Será realizada na próxima semana a Primeira Mostra de
Documentários de Maringá. O evento nos dias 4 e 5 de dezembro será a partir das
20 horas no auditório Hélio Moreira, anexo ao Paço Municipal, no centro de
Maringá, com entrada gratuita. “Estava conversando com a amiga Ana Carolina
Prado que faz videos e ela sugeriu de juntar a galera que faz documentário em Maringá”,
comenta o jornalista e organizador Victor Duarte, sobre a origem do evento.
O documentário “Punká – uma história punk em Maringá”,
que está em fase de edição, fará uma participação especial com exibição de um
trailer inédito na terça-feira (5). O vídeo feito exclusivamente para a Mostra tem 5min30 de
duração com cenas das bandas e trechos de entrevistas ainda não divulgados. O
jornalista Andye Iore fará uma breve apresentação sobre a produção do documentário
antes da exibição do trailer. Após ai Mostra na terça-feira, o bar Buraco SeboBar (na rua Neo Alves Martins,2048) receberá os participantes com trilha sonora de punk rock nas caixas de som e um precinho camarada na cerveja.
O QUE - O “Punká” conta a história do punk em Maringá,
abordando desde o final da década de 1980 a atualmente. O vídeo tem entrevistas
com músicos, cenas de shows e ensaios das bandas, cartazes, flyers, fanzines, fotografias
e muitas curiosidades num registro histórico cultural com acervo de Iore e
colaboração de amigos.
Entre os assuntos do doc estão a influência do Cólera nas
bandas maringaenses e a loja O Porão Discos que era o único ponto na região
para se comprar discos e materiais e também produziu os primeiros shows
independentes na cidade.
A Mostra de Documentários de Maringá terá também a
exposição fotográfica “Tinta: da pele ao muro”, de Gabriel Brunini. Confira os
docs participantes da Mostra:
- À flor da pele: depoimentos de mulheres com vitiligo | Ana Carolina Prado
- Parque do Ingá: o coração verde da cidade | Bruno Albertini, Gustavo Rosas e
Thainara Cruz
- Como a moda de Maringá influencia na mídia | Bruna Gabriel
- Crônicas de uma Cidade Menina: Relatos visuais sobre Maringá Victor Duarte
Faria
- Youtubers: vídeodocumentário sobre a nova geração de produtores de conteúdo
na plataforma digital o Youtube | Luan Comitre e Mércia Toloni
- Confira a página do
evento no Facebook:
- Confira o blog do doc “Punká” .
Já está disponível no Netflix o documentário “Danny says”
que foi lançado em 2015. O vídeo é sobre a vida e obra do agente cultural
americano Danny Fields, 77 anos, que foi uma mistura de produtor, fotógrafo e
assessor de imprensa de bandas que aprendemos a gostar no decorrer dos anos. Como
Velvet Undeground, The Stooges, MC5, Ramones, Modern Lovers, entre tantas outras
que ele tinha afinidades artística e sexuais, de maneira independente ou
trabalhando para revistas e gravadoras.
O documentário nem é tão bem produzido, mas é muito
interessante com entrevistas com Danny em diferentes períodos, até gravações em
fitas cassete com ele conversando com artistas entre as décadas de 1960 e 1970.
O filme tem muitas passagens curiosas e divertidas com as
bandas falando sobre Danny. Como a com Iggy Pop contando que a banda não
gostava dele como empresário e tentava de todas as maneiras se livrar dele. Até
que um dia, propositalmente, a banda passou com o caminhão deles numa ponte
baixa, estourou o veículo e destruiu parte dos equipamentos dando um prejuízo
enorme para o empresário que desistiu de trabalhar com a problemática The
Stooges.
Na parte jornalística tem uma sequencia irônica de como Danny
influenciou a mídia cultural americana. Ele trabalhava para revistas
adolescentes e conseguia incluir a tosquice punk nas publicações. E acabou
criando polêmicas que correram o mundo, como um caso que fez os Beatles serem
odiados e perseguidos nos Estados Unidos.
Danny Fields foi tão importante nos bastidores da época
que foi até homenageado pelos Ramones na música “Danny says”, gravada no disco “End
of the Century” em 1980. “Danny says” tem 1h45 de duração e é o segundo doc do
cineasta Brendan Toller, que em 2008 fez o vídeo “I Need That Record!” sobre
lojas de discos de vinil.
A banda curitibana de surf music Kozmic Gorillas está com
novo repertório. O trio ensaia o set list com novas músicas após a entrada do
baterista André Santos (do Repudiyo) substituindo Matheus Moro em julho.
Uma das novidades é “Red wave” (vídeo) que o Projeto Zombilly filmou num ensaio
no último final desemana em Curitiba. A nova canção mostra que Márcio Tadeu segue como compositor de mão cheia.
O guitarrista Márcio Tadeu reformulou a banda no final do
ano passado após passar uma temporada em Londrina e voltar para Curitiba. No baixo está Raphael Gorny (do Joanetes e
Macedonia). O entrosamento do trio está bom com a banda tocando em bares curitibanos com essa formação.
