceram pela divulgação que eu fiz e batemos bons papos. Já representando os brasileiros, a foto com uma pessoa que merece toda admiração e eu me orgulho de ser um grande amigo: Ademir, o vocalista do Ovos Presley.
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quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Lendas do psychobilly The Ricochets fazem show único no Brasil

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A lenda e uma das primeiras bandas do psychobilly mundial The Ricochets fará um único show no Brasil nesse final de semana. Eles têm origem numa banda de apoio chamada Pink & Black no final da década de 1970, formada por dois irmãos e um primo. Em 1979 surgiu The Ricochets já misturando o clássico rockabilly com punk, numa pegada mais rápida. Sonoridade que influenciou muitas bandas depois do lançamento do primeiro disco em 1982, “Made in the shade”, que é um clássico do psychobilly.

A banda seguiu sem muito sucesso até terminar em 1984 com a saída dos músicos para outras bandas como The Meteors e Guana Batz. Eles voltaram a tocar juntos em 1990 e dois anos depois lançaram outro álbum, “On target”. A banda lançou o terceiro disco em 2013, “Chain Dog”, e segue tocando até hoje em festivais pelo mundo. E será a atração principal da 16ª edição do Psycho Carnival, em Curitiba, com o line up original com Steve Sardi (guitarra), Sam Sardi (baixo), Dave Sardi (vocal) e Stephen Meadham “Ginger" (bateria).
A banda tocará no dia 15, domingo, no Espaço Cult. É certeza de casa cheia com muita gente se espremendo para ver de perto mais lendas do psychobilly mundial trazidas para o festival paranaense. A banda disse que preparou um set especial para os fãs e vai atender pedidos durante o show. “Queremos tocar músicas de todos os nossos três álbuns. Vamos tentar atender a todos os pedidos que fizerem”, anunciou Steve Sardi, que avisa que trará o disco “Chain Dog” para venda, além de camisetas da banda.
O Projeto Zombilly bateu um papo com o guitarrista Steve Sardi, 51 anos, que falou sobre a expectativa de vir ao Brasil pela primeira vez, comentou sobre o psychobilly no mundo e anunciou novidades sobre o próximo álbum.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Você está jogando por mais de 30 anos. O que te motiva a continuar fazendo rock?
STEVE SARDI -
Formamos os Ricochets 1979 e a banda acabou em 1983. Acabou porque queria continuar com meu trabalho regular durante o dia. E Ginger foi pro Meteors e Sam foi convidado a participar do Guana Batz. Nós voltamos em 1990 e estamos tocando desde então. Quanto à motivação, todos nós amamos o que fazemos! É ótimo quando você escreve novas músicas, novos riffs. O zumbido quando nós ensaiamos ainda existe. Estamos sempre tentando manter a música próxima de nós!
Você já tocou em diversos festivais. Como você rever a cena do rockabilly / psychobilly hoje?
Acho que a cena evoluiu. Nós começamos como uma banda tradicional de rockabilly, tocando covers clássicos de artistas da década de 1950. Foi só quando começamos a escrever nossas próprias músicas que isso evoluiu para o psychobilly e o neo-rockabilly. A cena ainda é grande na Alemanha e em algumas partes da Europa. Para nós é ótimo tocar nos Estados Unidos e no Brasil... e que isso continue por muito tempo!


Vocês são uma das primeiras bandas de psychobilly clássico. O que você acha das novas bandas que fazem um psychobilly mais pesado?
Quanto à música, há uma nova onda de psychobilly. Ele pode ser um pouco pesado para mim, em minha mente. Mas, eu acho que você tem que manter as raízes rockabilly. Não é 'Billy' se não há qualquer som de rockabilly!
Como foi viver a fase histórica do psychobilly? The Ricochets chegou a tocar no Klub Foot?
Estranhamente, nunca tocamos Klub Foot. Foi nessa época que a banda se desfez. Tocamos em muitos shows, principalmente em locais de rockabilly. Você tem que se lembrar, a cena estava passando por uma grande mudança neste momento. O psychobilly estava apenas começando a fazer seu nome. Lembro-me de tocar num grande festival rockabilly, o Caister, num fim de semana. Quando fomos no palco que estavam vestidos como gangsters, vestindo calças largas, camisas brancas, suspensórios e chapéus Trilby. Nós detonamos na primeira música. “Worried about you baby”, tocada num ritmo frenético. A multidão começou a dançar (wrecking, hoje). E isso era novo para a cena de rockabilly. O segurança pensou que todo mundo estava brigando! Só mais tarde é que eles percebem que a multidão estava reagindo ao ritmo da música! Foram grandes momentos inovadores!
Quais são as suas expectativas para tocar no Brasil, no Psycho Carnaval 2015?
Estamos todos realmente ansiosos por isso! Esta será a nossa primeira vez no Brasil. Espero que o público goste e tenhamos uma grande recepção! Estamos todos ansiosos para conhecer os fãs brasileiros!
Você sabe alguma coisa sobre o rockabilly e psychobilly brasileiro?
Não realmente. Eu sempre achei muito surpreendente que a cena se estendesse tão longe e em tantos países. Estou ansioso para ver algumas das bandas brasileiras.
Você tem interesse em ver algo sobre o Brasil se tiver tempo livre?
Esperamos aproveitar o máximo que pudermos o nosso tempo no Brasil. Obviamente, o tempo será um problema. Eu estou ansioso pelo clima quente!


O que vocês planejam para o futuro do Ricochets?
O nosso álbum mais recente “Chain dog” saiu em novembro de 2013. Ele foi muito bem recebido e ainda repercute bem. Esperemos gravar um novo álbum ou no final desse ano ou no início de 2016. Este será um álbum duplo, com um CD psychobilly e o outro será de rockabilly. Quero mostrar às pessoas as nossas raízes de rockabilly. Aguardem por isso!



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* Confira o grupo do The Ricochets no Facebook.
* Veja vídeo com The Ricochets tocando "Runnin wild" ao vivo.
Foto: Divulgação

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2015

Zombilly no Radio - Psycho Carnival 2015

psycho carnival 2015
O programa Zombilly no Radio dessa semana é um especial sobre o festival Psycho Carnival 2015. A 16ª edição acontecerá entre os dias 13 e 16 de fevereiro em Curitiba (PR). Fizemos uma entrevista com organizador do festival, Vlad Urban (foto), e também tocaremos sons de 14 das 34 bandas que estarão no evento.
Track list:
Abertura
Man or Astroman? - Engines of Difference
Motorama - Ratas de ciudad
Jinetes Fantasmas - Psycho Carnival
The Anomalys - Retox
Entrevista com Vlad Urban
99noizeagain - nine nine
Krappulas – Torture
Sick Sick Sinners - We Wanna Drink Some More
Barnyard Ballers - Barndance
Klax - My Sweet Baby
The Magnetix - Creature from outer space
The Violentures - Endless Girls
Movie Star Trash - Alex, The Large
The Mullet Monster Mafia – Walderama
Entrevista com Vlad Urban
The Ricochets - Runnin' Wild
Encerramento
Zombilly no Radio – Psycho Carnival 2015
UEM FM 106,9 - Duração: 1h05
Datas: dia 7 de fevereiro, sábado, 18h;
dia 11 de fevereiro, quarta-feira, 23h59
Pesquisa, acervo, produção, apresentação: Andye Iore
Coordenação: Paulino Junior
Trilha de fundo: Man or Astroman?
Para ouvir - UEM FM http://tunein.com/radio/R%C3%A1dio-UEM-FM-1069-s98697