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quinta-feira, 28 de abril de 2011
Novo video do Social Distortion é superprodução
A banda Social Distortion divulgou no último final de semana seu novo video. A música é "Machine gun blues", do disco "Hard times and nursery rhyme" lançado no começo desse ano. O video é uma superprodução inspirada nos filmes de gangsters dos anos 30. A banda é uma gangue de assaltantes de bancos e é perseguida pela polícia após um assalto.
Imagino como o Mike Ness deve ter se divertido nas gravações, já que ele também participou do roteiro da história.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Pin Ups e muito rock na Inked #5
Com o perdão do trocadilho, a edição 5 da revista Inked está um mel. A capa é com a atriz Mel Lisboa com fotos bem bacanas, estilo pin up no figurino. Apesar de ter uma longa entrevista com a chata da Clara Averbuck, por outro lado tem outras gatas tatuadas: Julei Becker , Fernanda Terrae Diablo Cody.
E, claro, muito rock´n´roll. O destaque é uma reportagem mostrando o vocalista do Social Distortion, Mike Ness, fazendo compras num antiquario. E as sempre histórias cabeludas de Vince Neil, do Motley Crue, o revival do Mickey Junkies, entre outros. E ainda tem mais coisa bacana, como dicas de cerveja artesanal.
A Inked custa R$ 14,90.
• Confira o site da edição brasileira da Inked.
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Social Distortion de volta para a alegria do rock
Depois de muita ansiedade, finalmente saiu o novo disco do Social Distortion.
Foram sete anos depois de “Sex, Love and rock´n´roll”. E graças que a banda não acabou. Pelo contrário. Segue fazendo grandes shows e gravando. Mike Ness é um herói do rock e já faz parte da galeria de ídolos roqueiros, como suas influencias Johnny Cash e Joe Strummer, das quais perpetua o estilo, o visual e o som.
A prova disso está em “Hard times and nursery rhymes” lançado mundialmente hoje. Poucos roqueiros prestes a entrarem na casa das cinco décadas de vida conseguem compor um disco fiel ao estilo e discografia que o consagraram com fãs em todo o mundo e não soar datado... mesmo depois de 33 anos tocando.
Mesmo com as baladas “Writing on the wall”, “Bakersfield” e “Diamond in the rough”, o disco tem um pique energético e segue a maestria do country-punk-rockabilly de Mike Ness & Cia. E vale ressaltar que qualquer grupo que toque country ou rockabilly, tem a sua balada para falar de suas garotas. Referência que também está na capa com uma tradicional família hillbilly.
O disco abre com a instrumental “Road zombie” que os fãs já conhecem dos shows recentes. É uma instrumental pesada. E, curiosamente, o disco segue alternando sonoridades. Dos tradicionais punks que agitam o público nos shows (como “Still alive”, “Machine gun blues” e “Alone and forsaken”, essa de Hank Williams), em alguns momentos lembrando o revival do punk dos 90´s. Assim como uma quase inusitada mistura de rock clássico com soul, em se tratando de Mr Ness. “Can´t take it with you” e “California” tem riffs rasgados e backing vocals femininos de black music.
E tem a música que mantém a fama de mau. “Far side of nowhere” fala sobre viagens que atraem tantos fãs motocicletas como os de hot rods e o som faz acompanhar balançando os pés e a cabeça. Assim como a que eu mais gostei de cara. “Gimme the sweet and lowdown” é a que pode grudar mais rapidamente nos ouvidos dos fãs. Começa com riffs clássicos de punk, tem uma quebrada de ritmo e pega o fã com um refrão assobiável.
• Eu já fiz a minha parte de fã. Além de divulgar o disco (na internet e vamos tocar na radio e nos shows do projeto Zombilly), já encomendei o CD original.
No site do Social Distortion você tem a opção de comprar o disco. Inclusive uma versão em vinil duplo amarelo.
Foram sete anos depois de “Sex, Love and rock´n´roll”. E graças que a banda não acabou. Pelo contrário. Segue fazendo grandes shows e gravando. Mike Ness é um herói do rock e já faz parte da galeria de ídolos roqueiros, como suas influencias Johnny Cash e Joe Strummer, das quais perpetua o estilo, o visual e o som.