O Kozmic Gorillas foi formado em 1999 e já lançou dois
discos: “Conquering the space” (2001) e “Gorilla´s Curse” (2003). Nos ensaios
recentes a banda reformulou os arranjos de sons antigos e também já fez novas
composições, com expectativa para lançar um disco novo. O Kozmic Gorillas já tocou no Projeto Zombilly e é uma
presença constante nos track lists do programa Zombilly no Radio.
A banda de psychobilly Nekromantix volta ao Brasil para dois
shows no final desse mês. As apresentações serão no SESC Belenzinho, em São
Paulo, no dia 29, e no Jokers, em Curitiba, no dia 30. Quem viu a banda em 2011
verá dessa vez uma nova formação já que a baterista Lux Drumerette saiu em 2014
e foi substituída por Adam Guerrero (ex-Rezurex). E o público também ouvirá
músicas novas do disco "A symphony of wolf tones and ghost notes" que
será lançado no dia 21 de outubro, período do Halloween nos Estados Unidos.
COMEÇO - O Nekromantix foi formado em 1989 em Copenhagem, na
Dinamarca, e a banda se mudou para Los Angeles (EUA) logo após lançar “Return of
the loving dead” em 2001, pelo selo Hellcat Records, de Tim Armostrong, do
Rancid.O baixista e vocalista Kim Nekroman é o único da formação
original, sendo que quase 20 músicos já passaram pela banda. Ele criou o grupo
num conceito de misturar Elvis Presley com o Lobisomem, narrando histórias de
horror nas letras. Com isso, a banda se destacou no cenário psychobilly que era
dominado por bandas inglesas na época. E, claro, a banda sempre teve uma
repercussão visual por Kim usar um coffinbass feito por ele mesmo. O que ajudou
a banda a tocar pelo mundo, desde a Europa, passando pelas Américas, até o
Japão.
O Nekromantix tem nove discos e está prestes a lançar o
décimo esse ano. O set list nos shows é um desfile de músicas bacanas cantadas
em coro pelos fãs, como “Subcultural girl”, “Nice day for a resurrection”, “Demons
Are a Girl's Best Friend”, “Necrofilia”, “Horny in a hearse”, “Alice in
psycholand”, entre tantas outras.
SIMPATIA - Essa será a segunda vez do Nekromantix no Brasil.
A primeira foi em março de 2011, quando foi headliner do festival Psycho
Carnival (vídeo abaixo), em Curitiba (PR). Além do show impecável, a banda esbanjou simpatia
circulando no meio do publico, inclusive estando disponível para conversar com
os fãs num bar da cidade. Aliás, o bom humor e a ironia são frequentes em Kim
Nekroman que disse ser um bailarino exótico ao ser questionado se tem algum
outro trabalho fora do Nekromantix. Confira a seguir a entrevista feita pelo
Projeto Zombilly com Kim Nekroman falando sobre os shows no Brasil.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Como está a sua expectativa para os dois shows do Nekromantix no
Brasil em julho?
KIM NEKROMAN - Estamos bem ansiosos para volta ao Brasil. Na última vez foi no Psycho
Carnaval, que é um grande evento. Por isso, agora estamos esperando locais
menores e um público com uma atmosfera mais íntima.
Você tocou no Brasil em 2011. O que mudou na banda ... o
baterista e mais alguma coisa?
Sim, a Lux não está mais na banda. O Adam assumiu as funções de baterista há
quase dois anos. Fora isso, não muito mudou muita coisa na banda.
Quais são as suas memórias da viagem e show no Brasil?
Bem, tivemos uma situação difícil em obter nossos vistos para aquele show de
2011. Tivemos de ir ao consulado brasileiro vários dias, pegamos filas e só um dia
antes de embarcar que finalmente conseguimos os vistos. Quando chegamos no
aeroporto o nosso voo foi cancelado e tivemos de fazer uma rota diferente. O que
nos atrasou, chegamos no último minuto e fomos direto do aeroporto para o local
do show. Isso foi um pouco estressante. Mas, apesar disso, nós tivemos um
grande momento no Brasil.
Se você tivesse ficado em Copenhague você acha que o
Nekromantix seria diferente agora?
Essa é uma pergunta difícil de responder. Mas, se isso tivesse acontecido e a
banda tivesse membros diferentes, eu não acho que a banda seria tão diferente
em tudo. Eu já fui perguntado sobre isso antes e acho que são as pessoas que
estão conosco que fazem a banda e não o país em que vivemos.
Por que ficar cinco anos sem lançar um álbum?
Principalmente porque estamos muito ocupados com as turnês nos últimos anos. E também
porque tínhamos um novo baterista. Por isso, precisávamos de algum tempo para
nos certificarmos de que ele estava confortável na banda antes de gravar um
novo material.
O Nekromantix mistura rockabilly e heavy metal com
psychobilly. Como isso aconteceu na história da banda? Você decidiu fazer um
som mais rockabilly ou deixar o som mais pesado em outro disco?
