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sábado, 24 de janeiro de 2015

Zombilly no Radio - Homenagem ao The Bambi Molesters

bambi molesters

O programa Zombilly no Radio abre essa semana com um bloco de protesto pelos reajustes no começo do ano, problemas com falta de água e energia elétrica e outras mazelas criadas pelos políticos incompetentes. O segundo bloco é com bandas do cenário billy amigas do Projeto Zombilly que conhecemos nesse anos e mantivemos contato. O terceiro bloco é com garage rock, com bandas amigas, sendo que duas delas já tocaram no Projeto Zombilly. E o último bloco é um especial com o The Bambi Molesters que tivemos a satisfação de conhecer pessoalmente na semana passada.
Nesse programa estreamos novas vinhetas e temos os lançamentos de Deserdados, Desgraçado e The Dyna Jets, nova banda da Groovie Records.
TRACK LIST
The Cramps - Butcher Pete
RDP - Políticos Em Nome Do Povo
Cólera - Minha Nação
Deserdados-Cidade Insonia
Dead Kennedys - Government Flu
Los Primitivos - Whiskey en el Tren
The Quakes - Killing Moon
The Sharks - Bye Bye Girl
KLAX   My Sweet Baby
Movie Star Trash - Tentaculos do Polvo Doppler (feat. Koti)
Thee Dirty Rats - Poison!
Desgracado - bonde do desgraçado
The Dyna Jets - You know it's not easy
The Bambi Molesters - Wrong Turn
The Bambi Molesters – Siboney
The Bambi Molesters – Baia
The Bambi Molesters – Malaguena
The Magnetix - Creature from outer space

INFOS
Zombilly no Radio – 24 de janeiro de 2015
UEM FM 106,9 - Duração: 1h
Datas: dia 24, sábado, 18h / dia 28, quarta-feira, 23h59
Pesquisa, acervo, produção, apresentação: Andye Iore
Coordenação: Paulino Junior
Trilha de fundo: Kozmic Gorillas
Para ouvir no dia - UEM FM http://tunein.com/radio/R%C3%A1dio-UEM-FM-1069-s98697

terça-feira, 20 de maio de 2014

Zombilly no Rádio disponibiliza arquivos de programas

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Eis um post dedicado para os ouvintes do programa Zombilly no Rádio. Relembre alguns programas baixando em seu computador para ouvir quando quiser.
Clique no nome do programa para baixar o arquivo e no link à frente para ver o track list da edição:


* The Sharks . Confira o track list.
* Olho Seco . Confira o track list.

terça-feira, 18 de março de 2014

Renovando o acervo

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Uma das coisas mais bacanas no Psycho Carnival é poder atualizar o acervo, guarda-roupa e a coleção com discos e camisetas. O Projeto Zombilly agradece as bandas e amigos que doaram CDs para divulgação. Na medida do possível vamos tocando no Zombilly no Rádio. Na imagem acima estão alguns dos itens que trouxe dessa vez, seja do festival ou de visitas em sebos.
E nós tocamos esses discos mesmo no programa! Por isso que sempre ganhamos coisas bacanas. Curiosamente, eu já ouvi algumas vezes, músicos de bandas dizendo que eu sou o único que toca tal banda no rádio. E também agradeço quem foi falar pessoalmente ou mandou mensagem agradecendo por termos tocado alguma banda no programa. 

segunda-feira, 10 de março de 2014

Zombilly no Rádio – Especial com The Sharks

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O programa Zombilly no Rádio dessa semana é um especial com a banda inglesa The Sharks. O trio foi headliner no Psycho Carnival 2014 e fez um ótimo show para um público estimado em torno de 5 mil pessoas. O programa tem estreia de novas vinhetas com os músicos do The Sharks. Boa diversão!

TRACK LIST:
Abertura
The Sharks -Ghost Train
The Sharks -Take a razor to your head
The Sharks -Skeleton Rock
The Sharks – Hooker
The Sharks –Moonstomp
The Sharks - Bye Bye Girl
The Sharks - A Tornado Called Smith
The Sharks - I Can't Believe You're Back
The Sharks – Screw
The Sharks -Short Shark Shock


The Sharks -Death Row
The Sharks –Electrifying
The Sharks -I Cant Stop
The Sharks - Holloway Road
The Sharks - Desert Diamond
The Sharks - Schizoid Man
The Sharks – Charlie
The Sharks -We Say Yeah
The Sharks & Chuck Harvey – Burned´n´Turned (live at Brazil 2014)
Encerramento