A prova disso está em “Hard times and nursery rhymes” lançado mundialmente hoje. Poucos roqueiros prestes a entrarem na casa das cinco décadas de vida conseguem compor um disco fiel ao estilo e discografia que o consagraram com fãs em todo o mundo e não soar datado... mesmo depois de 33 anos tocando.
Mesmo com as baladas “Writing on the wall”, “Bakersfield” e “Diamond in the rough”, o disco tem um pique energético e segue a maestria do country-punk-rockabilly de Mike Ness & Cia. E vale ressaltar que qualquer grupo que toque country ou rockabilly, tem a sua balada para falar de suas garotas. Referência que também está na capa com uma tradicional família hillbilly.
O disco abre com a instrumental “Road zombie” que os fãs já conhecem dos shows recentes. É uma instrumental pesada. E, curiosamente, o disco segue alternando sonoridades. Dos tradicionais punks que agitam o público nos shows (como “Still alive”, “Machine gun blues” e “Alone and forsaken”, essa de Hank Williams), em alguns momentos lembrando o revival do punk dos 90´s. Assim como uma quase inusitada mistura de rock clássico com soul, em se tratando de Mr Ness. “Can´t take it with you” e “California” tem riffs rasgados e backing vocals femininos de black music.
E tem a música que mantém a fama de mau. “Far side of nowhere” fala sobre viagens que atraem tantos fãs motocicletas como os de hot rods e o som faz acompanhar balançando os pés e a cabeça. Assim como a que eu mais gostei de cara. “Gimme the sweet and lowdown” é a que pode grudar mais rapidamente nos ouvidos dos fãs. Começa com riffs clássicos de punk, tem uma quebrada de ritmo e pega o fã com um refrão assobiável.
• Eu já fiz a minha parte de fã. Além de divulgar o disco (na internet e vamos tocar na radio e nos shows do projeto Zombilly), já encomendei o CD original.
No site do Social Distortion você tem a opção de comprar o disco. Inclusive uma versão em vinil duplo amarelo.
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
O bom sujeito Mike Ness
O show do Social Distortion em 19 de janeiro de 2003, no House of Blues em Anaheim, na California (EUA), foi lançado em video em 2004, com o título "Live in Orange County”.
Mike Ness tem momentos de extrema simpatia com o publico. Uma das partes mais legais é quando ele dedica uma música para uma de suas maiores influencias na metade do show (é a oitava música):
“Vamos tocar uma música para Joe Strummer agora. Se não fosse pelo Joe Strummer, estaríamos ouvindo Motley Crue... onde está o Motley Crue?!? Onde está o Guns´n´Roses? Onde está o Poison? Eles se foram, eles se foram...
Acho que o Bon Jovi continua por aí... eles cortaram seus cabelos... mas, vocês sabem, essa música não é para a gente, né?! Que tipo de pessoa escute esse tipo de música?!? [risos]
Boa pergunta... eu não sei!
De qualquer maneira, o Clash foi pioneiro...
Eu também gostaria de dedicar essa para Joey Ramone que também foi um pioneiro. Eles mudaram o jeito que as coisas são hoje porque eles não gostavam do jeito que elas eram antes para eles.
Se você quer mudança, tem que levantar sua bunda e fazer algo...”
E mandaram “I Wasn't Born to Follow” fazendo o publico cantar e dançar.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Social Distortion anuncia lançamento de disco
A banda Social Distortion anunciou hoje na internet que lançará o disco novo, “Hard Times And Nursery Rhymes”, no dia 18 de janeiro de 2011.
São 11 músicas tendo gospel, música sobre zumbi, instrumental e o mesmo vigor entre punk e rockabilly de sempre.
Algumas músicas do disco foram tocadas na atual tour (que passou pelo Brasil) como "Diamond In The Rough", "Bakersfield” e “Road zombie”.
O primeiro single do disco será "Machine Gun Blues" lançado no dia 9 de novembro.
• Track list do disco “Hard Times And Nursery Rhymes”:
Road Zombie
California (Hustle And Flow)
Gimme The Sweet And Lowdown
Diamond In The Rough
Machine Gun Blues
Bakersfield
Far Side Of Nowhere
Alone And Forsaken
Writing On The Wall
Can't Take It With You
Still Alive
• Confira o site do Social Distortion.