Para mim não há gênero musical chamado psychobilly. Psychobilly é uma
subcultura que une uma grande variedade de billy e música relacionada ao estilo
billy. Em todos os nossos discos temos um pouco de tudo, desde o mais
sossegado, para o mais pesado e mais rápido.
O que você anda ouvindo hoje? Você ouve outro tipo de
música?
Eu escuto todos os tipos de música, dependendo do meu humor. Ninguém gosta de
comer a mesma coisa todos os dias e é assim que me sinto em relação à música.
Qualquer pessoa que ouvir um único tipo de música está realmente perdendo
alguma coisa na vida.
Você conhece alguma banda brasileira?
É claro .... Gilberto Gill e Roberto Carlos [risos]
Eu acompanhei você discutindo com uma pessoa no Facebook ...
como você considera os fãs na internet hoje? As pessoas tornam-se donos da
verdade por trás do computador ...
A Internet é um lugar incrível para se conectar com fãs e amigos .....
infelizmente, é também um lugar para os perdedores expressarem suas opiniões de
merda... ninguém se preocupa com eles.
Quando você começou o Nekromantix não havia internet. O que
ajuda e atrapalha hoje para você com a internet em relação à banda?
A mídia social é uma grande ferramenta para se conectar com os fãs e se mostrar
para um novo e grande público. Tudo hoje é muito instantâneo. As pessoas querem
a notícia antes que ela aconteça. Nós também somos uma banda que gosta de interagir
com os fãs e nossos amigos.
DISCOGRAFIA
* Hellbound (1989)
* Curse of the Coffin (1991) * Brought Back to Life (1994) * Demons Are a Girl's Best Friend (1996)
* Live Undead(2002)
* Return of the Loving Dead (2002)
* Dead Girls Don't Cry (2004)
* Brought Back to Life Again (2005)
* Life Is a Grave & I Dig It! (2007)
* What Happens in Hell, Stays in Hell!(2011)
* A Symphony Of Wolf Tones and Ghost Notes (2016)
O primeiro dia do festival Paraíso do Rock 2016 terminou
antes do que deveria. Um temporal causou a queda de energia no CTG São Jorge na
metade do show dos Replicantes ontem (15) e interrompeu a apresentação dos
gaúchos. Com isso, o evento acabou mais cedo, por volta das 2h30 da madrugada.
Por isso, a banda se apresentará hoje (16) novamente para completar sua
apresentação. Ou seja, quem chegar cedo hoje conferirá mais um show de bônus no
festival. Fora isso o evento foi bem bacana com o tradicional clima de
amizade no churrasco à tarde na casa dos organizadores reunindo bandas,
imprensa, produtores e convidados.
A abertura ficou por conta de Tiago Duarte e Cidão fazendo
um set acústico do The Jalmas e bandas gaúchas. Depois o australiano Jarrah Thompson
fez um set elétrico e mostrou suas músicas que havia tocado no dia anterior em
versão acústica. A terceira banda surpreendeu os presentes que não conheciam.
Muddy Brothers fez pessoas pedirem mais do rock psicodélico pesado que ganhou
muitos fãs no festival.
Em seguida teve a apresentação de alunos da rede muncipal que participam de atividades do Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) de Paraíso do Norte.E, fechando a noite, os aguardados Os Replicantes que
pela primeira vez tocaram na região. E fizeram o esperado pelos fãs com um set
cheio de clássicos cantado em coro por quem ficava na frente do palco. Teve até
os mais animados gritando que estavam realizando um sonho ao ver a banda.
AGENDA - Vale ressaltar que o show começa pontualmente às 22h. Hoje
se apresentam Os Replicantes (RS), Terremotor (PR), Juvenil Silva (PE),
Expulsados (Argentina) e Feichecleres (PR). Além dos shows também há bancas com materiais das bandas à venda e cerveja artesanal com preço camarada, a partir de R$ 5. Inclusive uma American Lagger engarrafada feita exclusivamente pela cervejaria Araucária para o festival com rótulo personalizado.
Poucas bandas conseguem se manter por dez anos no
underground brasileiro. A banda de garage surf Drakula, de Campinas (SP),
conseguiu não só seguir tocando por uma década como lançou quatro discos. Algo
tão difícil quanto continuar existindo.
O quarteto formado em 2006 e já se apresentou em quatro das
cinco regiões brasileiras, dividindo palco com bandas como Agent Orange, The
Dickies, Vibrators, CJ Ramone, Ratos de Porão, Cólera, Olho Seco, entre outros.
Eles divulgam o compacto “Death surf” lançado no final do
ano passado com quatro músicas, tendo participação do guitarrista australiano
Chris Masuak (do Radio Birdman). E, para celebrar a década de existência, a
banda participa de dois tributos – para o Leptospirose e outro sobre rock
americano 50´s e 60´s com o Drakula tocando The Wailers - e também já se
prepara para gravar novos sons próprios.
O Drakula já tocou no Projeto Zombilly, em Maringá, em junho de 2013. A banda também está frequentemente no track list do programa Zombilly no Radio.