Zombilly no Rádio – Especial The Sharks
Duração: 1h01
Pesquisa, acervo, apresentação e produção: Andye Iore
Datas:
* sábado (dia 8 de março) às 18h - UEM FM
* terça-feira (11) às 21h - Rádio Cadillacs
* quarta-feira (12) às 23h59 - UEM FM
* sexta-feira (14) às 18h - Rádio Cadillacs
Coordenação: Paulo Petrini (UEM FM), Paulão Mohawk (Radio Cadillacs)
www.zombilly.blogspot.com ;
Para ouvir: na UEM FM ou na Rádio Cadillacs.

sábado, 8 de março de 2014

Galeria do quarto dia do Psycho Carnival 2014

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The Red Lights Gang
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O Lendário Chucrobillyman
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Burning Aces
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Kingargoolas
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Kães Vadius
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The Sharks

Fotos: Andye Iore

sexta-feira, 7 de março de 2014

Agenda e dicas de eventos

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Algumas dicas desse final de semana e outros eventos próximos. Só fica em casa quem quiser...


  7 de março, sexta - The Red Lights Gang, The Porres – no Inferno Club, SP
•  8 de março, sábado – Human Trash – no Hotel Tee´s, São Paulo
• 8 de março, sábado – Cólera, 365 – no Fábricas de Cultura, em São Paulo
• 8 de março, sábado, 18h – Zombilly no Rádio especial The Sharks – UEM FM 106,9
• 9 de março, domingo – Os Botos – no Casa da Vó, em Maringá
• 9 de março, domingo - Street Bluegrass Trio – na Hot Machine Speed Shop, Londrina
• 9 de março, domingo – Dr. Sin – MPB Bar, Maringá
• 11 de março, terça, 21h – Zombilly no Rádio especial The Sharks – Radio Cadillacs
• 12 de março, quarta, 23h50 – Zombilly no Rádio especial The Sharks – UEM FM 106,9
• 14 de março, sexta, 18h - – Zombilly no Rádio especial The Sharks – Radio Cadillacs
• 15 de março, sábado – Cólera, Rock Rocket – no Zapata, em São Paulo
• 21 de março, sexta – Olho Seco, Droogies, SOS Chaos – no Hush Pub, em Londrina
• 21 de março, sexta – Drakula, Human Trash, Desgraçado – Garage Salvage, Campinas
• 22 de março, sábado – Festival Maringá Rock: Wander Wildner, Stolen Birds, Corona Kings, Montana´s Trio – no Tribo´s, Maringá
• 29 de março, sábado – Asteróides Trio com Barata (DZK) – Plebe Bar, Indaiatuba (SP)
• 29 de março, sábado - Festival Maringá Rock: Festim Circense, Seres Inteligíveis, Anônimos Aduzidos, Conservantes  – no Tribo´s, Maringá
• 26 de abril, sábado – Misfits, Raimundos – Out Maringá, Maringá
• 30 de abril, quarta – Sebadoh, The Soundscapes, Single Parents, Kicking Bullets – em Maringá
• 10 e 11 de maio - Festival do Coletivo Maringá Independente

terça-feira, 4 de março de 2014

A força da amizade através do rock no Psycho Carnival



Quando o Chuck Harvey subiu no palco do Curitiba Rock Carnival, ontem no Psycho Carnival, para cantar “Burned´n´turned” (video acima) com o The Sharks, o Alan Wilson perguntou se a plateia conhecia aquele cara e que eles eram grandes amigos há muito tempo.
A amizade entre Alan Wilson, Steve Whitehouse e Chuck Harvey (do Frantic Flintstones) representa bem o que significa o Psycho Carnival. Não precisa nem dizer que eles já não são jovens. Mas veja no vídeo a alegria dos músicos no palco. É o que rola nos bastidores do festival. Vários amigos se encontrando num mesmo evento. Um ajudando ao outro para fazer algo bacana.
Eu ouço essas bandas desde os anos 80. São mais de 25 anos comprando discos da chamada “cena Klub Foot”. Discos que foram moldando meu comportamento, meu modo de viver. E que eu jamais imaginaria ver um show dessas bandas ao vivo.
Não só vi vários no Psycho Carnival como aconteceu algo que seria surreal eu imaginar quando comprei algum disco na época: que ficaria amigo dos músicos dessas bandas. E assim Chuck vem em minha direção me cumprimentar quando me vê e pergunta sobre o blog, o programa no rádio. O Alan faz uma dedicatória no meu CD “Para meu amigo brasileiro...”. O Steve pede minhas fotos para usar no encarte do próximo disco do Frenzy. E o Smeggy me dá um abraço me agradecendo por eu ter feito uma simples entrevista para divulgar a banda dele aqui no Brasil... que, por acaso, é a lenda King Kurt!
Caramba. Viajar para o Psycho Carnival todos os anos é uma revitalização na minha vida. Que me dá disposição para encarar a rotina fora desse lado cultural. E, claro, é muito bacana saber que várias outras pessoas sentem o mesmo. E nós nos encontramos pessoalmente uma vez por ano para compartilhar isso! Parabéns a todos que fazem e frequentam o Psycho Carnival !!!
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Video - The Sharks - "Hooker"