* com dica de @renatozoio pelo Twitter
2 comentários:
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social distortion
terça-feira, 27 de abril de 2010
Uma "lata de sardinha" até o Social Distortion
Há alguns meses soube da confirmação do Social Distortion em sua primeira tour pelo Brasil e que passariam por Curitiba. O que me veio à cabeça nesse momento foi: preciso ir.
Depois de alguns desencontros e de quase não rolar a viagem, o tão esperado dia chegou. Saímos em uma van de Maringá que depois de 7 horas de viagem, encostou no Curitiba Master Hall. Alguns fãs já aguardavam no local pelo grande momento.
O show começou às 21h47 e a casa estava lotada. Eles abriram com uma música instrumental (“Roadie Zombie”) e já mandaram um cover dos Rolling Stones (“Under my thumb”) na sequencia.
O “tiozão” Mike Ness (48 anos) estava mesmo inspirado. Interagiu bastante com o público e corria por todos os cantos do palco.
E ainda presenteou os presentes com alguns pulos, dignos de um garoto de 18 anos. O som estava perfeito, era como se estivéssemos ouvindo um CD e a galera não deixou uma música passar em branco. Todas foram cantadas aos berros.
Quando mandaram “Bad Luck”, do álbum “Somewhere Between Heaven And Hell”, dava pra sentir a casa tremer.
Eles fecharam a primeira parte do show com “Nickels and Dimes”, que ficou simplesmente perfeita. Após 1h10 de show a banda deixou o palco, mas os fãs sequer saíram do lugar. Todos aguardaram o retorno da banda. Após alguns minutos, voltaram para mandar mais dois sons: “Making Believe” e “Cold Feelings” e novamente uma saída.
Dessa vez quem voltou foi um dos organizadores dizendo que Mike Ness queria saber por que a galera estava gritando “É Campeão” e “Segunda Divisão” (o Coritiba havia sido campeão paranaense naquele dia, porém os atleticanos queriam lembrar que o “Coxa” vai disputar a segunda divisão do Campeonato Brasileiro este ano).
Então Mike pediu que todos gritassem as frases novamente e foi assim que eles voltaram com “Prison Bound” e em seguida mandaram a versão fantástica de “Ring of Fire” (do Jhonny Cash), para fechar a noite com chave de ouro.
Depois foi só encarar a viagem de volta na nossa “lata de sardinha”. Mas que valeu a pena em todos os sentidos. Agora é só esperar o Toy Dolls em setembro.



Colaboração: Murilo Rigo - @murilorigo
Fotos do show: Juliana Paiva - @july_anapaiva
Foto da Sick Van - tirada do Orkut de Renato Zóio - @renatozoio
Depois de alguns desencontros e de quase não rolar a viagem, o tão esperado dia chegou. Saímos em uma van de Maringá que depois de 7 horas de viagem, encostou no Curitiba Master Hall. Alguns fãs já aguardavam no local pelo grande momento.O show começou às 21h47 e a casa estava lotada. Eles abriram com uma música instrumental (“Roadie Zombie”) e já mandaram um cover dos Rolling Stones (“Under my thumb”) na sequencia.
O “tiozão” Mike Ness (48 anos) estava mesmo inspirado. Interagiu bastante com o público e corria por todos os cantos do palco.
E ainda presenteou os presentes com alguns pulos, dignos de um garoto de 18 anos. O som estava perfeito, era como se estivéssemos ouvindo um CD e a galera não deixou uma música passar em branco. Todas foram cantadas aos berros.
Quando mandaram “Bad Luck”, do álbum “Somewhere Between Heaven And Hell”, dava pra sentir a casa tremer.
Eles fecharam a primeira parte do show com “Nickels and Dimes”, que ficou simplesmente perfeita. Após 1h10 de show a banda deixou o palco, mas os fãs sequer saíram do lugar. Todos aguardaram o retorno da banda. Após alguns minutos, voltaram para mandar mais dois sons: “Making Believe” e “Cold Feelings” e novamente uma saída.
Dessa vez quem voltou foi um dos organizadores dizendo que Mike Ness queria saber por que a galera estava gritando “É Campeão” e “Segunda Divisão” (o Coritiba havia sido campeão paranaense naquele dia, porém os atleticanos queriam lembrar que o “Coxa” vai disputar a segunda divisão do Campeonato Brasileiro este ano).
Então Mike pediu que todos gritassem as frases novamente e foi assim que eles voltaram com “Prison Bound” e em seguida mandaram a versão fantástica de “Ring of Fire” (do Jhonny Cash), para fechar a noite com chave de ouro.