DISCOGRAFIA
• “O Inferno Com I Maiúsculo” (CD Independente, 2007);
• “Comando Fantasma” (CD Laja, Rastrillo, Chop Suey e Pisces, 2009);
• “Vilipêndio a Cadáver” (Vinil 7``, Reverb-Brasil, Back on Black, Chop Suey e TrashCan,
2011);
• “Death Surf” (Vinil 7``, Reverb-Brasil, Mandinga, High Time, Esta Noite
Encarnarei No Teu Compacto, High Voltage, Chop Suey e TrashCan, 2015).
A banda de surf music Kozmic Gorillas retorna em sua origem curitibana. O trio está com nova formação depois de uma temporada em Londrina.
Dessa vez o guitarrista Marcio Tadeu (foto) está na companhia do baterista Matheus Moro (do Movie Star Trash e ex-Ovos Presley) e do baixista Raphael Gorny (do Joanetes e Macedonia). Eles ensaiam há seis meses em Curitiba e já estão na estrada em shows. “Acho que estamos num dos melhores momentos da banda”, anunciou Marcio Tadeu, sobre as novidades.
O Kozmic Gorillas foi formado em 1999 e já lançou dois discos: “Conquering the space” (2001) e “Gorilla´s Curse” (2003). Nos ensaios recentes a banda reformulou os arranjos de sons antigos e também já fez novas composições, com expectativa para lançar um disco novo. O Kozmic Gorillas já tocou no Projeto Zombilly e é uma presença constante nos track lists do programa Zombilly no Radio.
Confira video com a nova formação do Kozmic Gorillas:
A banda maringaense de fast core Ataque de Tubarão fez seu
show de despedida no último domingo (31/1) em Maringá. Dois músicos do trio
mudarão de cidade em breve e não será possível continuar o grupo. Mas os fãs já
tem uma boa opção para lembrar de uma das bandas mais bacanas criadas no
underground maringaense.
O Projeto Zombilly lança um curta metragem com cenas de
shows, entrevistas e material lançado pelo trio. O documentário "Ataque de Tubarão - BAR (Bocudo Agressivo Rápido)" tem duração de
9min49 com material produzido pelo jornalista Andye Iore, entre vídeos e
fotografias entre 2013 e 2016.
No vídeo estão os três músicos xChicox Junior (guitarra e
vocal), Iuri Marin (bateria e vocal) e
Raoni Arroyo (baixo e vocal) falando sobre a formação da banda, estilo, o que a
banda representa para cada um, entre outras situações. Os depoimentos são
intercalados com cenas de shows que o Ataque de Tubarão fez em Maringá. Além de
curiosidades como cartazes de shows, capas de discos e até do programa Zombilly
no Radio que já tocou a banda algumas vezes.
DVD - O vídeo será disponibilizado no canal do Projeto
Zombilly, no YouTube. A banda receberá uma matriz para fazer copias em DVD para
serem vendidas com o dinheiro ajudando no lançamento de um disco póstumo da
banda. O Projeto Zombilly colabora ainda nessa arrecadação de verba com a
doação de bottons para a banda vender.
Na época da
loja maringaense O Porão Discos na década de 1990 o selo Baratos Afins era um
dos fornecedores de discos de vinil. Devido aos compromissos comerciais e
correrias das viagens a São Paulo nunca tive a oportunidade de conversar além
dos negócios com o proprietário Luiz Calanca. Eram sempre encontros rápidos e
formais para que eu tivesse tempo de ir a outros lugares.
Resolvi esse
ano acabar com essa falha de comunicação e registrar em entrevista no Projeto
Zombilly essa personalidade do mercado fonográfico brasileiro. Em agosto passei
na Baratos Afins e aguardei até que Calanca pudesse me atender para uma
entrevista. Mesmo com interrupções de funcionários e clientes, foi um bate papo
bem bacana com aproximadamente 50 minutos de duração.
Calanca parou
o trabalho com discos importados que fazia no piso superior da loja na Galeria
do Rock e me atendeu numa entrevista descontraída e bem interessante. De óculos
escuros e boné do The Jordans, ele falou o atual mercado de vinil brasileiro,
das feiras de discos, da imprensa cultural, economia, política, de seu catálogo
de discos, entre outros assuntos, resumidos num vídeo com 9min23.
Sempre
crítico e bem humorado, ele segue trabalhando mesmo contra recomendação médica
devido cirurgia no olho num problema causado pelo glaucoma. “Essas coisas
modernas são muito obsoletas. Ficam ultrapassadas num curto espaço de tempo”,
comentou a relação da atual tecnologia com os vinis. E não deixou de cutucar a
grande mídia por não apresentar uma cultural de qualidade para a população. Além
de uma apurada visão política. “Em vez de bater panela, de ‘Fora Dilma’, as
pessoas deviam ir atrás de baixar salário de político, do preço do disco...”. Clique no quadro acima ou no link aqui para ver a entrevista com Luiz Calanca.