Muita gente já está se despejando em lamentações pela internet pelo Psycho Carnival ter acabado. Quando me perguntam sobre o festival em Curitiba eu sempre falo que vale muito ir. Que as pessoas passam o ano todo gastando dinheiro com bobagens e deveram economizar um pouco para ter grana para poder conhecer esse evento.
A prova disso tudo é esse vídeo do The Sharks tocando “Hooker”. A partir dos 2min03 você vai entender o que é o Psycho Carnival. Poder ver as melhores bandas do gênero do mundo - gratuitamente – e encontrar e fazer grandes amigos.

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Steve Whitehouse elogia Psycho Carnival e público brasileiro

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Ele é outro músico com histórico respeitável que estará no Psycho Carnival 2014. Mas, a diferença do baixista Steve Whitehouse é que ele já esteve no Brasil e conhece o público do festival curitibano. Ele vem com o The Sharks em meio às gravações de um disco novo e cheio de trabalho com outros projetos. Seja banda, seja com sua coleção e restauração de jukeboxes.
Steve Whitehouse tem ótimas lembranças sobre o show que o Frenzy fez no Psycho Carnival em 2010. E quem esteve nessa apresentação entende perfeitamente isso porque foi um dos shows mais bacanas da história do festival, com grande afinidade com o público. Por isso, o baixista rasga elogios ao público e evento, dizendo que está ansioso para voltar a tocar no festival.  
O Projeto Zombilly entrevistou Steve Whitehouse e ele comentou sobre como será o show do The Sharks no Brasil, anunciou novidades, falou sobre uma história curiosa no Brasil, entre outras situações. O The Sharks tocará no Psycho Carnival no dia 3 de março, segunda-feira.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Como será o set do The Sharks no Psycho Carnival?

STEVE WHITEHOUSE - O set será uma mistura de clássicos antigos, músicas de épocas diferentes e algumas músicas novas, inclusive uma inédita do nosso próximo EP.
O The Sharks influenciou bandas no mundo todo. Inclusive com músicos batizando bandas com nomes de suas músicas. Você percebe essa importância do The Sharks na história?
Na época, quando começamos a tocar juntos, éramos apenas um bando de jovens rockabillies que só queriam fazer algo diferente. Nós nunca imaginamos que o material que estávamos fazendo seria tão influente. E nem imaginávamos que estaríamos fazendo isso por todos esses anos. Com o passar dos anos, começamos a ver bandas nos copiando e usando os nomes de nossas músicas para batizar bandas. É uma honra e, ao mesmo tempo, nos surpreende. É estranhos pensar que o The Sharks como uma banda importante na história do rock. Mas, quando pensamos quanto tempo essa cena está durando, eu me conscientizo cada vez mais do nosso lugar nessa história. Mas, realmente, nos apenas gostamos de tocar.
O que você lembra de 2010, quando você tocou com o Frenzy no Brasil?
Quando tocamos em 2010 com o Frenzy, fomos surpreendidos com a resposta do público. Foi incrível! Que show! E tinha um grande público também. Nós adoramos. Foi um grande festival com pessoas bacanas. O Brasil é um ótimo país! Tenho grandes lembranças daí! Tivemos momentos bacanas durante a nossa estadia. O Frenzy está ansioso para voltar em breve... talvez, da próxima vez, vamos participar da Zombie Walk... [risos]