O festival Paraíso do Rock 2015 foi um dos mais
interessantes de sua história. Apesar do temporal que caiu na noite de sexta-feira
(10), o saldo foi extremamente positivo na oitava edição. No geral, o evento foi um encontro
cultural num grande intercâmbio de culturas e hábitos diferentes. Gente do Nordeste
acostumada com calor andando agasalhado e passando frio, gente do Sul
acostumada com o frio andando de bermuda e camiseta, uruguaios ensaiando frases
em português, sotaques misturando o “visse” com o “ishperrrto”, o “tchê” com o “orra
meo”, o “piá” com “poirrrtão”, churrasco com picanhas mal passadas, suculenta
feijoada transbordando linguiça e bacon, cervejas artesanais para todos os
paladares, debate sobre o rock independente brasileiro com experiências
regionais e internacionais, entre tantas outras situações.
No vídeo acima você tem uma pequena mostra de tudo isso que
rolou em apenas dois dias em Paraíso do Norte, pequena cidade do Noroeste
paranaense com apenas 13 mil habitantes. E, apesar de deslocada no mapa
cultural, consegue realizar (e manter) um festival de rock autoral que nem
cidades maiores do estado conseguem. E, quando tentam, só fazem passar vergonha
colocando bandas covers ridículas no meio do line up.
Paraíso do Rock não só NÃO tem preocupação em apresentar
bandas de apelo comercial para atrair mais “público”, como faz questão de
manter uma linha com bandas clássicas do rock´n´roll, bandas do , bandas da região e
uma interação com países do Mercosul, trazendo bandas completamente
desconhecidas na região.
Tudo isso a um preço mais ridículo que as bandas covers: R$
30 para os dois dias do evento. E ainda com boa estrutura, grande divulgação na
mídia, organização e equipamento bom. E, claro, um grande clima de camaradagem
que faz com que os músicos desejem voltar a tocar na cidade.
LINE UP - Bandas que tocaram esse ano: Autoramas (RJ), Molina y Los
Cosmicos (Uruguai), Maciel Salú (PE), Tenente Cascavel & Frank Jorge (RS), The
Mullet Monster Mafia (SP), Cavernoso Viñon (PR), Sollado Brazilian Groove (PR)
e Elemento Principal (PR). E nas festas Pré-Paraíso: Daniel Belleza (SP), The
Jalmas (RS) e Marquinhos Diet (PR).
Entre os convidados que participaram do debate estavam: Paulo André (Abril
ProRock), Marcelo Costa (Scream & Yell), Marcelo Domingues (DemoSul), Nery
(MamuteProd) e Andye Iore (Zombilly).
Quem já conhecia ficou admirado. Quem não conhecia virou fã.
A banda britânica The Ricochets fez um ótimo show no Psycho Carnival 2015, em
Curitiba. O lendário quarteto, na formação original e com músicos que passaram
pelo Meteors e Guana Batz, fez um show que causou contemplação no começo (como na bacana "Night ship", no vídeo acima) e
depois pegou fogo no wrecking.
A banda tocou por quase 2h e saiu muito aplaudida do palco.
O set contou com os clássicos, musicas novas e alguns covers já conhecidos do
público e até atendeu pedidos na hora. Outro aspecto bacana foi que Steve,
Ginger, Sam e Dave ficaram entre o público antes e depois do show numa interação
bem bacana com os fãs. Dificilmente uma banda com essa importância de mais de 30 anos de carreira e com seus
músicos já na “meia” idade tem essa paciência e abrem mão do camarim para ficar
tão acessível. A banda tirou fotos, deu autógrafos e tomou cerveja com os fãs.
Eu aproveitei e ganhei autógrafos do baixista Sam Sardi no meu disco do Guana
Batz, do baterista Ginger no disco do The Highliners e dos quatro no disco do
The Ricochets para registrar esse momento histórico de conhecer a banda
pessoalmente.
E terminou mais um Psycho Carnival. A 16ª edição do festival
reuniu 34 bandas em quatro dias em Curitiba (PR) com muita camaradagem e
diversão. Não se viu nenhum tipo de confusão nesse tempo todo e na maratona de
rock. A internet já está cheia de mensagens, fotos e vídeos sobre o festival.
O Projeto Zombilly mais uma vez cobriu o festival numa
iniciativa própria com recursos próprios, no intuito de levar essa festa bacana
para pessoas que, infelizmente, não podem viajar. E, claro, divulgar e
valorizar as bandas desse meio. Nem sempre conseguimos ver e registrar todos os
shows, mas sempre temos um rico material que chega até muitas pessoas em
diferentes países. E que depois do festival são aproveitados no nosso blog e no
programa de rádio.
O Projeto Zombilly agradece: ao Vlad Urban, Nery, Wallace e
toda equipe de produção, Fernando Nishijima pela hospedagem, Pietro e Simone
pela companhia e carona de turismo, Wilson Pereira pela carona e cervejas
sempre saborosas, Vitor Leite pela parceria e cervejas, Flávio Fardado pelo atendimento
no lanche, pelas bandas que entregaram CDs e vinis para divulgação, às pessoas
que foram bater papo comigo e se apresentaram como fãs do blog e do programa de
rádio (esse feedback é uma das coisas mais bacanas em atividades independentes!)
e quem elogiou a exposição de fotos (continuo não vendendo fotos J ). Um agradecimento
especial aos argentinos do Jinetes Fantasmas por nos citar no encarte do disco
novo, pela simpatia dos Ricochets (principalmente pela confiança do baterista
Ginger), ao Gillian (do Anomalys) pelos papos sobre rock tosquera e pela
camaradagem de sempre do americano Zteben, seja pela internet ou pessoalmente!