Você tocou com um baixo amarelo, do Luiz Costa [do Mystry Trio]... há uma coisa engraçada sobre isso que eu não sei se você sabe: o Luiz tem um grande cuidado com seu baixo. Ele sempre toca mais “sossegado”. E você colocou o baixo nas costas, deitou no palco com ele, arrastou o baixo ...  e o Luiz estava olhando ao mesmo tempo feliz por você tocar com o baixo dele, mas muito preocupado porque ele nunca faz essas coisas...
Sim, eu ouvi sobre isso. De fato, há uma história engraçada que conto para você: Eu gostei de tocar com esse baixo .... e, como de costume, quando eu empresto o baixo de alguém em qualquer lugar do mundo, eu sempre cuido do instrumento com o maior respeito. Já toquei em shows emocionantes e animados usando baixo diferentes. Mas, nunca danifiquei o baixo de ninguém. Dessa vez, eu perguntei ao Vlad se eu poderia usar o mesmo baixo amarelo. Mas, me responderam que o cara não quer emprestá-lo dessa vez porque ele estaria com medo que eu iria danificá-lo! Que pena! Mas, não importa. Eu agradeço ao Luiz peola última vez e o Vlad já conseguiu outro baixo para o show do The Sharks.
O que você pretende ver no Brasil, se você tem algum tempo livre?
Tem um museu bacana da 2 ª Guerra Mundial que nós vimos quando passamos de carro em 2010. Tinha uns tanques de guerra do lado de fora. Mas, não tivemos tempo para entrar. Dessa vez eu gostaria muito que alguém nos levasse lá. Isso seria muito legal para mim.
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Quando você começou a tocar não havia internet. Como você usa a internet no seu trabalho hoje?
A Internet ... wow ... que mudança de vida em termos de divulgar bandas. Quando eu olho para trás, simplesmente não consigo me lembrar de como costumávamos fazer coisas sem ela! Tínhamos montes e montes de flyers em mãos e íamos a muitos shows e lugares diferentes para entregá-los para as pessoas. Tínhamos que ir para as cidades vizinhas também e colar muitos cartazes em todos os lugares .... e correr risco com a polícia por fazer isso também! Hoje em dia, você pode simplesmente um flyer digital e clicar alguns botões no computador ou no Facebook .... e, de repente , milhares de pessoas sabem sobre seus shows .... ou o seu novo álbum. É incrível. Ajudou muito a cena com o MySpace, Facebook, Reverbnation, Spotify e tantos outros! A Internet pode ser ruim em algumas situações. Mas, para a indústria da música tem sido uma revolução fabulosa!
Quais bandas você ouve hoje em dia e quais bandas novas você gosta?
Como você pode conferir na música que eu faço ao longo de 33 anos, sou influenciado por muitas bandas e artistas de estilos diferentes de música. Gosto de Bing Crosby, Elvis, Bill Haley, The Everly Brothers, Glenn Miller, Gene Vincent ..... até coisas como Level 42, Green Day, Sex Pistols, Gary Numan, Steve Vai e um monte de coisas dos anos 80. Eu tenho um gosto musical variado. É difícil falar sobre tudo. Naturalmente, eu adoro as coisas dos anos 50. Eu cresci com isso. Eu tenho uma coleção de jukebox e têm lotes de diferentes singles em vinil sobre todas as décadas! Neste momento, o que mais tenho escutado é The Everly Brothers. E um monte de coisas dos anos 60. Na verdade, estou planejando um novo projeto. É um disco de tributo ao Everly Brothers. É um dos meus grupos favoritos e quero prestar homenagem a Phil Everly. Que, infelizmente faleceu em janeiro deste ano! Eu já comecei a gravar o disco. Fora isso, eu escuto algumas bandas da nossa própria cena. Como Long Tall Texans, Batmobile , Graveyard Johnnys, Stray Cats , Polecats, entre outras.

O que te influenciou como músico?
Eu sempre fui influenciado pelos anos 50. Elvis, Bill Haley & The Comets, Gene Vincent e o restante das estrelas dos anos 50. Era muito fascinado pelo baixistas e seu baixos acústicos. Como Bill Black, Marshall Lyttle e todos os outros. Eu só queria tocar um baixo como eles. mesmo quando eu tinha apenas 5 anos de idade! Eu simplesmente amei o visual do baixo acústico. E o som do slap sempre me fascinou. Então, no início dos anos 80, quando então vi Phil Polecat e Lee Rocker tocando na TV, eu só sabia que eu tinha que começar a fazer isso também. Assim, acabei comprando um contrabaixo velho e maltratado das minhas aulas de música da escola, quando eu tinha apenas 13 anos. E levei para casa. Eu andei de um lado da cidade para a outra ! Em poucas horas eu estava tocando bem. Desde então, o slap no baixo acústico tem sido a minha vida!


Você sabe algo sobre o psychobilly e  rockabilly brasileiro?
As únicas coisas que eu sei sobre o psychobilly e rockabilly brasileiro é o que eu vi da última vez eu estava no Psycho Carnival em 2010. O Vlad nos apresentou o Sick Sick Sinners. É o lado mais escuro e pesado que  a maioria das bandas da Europa e Estados Unidos. É mais frenético e metálico... e muito bom! Estou ansioso para ver mais bandas desta vez no Brasil.
Como está o Frenzy agora? Você está gravando novas músicas?
O Frenzy é muito ocupado normalmente com muitos shows em todo o mundo! O ano passado foi o nosso 30º aniversário! E durante esse ano, nós deveríamos gravar nosso álbum para comemorar esses 30 anos,  “Rust in the machine''. Todas as canções estavam escritas e nós prontos para gravar. Mas, infelizmente, o nosso guitarrista Steve Eaton, ficou doente e paramos por um tempinho. Mas, agora estamos planejando voltar ao estúdio novamente. Espero que o disco saia até o fim de 2014! Estamos em turnê novamente também. Shows pelos EUA, Europa, Escandinávia, entre outros. E o Frenzy tem a esperança de voltar ao Brasil muito em breve também.
O que você está planejando para o futuro do Frenzy e outros projetos que você tem?
Estamos sempre planejando as coisas para todas as bandas. Algumas coisas acontecem e algumas não. Ninguém aqui está ficando mais jovem você sabe! [risos] Eu também toco no The Blue Cats, pioneira do neo rockabilly. Estamos com a agenda lotada de shows em 2014. Também estamos divulgando nosso novo disco, um disco inédito depois do “The tunnel” lançado em 1992. O novo disco se chama ''Best Dawn Yet'', pela Bluelight Records, da Finlândia. Tem dois singles desse disco, ''Billy Ruffians'' and ''The Norton Spirit''. Tem um novo projeto pela Bluelight também. É o ''On a live mission'' e está disponível em CD, vinil duplo e DVD. Estamos tocando em muitos lugares. O Frenzy está ocupado como sempre. Já o The Sharks está finalizando o novo EP chamado “Space race”. É o primeiro disco desde o “Infamy” (que estará à venda no nosso estande no Psycho Carnival. Temos muitos shows agendados esse ano. E eu tenho o meu projeto sobre o Everly Brothers. Então, eu estarei muito ocupado esse ano!
Você vai trazer algo para vender no Psycho Carnival?
O The Sharks terá um  estande com muitas coisas. Teremos camisetas, CDs, adesivos, bottons, patches para venda. Não terá material do Frenzy ou do Blue Cats. Este é um show do The Sharks. Então, somente coisas do The Sharks. Venha nos conhecer no nosso estande. Estamos ansiosos para conhecer nossos fãs no Brasil!
Fotos: Andye Iore
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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Lenda Alan Wilson é atração no Psycho carnival 2014