Fizemos 990 fotografias, em torno de 2h de vídeos, inclusive
alguns deles transmitidos em tempo real da frente do palco e entrevistas e vinhetas para o radio. O evento rendeu
ótimos contatos que resultarão em coisas bem bacanas em breve.
AMIZADES - Ilustro esse texto com um vídeo que mostra bem o espírito do festival numa diversão e grande interação entre público e bandas. O The Anomalys fechou o Psycho Carnival com a música "Sex" com cenas impressionantes com eles totalmente gratos e felizes pela recepção do público. E nas fotos com os gringos do The Ricochets,a banda principal do festival, que me agradeceram pela divulgação que eu fiz e batemos bons papos. Já representando os brasileiros, a foto com uma pessoa que merece toda admiração e eu me orgulho de ser um grande amigo: Ademir, o vocalista do Ovos Presley.
O gaúcho Wander Wildner lançará um disco novo em 2015. O oitavo
álbum do músico será lançado no dia 2 de março e já teve uma música - “Numa
ilha qualquer” - divulgada na internet na semana passada pelo próprio Wander
Wildner. Outras canções novas também são tocadas nos shows que ele fez depois
de voltar de uma temporada em Portugal esse ano. Veja o vídeo da música “Numa ilha qualquer”, de Wander Wildner.
Quem for visitar a exposição sobre Salvador Dali em São
Paulo deve levar junto uma boa dose de paciência. O sistema de distribuição de
senhas feito pelo Instituto Tomie Ohtake causa filas e uma longa espera para
entrar. Em alguns casos, essa espera pode chegar a mais de 2h30. A situação
fica ainda pior se estiver um calor intenso ou chovendo. As filas – uma para
senha e outra para entrar – se formam na entrada do centro cultural do lado de
fora, mesmo com a entrada na parte interna sendo coberta e tendo amplo espaço
para abrigar os visitantes que aguardam a liberação da entrada. É um grande
desrespeito ao público, já que já visitamos exposições com um fluxo maior de
pessoas e com mais agilidade na entrada.
A divulgação ressalta o acervo inédito no Brasil, mas a
organização não consegue fazer algo simples que é um sistema mais ágil para
entrar no instituto. Apesar disso, a exposição vale a pena esse desconforto e
irritação no começo. Mesmo não sendo as obras mais famosas do acervo do artista
espanhol, a exposição agradará quem é fã e quem não conhece a carreira de
Salvador Dali.
São 218 obras, sendo 24 pinturas, 135 ilustrações, 40
documentos, 15 fotografias e quatro filmes, das fases entre as décadas de 1920
e 1980. A maioria das obras é do segundo escalão do acervo de Dali, mas mostra
muito da genialidade do artista. Há desde simples desenhos até trabalhos mais
elaborados de metalinguagem em mídias diferentes, que apresentam uma grande
influencia na cultura pop.
DICAS - Uma dica aos visitantes é não obedecer a ordem das sete salas
porque os primeiros espaços ficam lotados com o público que entra e se aglomera
nas primeiras obras. Vá diretamente para os outros ambientes que ficam vazios e
são ocupados aos poucos. E depois você volta para as primeiras salas.
Outra dica para quem chegar num horário com muitas pessoas
na fila do lado de fora, há uma praça a duas quadras do instituto que tem uma
banca de revistas e uma panificadora. E, em frente ao centro cultural, tem a
cervejaria BrewDog. Mas aí é mais indicado para depois da exposição.
LOCAL - O Instituto Tomie Ohtake fica na rua dos Coropés, 88, em
Pinheiros, em São Paulo. É próximo ao metrô Faria Lima, numa caminhada de
aproximadamente 10 minutos ou menos de R$ 10 se for de táxi. O espanhol
Salvador Dali nasceu a 11 de maio de 1904 e morreu em 23 de janeiro de 1989,
aos 84 anos. Ele é um dos mais influentes artistas da história, com obras
referentes na pintura, cinema, escultura e fotografia. Ele é um dos principais
artistas do surrealismo. Confira abaixo vídeo com um resumo da exposição sobre Salvador Dali em São Paulo.
Foi lançado no último sábado (6) o documentário “Marincaos:
Um estudo etnomusicológico sobre o punk em Maringá”. O vídeo tem 28 minutos de
duração e apresenta cinco bandas de punk e hard core da cidade. O documentário é
produzido e apresentado por Karyni da Vila com imagens e edição de Marco Verri,
baseados em depoimentos de sete músicos locais: Carlos Mamá (d´Os Prolétas), Carlos
Poppi e Igor Camilo (do The Junkies), Bolinha e Murilo (do FFAR), Raoni Arroyo
(do Ataque de Tubarão) e Digo Cabrel (do Desgraceria).