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Ele é uma das lendas vivas do cenário billy mundial. E estará no Brasil na próxima semana para o Psycho Carnival 2014, em Curitiba (PR). Alan Wilson, 51 anos, é guitarrista e vocalista da banda britânica The Sharks que fará show único no Brasil no festival paranaense, no dia 3 de março, segunda-feira. The Sharks foi formada no final da década de 1970 em meio a um revival do rockabilly na Inglaterra. No decorrer dos anos a banda mudou a formação algumas vezes e lançou discos alternando a sonoridade entre rockabilly e o psychobilly clássico, “geração” Klub Foot.
Alan Wilson vive de e para música. Além da banda reativada há dois anos depois de uma década parada, ele comanda o Western Star, um bacana selo de rockabilly e psychobilly lançando bandas que somente gravam no próprio estúdio do selo. E ele fala com orgulho de como bem sucedido é nesse projeto. Outra boa notícia para os fãs é que a banda já voltou a gravar músicas novas. Na semana passada, Alan Wilson publicou fotos da banda no estúdio (foto acima).
O Projeto Zombilly entrevistou Alan Wilson que falou da sua expectativa de tocar no Brasil pela primeira vez e de como gosta de fazer novos amigos por causa da banda. Ele avisa que não deve trazer discos da Western Star para vender, mas que terá um bom material do The Sharks à venda no festival como CDs e camisetas.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Essa é a primeira vez que The Sharks vai tocar no Brasil. Como está a sua expectativa?
ALAN WILSON -
Sim, esta será a nossa primeira vez no Brasil. Nós estamos ansiosos esperando a viagem e achamos que será ótimo. Alguns de nossos amigos de outras bandas tocaram aí antes e nos disseram que é um ótimo lugar. Aqui no Reino Unido o clima agora é frio e úmido. Por isso também estou ansioso para ver um pouco de sol!
Como será o set do The Sharks no Psycho Carnival?
Será uma mistura de músicas de vários álbuns e EPs. Será tipo um set list 'greatest hits'. Nós vamos tocar material que alguns consideram nossos clássicos, bem como material mais recente.
The Sharks influenciou bandas de todo o mundo, incluindo músicos batizando bandas com nomes de suas músicas. Você percebe essa importância do The Sharks na história?
As pessoas nos dizem isso e é bacana. Mas, para ser honesto, eu nunca penso nisso. Acho que tivemos apenas sorte porque fomos uma banda no início desse movimento. E nunca imaginei que mais de 30 anos depois, alguém se lembraria de nós. Nunca sonhei que eu ainda estaria tocando nos Estados Unidos, Rússia e todos esses grandes lugares distantes. E agora o Brasil! É incrível para mim. Até mesmo para pensar que alguém no Brasil conhece a nossa música é uma grande coisa que nos deixa orgulhosos. Somos gratos e muito lisonjeados por sermos influência para ninguém.
The Sharks mudou de formação algumas vezes. O que te motiva a continuar tocando?
O line up do nosso primeiro álbum é o que a maioria das pessoas considera a 'formação original'. E isso é o que temos de novo agora. O Steve Whitehouse no baixo, o Paul Hodge na bateria e eu na guitarra. É bom ter esse line up de novo. Nós ficamos uns dez anos parados e quando reformulamos a banda há dois anos, foi realmente apenas para fazer um show de aniversário de 30 anos . No entanto, ele foi tão bom e, nós nos divertimos muito, que decidimos aceitar mais algumas ofertas para shows. E nós também lançamos um disco nesse período e isso também foi muito bem.
Você é muito ativo na música. Tem banda, produz , lança bandas em um selo. Qual é a sua ideologia trabalhar com música?
É praticamente tudo o que posso fazer. Tenho vivido de música desde sempre. Eu trabalho no estúdio todos os dias. Eu cuido do selo e agora eu toco em shows ocasionais novamente com a banda. Eu estou vivendo um sonho de verdade. Eu não sou preparado para fazer um trabalho onde eu tenho que subir escadas ou cavar buracos na estrada. Não sou muito bom em fazer essas coisas!
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O que você pretende ver no Brasil, se você tiver algum tempo livre?
Eu não tenho certeza que vamos ter muito tempo, mas é ótimo conhecer pessoas. Essa tem sido a melhor parte nessa história de voltar com The Sharks, conhecendo pessoas legais em países diferentes.
Quando você começou a tocar não havia internet. Como você usa a internet no seu trabalho hoje?
Principalmente para comunicação com outras pessoas, bandas, músicos e promotores. E também para promover novos lançamentos da minha gravadora.
O que você acha das bandas de psychobilly atuais que não têm um som mais pesado?
Pessoalmente eu prefiro o som do psychobilly old school. Mas, as coisas têm de evoluir e progredir para se manter vivo. E isso é o que psychobilly tem feito. Ele sobreviveu!
Quais bandas você ouve hoje em dia e que novas bandas que você gosta?
Ouço música o dia inteiro todos os dias no trabalho. Então, eu raramente coloco um CD em casa. Eu sempre gostei de todos os estilos de música. Geralmente, ouço música quando tenho que viajar no carro, por exemplo. E, muitas vezes, coisas do meu próprio selo .... e também música de outros gêneros. Por exemplo, eu amo Madness, The Specials, … gosto de rockabilly e country antigo também.
O que te influenciou como músico?
Musicalmente foram outras bandas. Acho que o Madness teve uma grande influência na forma como eu escrevo músicas hoje em dia,... também The Kinks. Os primeiros singles e o primeiro álbum do Meteors mudou a minha vida. Antes disso, eu fazia parte daquela cena de revival do rockabilly , em meados dos anos 70 na Inglaterra.
Qual é o conceito de Western Star? Você lança apenas o que você gosta, as bandas de amigos ou ter uma perspectiva de venda comercial?
A Western Star começou como um estúdio e depois de alguns anos também virou um selo. Tenho agora cerca de 90 lançamentos de álbuns e alguns EPs, um livro e um DVD! É um selo de rockabilly e psychobilly e sempre tivemos uma política rigorosa de só lançar música gravada aqui no nosso próprio estúdio. É um selo de sucesso e, sem dúvida, uma das mais bem sucedidas gravadoras roqueiras na Europa hoje em dia ... certamente no Reino Unido!
O que você está planejando para o futuro da banda e da gravadora?
Nós acabamos de gravar um novo EP que será lançado como uma edição colecionável em vinil 10” colorido. Além disso, para download. Depois do Brasil, temos alguns shows marcados.



* Depois da entrevista nós passamos a conversar sobre coisas do Brasil. E Alan Wilson me perguntou seu eu conhecia Ronnie Biggs. Na verdade, ele falava sobre Ronald Biggs, o famoso ladrão inglês que fugiu para o Brasil depois de roubar um trem em 1963. A gang formada por 15 pessoas roubou em torno de 46 milhões de libras, o que daria mais de R$ 170 milhões. Ronnie Biggs passou 36 anos como fugitivo, viveu no Brasil, e voltou para a Inglaterra para cumprir a pena em 2001. Ele foi solto em 2009 e morreu em dezembro do ano passado. A história de amizade (foto abaixo) entre Ronnie Biggs e Alan Wilson é bem interessante e publico aqui:
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“Eu cresci lendo histórias de Ronnie Biggs. Há uns 12 anos eu escrevi "I Can't Believe You're Back", porque o dia que eu li que ele tinha voltado para o Reino Unido para encarar a prisão depois de 30 anos como um fugitivo no Brasil... bem, eu estava triste em vê-lo voltar para a cadeia. Eu enviei uma demo da música na prisão. Um dia, para minha surpresa, recebi um telefonema me dizendo que ele queria me conhecer e que tinha gostado da música. Eu o conheci e nos tornamos amigos. Visitei ele muitas e muitas vezes e ficamos bons amigos. Eu conheci um monte de gente interessante através do Ron.
Eu só o conhecia quando ele já estava velho. Mas, ele era muito bem humorado e era um homem adorável. Não era um bandido e assassino - que é a forma como a imprensa às vezes gosto de retratá-lo . Ronnie nunca matou ou fez mal a ninguém. Minha esposa também se tornou amiga de Ronnie e nós, muitas vezes, visitamos ele na casa de idosos onde ele vivia em Londres (ele foi finalmente libertado da prisão há cerca de anos). Lembro que uma vez minha esposa perguntou se ele sentia saudade do Brasil. Ele não respondeu “sim” ou “não”. Ele disse que diariamente. Ele me dizia que gostaria de voltar ao Rio de Janeiro . Ele ficou feliz ao ouvir que eu estava indo tocar no Brasil e eu prometi enviar um cartão postal. Infelizmente ele morreu em dezembro. Estávamos em seu funeral em janeiro (foto abaixo)”.
* Ouça a música "I Can't Believe You're Back", do The Sharks.
* Confira o site do The Sharks.
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quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Zombilly entrevista The Sharks - Paul Hodge