O projeto foi feito para um trabalho do quarto ano do curso
de Música, da Universidade Estadual de Maringá (UEM). “A origem foi quando eu cursava
Ciências Sociais e comecei a fazer um artigo sobre punk”, lembra a autora Karyni
da Vila, 22 anos. “Depois mudei para a faculdade de Música e aí transformei o
artigo em um documentário”.
O curioso é que são cinco bandas que representam variantes
diferentes do punk rock e há depoimentos mais politizados e outros mais pela
diversão, uns mais sóbrios e outros nem tanto sóbrios. O vídeo não tem a
pretensão de contar a origem do punk maringaense e nem de abordar todas as
bandas do gênero na cidade. O foco é em cinco bandas que estão na ativa - umas
há mais tempo e outras mais recentes – e deixa a critério dos entrevistados como
entrou no punk. Se por um lado falta um aspecto mais contextualizador, por
outro o documentário tem uma boa qualidade de áudio e imagem, o que é muito
difícil nesse tipo de projeto.
SEQUENCIA - O documentário “Marincaos: Um estudo
etnomusicológico sobre o punk em Maringá” foi lançado num show gratuito ao ar
livre no calçadão do Mercadão Municipal, com apresentação das bandas Os
Prolétas, The Junkies e FFAR. Ele já foi apresentado na universidade e Karyni
da Vila pretende dar continuidade ao projeto, que também foi feito no conceito “do
it yourself”, já que ela precisou bancar despesa de filmagens. * Confira o perfil de Karyni da Vila no Facebook.
O video acima apresenta um resumo de como foi o Zombilly Festival realizado no começo desse mês, no Casa da Vó Bar, em Maringá. O Zombilly Festival teve grande repercussão em Maringá e região e depois do evento saiu uma resenha bacana no Portal RockPress destacando o festival maringaense com bandas de garage rock, rockabilly e surf music. Leia o texto na RockPress feita por Pedro Rabelo.
A banda gaúcha Acústicos & Valvulados divulgou no
YouTube o vídeo da música "Meio Doido e Vagabundo” que faz parte do disco
novo "Meio Doido e Vagabundo - O Fino do Rock Mendigo".
O som tem riffs na linha de AC/DC e o vídeo aborda o mito de
que as mulheres gostam mesmo é do cara errado. A direção e edição é de Sérgio
Caldas.
O disco novo tem 12 músicas e pode ser comprado pelo site dabanda.
Video sobre o primeiro encontro do Clube do Vinil de Maringá que aconteceu no último final de semana, no Casa da Vó Bar, em Maringá (PR). O vídeo tem 1min32 e mostra os expositores, colecionadores, clientes e curiosos passando pelas bancas. O próximo encontro deve acontecer no final de novembro, conforme será anunciado pelos participantes do clube, inclusive com mais expositores.
A onemanband curitibana Thee Undead Big Blues Shit prepara
disco novo para ser lançado entre o final desse ano e começo de 2015. Serão 12
músicas entre regravações de sons antigos com melhor gravação agora e canções
inéditas. “Acho que será o disco definitivo do Undead até o momento",
anuncia Thee Undead sobre o novo projeto feito com uma qualidade melhor que
seus trabalhos anteriores.Ele já gravou “She wants me dead” que sairá numa coletânea
de surf music e garage. A música teve produção de Klaus Koti, o Lendário
Chucrobillyman.
Thee Undead comenta que o disco novo seguirá a tradicional linha
blues garage que usou nos discos anteriores. Mas, além de uma melhor qualidade,
também terá uma sonoridade um pouco mais agressiva, assim como tem sido os
shows.
Enquanto o disco novo não chega, o Thee Undead Big Blues Shit
segue sendo bem atuante em shows em Curitiba. Inclusive tocando na rua. A
onemanband curitibana também será uma das atrações do Zombilly Festival que
acontecerá em novembro em Maringá.
O Thee
Undead Big Bluse Shit foi formado em 2007 em Curitiba e já lançou três discos: “Baladas
do Morto-Vivo” (demo, 2009), “Four Hands, Four Feet, Four Hits” (2009, split
com o one-man-band francês The Big Wireman) e “Iguan White vs Thee Undead”
(Split com Iguan White, 2011).
* Confira a
página de Thee Undead Big Blues Shit no Facebook. * Veja abaixo vídeo com Thee Undead Big Blues Shit tocando "Ela veio de um filme B", no Projeto Zombilly, em Maringá, em 2013.
O trio Reverend Horton Heat ainda colhe elogios pelo álbum
lançado em janeiro. “Rev” é um dos discos mais bem sucedidos na carreira da
banda que estava há cinco anos sem gravar um disco. A banda lançou hoje em seu
canal oficial no YouTube, o vídeo da música “Mad mad heart”. O vídeo tem 3min10
e mostra a banda tocando um psychobilly com mulheres em silhueta dançando.
O Reverend Horton Heat foi formado em 1985, já lançou 11 álbuns e nunca tocou
no Brasil. A banda começa em agosto uma tour pelos Estados Unidos com
aproximadamente 30 shows.