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O Projeto Zombilly entrevistou o baterista do The Sharks, uma das principais atrações do Psycho Carnival 2014. O trio britânico é uma das bandas clássicas do psychobilly e Paul Hodge (foto), 47 anos, faz parte da formação original. Ele saiu e voltou, paralelamente a tocar em outras bandas. O The Sharks é hoje sua principal atividade como músico e ele ainda se dedica ao Mickey & The Mutants e o The Voronas. A primeira é um trio de psychobilly e a segunda tem uma sonoridade mais sossegada e sofisticada, com vocal feminino bem bacana.
Paul Hodge fala na entrevista na expectativa de vir ao Brasil pela primeira vez, comenta sobre o set do show no Psycho Carnival, fala sobre futebol, entre outras situações.
ENTREVISTA
ZOMBILLY - Esta é a primeira vez que The Sharks vai tocar no Brasil. Como está a sua expectativa?
PAUL HODGE - Estou realmente ansioso por isso. Eu nunca pensei que eu tocaria no Brasil. Por isso é uma conquista enorme para nós da banda. Também ouvi dizer que o festival é incrível. As pessoas e hospitalidade são de primeira classe. Então, mal posso esperar.
Como será o set do The Sharks no Psycho Carnival?
Tocaremos algumas músicas do “Phantom Rockers” em nosso set ao vivo. Estamos colocando algumas que nunca tocamos ao vivo antes com Steve [Whitehouse, o baixista] e também estamos colocando uma ou duas músicas do “Infamy”, talvez.
The Sharks influenciou bandas no mundo todo, incluindo músicos batizando bandas com nomes de suas músicas. Você percebe essa importância do The Sharks na história?
Eu continuo achando que é difícil entender isso para ser honesto. Mas, sou muito orgulhoso do que The Sharks têm alcançado e estou muito honrado de pensar que somos uma influência sobre as pessoas.
The Sharks mudou a formação algumas vezes. O que te motiva a continuar tocando?
The Sharks teve dois baixistas diferentes e três bateristas diferentes, o que não é ruim considerando 30 anos. O que me motiva a continuar tocando é eu ainda achar que é emocionante estar envolvido na cena psychobilly e fazendo shows ao vivo ao redor do mundo. Eu também fico feliz ao gravar novo material.

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Você também tem outras bandas ... fale sobre como é trabalhar com três bandas?
The Sharks é a minha principal prioridade. As outras duas bandas, Mickey & The Mutants e o The Voronas realmente não toco muito. Tenho alguns shows com o M & tM este ano no Reino Unido. Mas The Voronas ainda está em fase de ensaio e não ocupa muito do meu tempo.
Você conhece alguma coisa sobre rockabilly ou psychobilly brasileiro?
As Diabatz foram apresentadas para mim pelo meu amigo Mark Robertson, dos Tall Boys . Ele viu show delas em algum lugar e me mostrou algumas coisas no YouTube. Gostei do que vi. Nas, não sei muito sobre outras bandas . Estou ansioso para ouvir algumas quando estiver no Brasil.
O que você pretende ver no Brasil, se tiver algum tempo livre? Eu vi na internet que você gosta de futebol ... você quer ver algum jogo aqui?
Eu adoraria! Mas, sinceramente não acho que eu vou ter tempo. É uma pena que estamos chegando em março, enquanto que a Copa do Mundo será em junho. Infelizmente chegamos na sexta-feira [dia 1º] e eu acho que voltaremos para casa na segunda-feira [dia 4] . É uma verdadeira vergonha, é uma visita curta. Claro que será fantástico, mas...
* A partir daí a entrevista seguiu para um papo sobre futebol. Paul Hodge é torcedor do Liverpool e perguntou coisas sobre o futebol brasileiro.