Zombilly é um espaço sobre rock, trashmovies, pin ups, quadrinhos, tecnologia e hot cars.
Andye Iore, jornalista em Maringá e Cianorte (PR), fã de Cramps desde 1986 quando ouviu "Surfin´ Dead" no filme "A Volta dos Mortos Vivos". Apresenta o Zombilly no Rádio na UEM FM (106,9) . O blog também divulga bandas e eventos. Se você tiver algo interessante para mostrar, entre em contato: (44) 9102-2912 ou andyeiore@gmail.com
PRÓXIMOS EVENTOS • * programação sujeita a alterações nas datas e atrações
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HISTÓRICO DE EVENTOS
• 29/12/07 - Rinha, Billys Bastardos, Stoned Beavers
• 22/03/08 - Ovos Presley, The Brown Vampire Catz, Roque Navajo
• 20/04/08 - Petter Baiestorf, Billys Bastardos, The Cockroaches, Disgraceria e mais
• 30/04/08 - Crazy Horses, The Cockroaches e mais
• 14/06/08 - Sick Sick Sinners, The Brown Vampire Catz e Roque Navajo
• 12/07/08 - Stoned Beavers
• 08/08/08 - As Diabatz, Billys Bastardos, The Dirty Cats
• 5 a 7/09/08 - Zombilly na Psycho Fest, em Curitiba
• 2/11/08 - Zombilly na Com-Fusão, em Marília (SP)
• 21/11/08 - Zombilly Party: Brazilian Cajuns Southern Rebels, Ted Gugu e Os Espanta Neném e rat rod Jabiraka
• 3/01/09 - O Lendário Chucrobillyman, The Fabulous GoGo Boy From Alabama, Chuck Violence & His Oneman Band e Punkreas
• 20/02/09 - Chibuku (da Alemanha), The Brown Vampire Catz (Londrina), Professor Astromar & Os Criadores de Lobisomen (Mgá), na Base Bar
• 21 a 23/02/09 - Zombilly no Psycho Carnival
• 1 e 2/05/09 - Zombilly no Red Foot Stomp
• 2/06/09 - A Inimitável Fábrica de Jipes (versão acústica com Rafael Souza e Ricardo), Fernandes Bar
• 23/06/09 - Nina Nobrega, Fernandes Bar
• 25/06/09 - Zombilly no debate do Junho do Rock
• 30/06/09 - Tiny Cables Ink, Fernandes Bar
• 7 de julho 09 - Professor Astromar & Os Criadores de Lobisomem, Fernandes Bar
• 10 de julho 09- Zombilly no Paraíso do Rock
• 14 de julho 09 - Duelo Internacional de Monobandas – Brazil Tour 2009: El Monstro Orquestra (México), Amazing Onemanband (Uruguai), The Fabulous GoGo Boy From Alabama (SP), O Lendário Chucrobillyman (PR) e Chuck Violence & His Onemanband (SC)
• 21 de julho 09 - Betty by Alone (Maringá)
• 28 de julho 09 - Grenade (acústico, Londrina)
• 4 de agosto 09 - José Ferreira & Seus Amigos (Maringá)
• 18 agosto 09 - Renatão / Prof. Astromar (Maringá)
• 25 de agosto 09 - N.O.V.A. (Maringá, estreia)
• 30 de agosto 09 - Hospital Doors (Maringá)
• 1º de setembro 09 - Rádio Pandas (Maringá/Paiçandu)
• 13 e 14 de setembro 09 - Festival Rockingá
• 22 setembro 09 - Frank Paris, no Fernandes Bar
• 23 setembro 09 - Brian Oblivion & Seus Raios Catódicos
• 24 setembro 09 - A Família Palim, no Jabiraka Motor Club
• 6 outubro 09 - Betty by Alone especial "Rebite"
• 18 outubro 09 - A Família Palim (lançamento do video)
• 20 outubro 2009 - Wolf Attack (de Arapongas)
• 10 janeiro 2010 - Hospital Doors e Patriotas do Rock
• 27 março 2010 - O Lendario Chucrobillyman (Curitiba), Os Bandidos Molhados, Copacabana Pé Vermelho
• 3 de abril 2010 - Zombilly na Jecas Fest 2010, Salto (SP)
• 11 abril 2010 - A Inimitavel Fabrica de Jipes + Hospital Doors - Fernandes Bar
• 29 abril 2010, quinta-feira, 20h - Daniel Belleza + A Familia Palim - Fernandes Bar
• 1º de maio 2010, sábado - Bad Motors (rockabilly, de Sorocaba - SP) + José Ferreira + Os Bandidos Molhados - Tribo´s Bar
• 16 de maio, domingo - The Brown Vampire Catz (psychobilly, Londrina) - despedida antes do embarque para tour na Europa • 29 maio 2010 - Billys Bastardos (Londrina), Mary Lee & The Sideburn Brothers (Londrina) e Hospital Doors (Mgá) - Tribos
• 4 e 5 de junho 2010 - Zombilly no Red Foot Stomp 2010, em Londrina
• 20 junho 2010 - Salamanders + Evilásio-Macowski - Fernandes Bar