“É tudo totalmente diferente de como o futebol é no Reino Unido. Parece muito complicado do jeito que está no Brasil em relação ao Reino Unido...”, comentou ao saber sobre como são os campeonatos estaduais e o Brasileirão.
E, claro, que eu falei que ele não teria chances de ver grandes jogos em Curitiba porque o Paranaense é um dos piores estaduais no Brasil. Há times ridículos, grandes problemas de gestão (vide a Arena da Baixada agora), torcida violenta, times com salários atrasados na metade do primeiro turno, times da capital que ganham com o “apito amigo”, entre outros problemas. Mesmo assim, Paul Hodge disse que gostaria de ir ao estádio no Brasil.
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quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Zombilly no Rádio - Entrevista com Vlad Urban

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A primeira edição do programa Zombilly no Rádio em 2014 apresenta uma entrevista com Vlad Urban (foto), organizador do Psycho Carnival e vocalista e guitarrista do Sick Sick Sinners. Ele fala sobre as novidades do festival curitibano esse como shows gratuitos das bandas principais, comenta a escolha do King Kurt e The Sharks, entre outras situações.
Em breve o Zombilly no Rádio terá uma novidade para seus ouvintes!
TRACK LIST:
Abertura
The Quakes – Anti social girl
Sick Sick Sinners – Pot Belly Bill
Toy Dolls – Pot Belly Bill
Entrevista com Vlad Urban
Bloco com lançamentos
The Mullet Monster Mafia - Sands of little England
Kingargoolas – Lambreta sunburst
O Lendário Chucrobillyman – Rollercoaster Love
Wander Wildner – Com o vento a seu favor
King Kurt - Mack the knife
The Sharks – Bye bye girl
Entrevista com Vlad Urban
King Kurt – Gather your limbs
The Sharks – Ghost train
Encerramento
* Zombilly no Rádio – Entrevista com Vlad Urban
Duração: 1h
Data: UEM FM – quarta-feira (29), às 23h59; sábado, 1º de fevereiro, às 18h;
Pesquisa, acervo, apresentação e edição: Andye Iore. 
Coordeanção: Paulo Petrini (UEM FM)
www.zombilly.blogspot.com

Para ouvir pela internet no horário do programa clique aqui.

segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

The Sharks e King Kurt são headliners no Psycho Carnival

the sharks king kurt
Saiu hoje o line up do Pycho Carnival 2014, que acontecerá entre os dias 28 de fevereiro e 3 de março, em Curitiba (PR). O festival desse ano dá um destaque para o psychobilly clássico da fase Klub Foot. As bandas principais são o The Sharks e o King Kurt. A primeira foi formada no final da década de 1970 e tem o primeiro álbum, “Phantom Rockers” (1983), um clássico na história do gênero, e no guitarrista Alan Wilson uma das lendas do cenário billy mundial. Seja tocando, produzindo, gravando ou promovendo bandas pela Western Star. O The Sharks segue na ativa e lançou o disco “Infamy” em 2012.
Já o King Kurt nem era tão novidade assim. Muita gente já esperava a confirmação da banda, já que eles colocaram a data curitibana na agenda oficial no site do King Kurt. É um dos shows mais esperados de todas as edições do Psycho Carnival. A banda tem muitos fãs no Brasil, graças ao estilo irreverente e a zona que fazem no palco. A banda foi formada em 1981, terminou em 1988 e voltou em 1992 com shows ocasionais até hoje. O line up também conta com as bandas gringas Salidos de La Cripta (da Colômbia), Burning Aces e Anal Destination (ambas da Austria).

Outra atração bacana do Psycho Carnival 2014 será o novo formato. Haverá shows gratuitos à tarde. Isso já rolava nas edições anteriores. O bacana dessa vez é que bandas tops farão esses shows. Ou seja, quem for verá apresentações de bandas históricas sem pagar nada. O Curitiba Rock Carnival será uma parceria com a Fundação Cultural de Curitiba, com os shows rolando próximo ao Shopping Estação. Já os shows noturnos do Psycho Carnival voltam ao Jokers Pub. Então, se tivesse só The Sharks e King Kurt o Psycho Carnival 2014 já valeria a pena. Como tem muito mais, não dá nem para expressar o quão bacana é esse evento!

RADIO - O programa Zombilly no Rádio faz uma edição especial na próxima quarta-feira (29) sobre o Psycho Carnival 2014. O programa vai ao ar às 23h59 na UEM FM 106,9 e apresenta uma entrevista com o organziador do festival Vlad Urban, falando das bandas, do novo formato, entre outras atrações.
Se você quiser saber mais informações sobre o Psycho Carnival 2014 acompanhe a página do festival no Facebook.
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