Depois foi só encarar a viagem de volta na nossa “lata de sardinha”. Mas que valeu a pena em todos os sentidos. Agora é só esperar o Toy Dolls em setembro.



Colaboração: Murilo Rigo - @murilorigo
Fotos do show: Juliana Paiva - @july_anapaiva
Foto da Sick Van - tirada do Orkut de Renato Zóio - @renatozoio
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segunda-feira, 26 de abril de 2010
Pignata conta como foi o Social Distortion
Social Distortion, 18 de abril de 2010
Curitiba Master Hall, Curitiba – PR
Entre amigos fechamos a Sick Van, que partiu de Maringá para Curitiba logo cedo. Na bagagem a expectativa para ver o show de uma das bandas mais respeitadas do rock n’ roll e seu líder, o sargento Mike Ness.
Chegamos em Curitiba. Depois de comer e beber entramos no Curitiba Master Hall ao som da banda de abertura, o Hillbilly Rawhide. Não conhecia, mas fiquei com uma ótima impressão. Como banda de abertura do show do Social Distortion sabiam do papel de coadjuvante, mas aqueceram os músculos e cordas vocais dos sedentos por rock que ali estavam. Aplausos para eles.
Meia hora depois da apresentação do Hillbilly Rawhide, o espetáculo começou. Os fãs colocavam a mão na cabeça, não acreditavam no que estavam vendo. Depois de trinta anos de banda (quantos anos você tem?) o Social Distortion estava ali, na frente deles. O sargento cantando com aquela voz rouca que você só escutou na sua caixa de som, aquela Gibson Les Paul dourada com os dizeres Orange County, a outra com o número 13, aquelas canções com letras que fazia você refletir sobre sua vida estava tudo ali, ao vivo. Foi gratificante ver no palco homens cantando e tocando com o coração.
No setlist destaco “Road Zombie”, instrumental que abriu o show chamando a multidão para o caos; “The Creeps”, dedicada pelo vocalista aos atleticanos que perderam o Paranaense naquele dia; “Sometimes I Do”, quando Mike Ness provou que sua voz vai cantar por muito tempo ainda e “Ring of Fire”, que fechou o show com maestria. “Story of My Life” ficou para o próximo show, o qual o sargento prometeu que vai acontecer em breve.
O Social Distortion retorna a sua casa com a sensação de que “maybe you’re more passionate than americans”. Depois de ter passado pela América do Sul e visto a paixão que temos pelo rock e futebol, nada mais justo. Para retribuir o elogio, faço minhas as palavras de um dos organizadores do show, que tomou o microfone, apontou para o Mike Ness e disse olhando fixamente para a platéia: “Esse cara é foda!”.
Obrigado aos professionals Kim, Liliane, Carlinho, Bianca, Zóio, Brunão, Manta, Careca, Emar, Caio, Edson, Jéssica, Murilo, Juliana e o Seu João.
“Friday and Saturday are for amateurs. Sunday is for the professionals.”
Mike Ness
Colaboração: Alessandro Pignata - @apignata
Foto: Bianca Rocha Gomes da Silva
Curitiba Master Hall, Curitiba – PR
Entre amigos fechamos a Sick Van, que partiu de Maringá para Curitiba logo cedo. Na bagagem a expectativa para ver o show de uma das bandas mais respeitadas do rock n’ roll e seu líder, o sargento Mike Ness.
Chegamos em Curitiba. Depois de comer e beber entramos no Curitiba Master Hall ao som da banda de abertura, o Hillbilly Rawhide. Não conhecia, mas fiquei com uma ótima impressão. Como banda de abertura do show do Social Distortion sabiam do papel de coadjuvante, mas aqueceram os músculos e cordas vocais dos sedentos por rock que ali estavam. Aplausos para eles.Meia hora depois da apresentação do Hillbilly Rawhide, o espetáculo começou. Os fãs colocavam a mão na cabeça, não acreditavam no que estavam vendo. Depois de trinta anos de banda (quantos anos você tem?) o Social Distortion estava ali, na frente deles. O sargento cantando com aquela voz rouca que você só escutou na sua caixa de som, aquela Gibson Les Paul dourada com os dizeres Orange County, a outra com o número 13, aquelas canções com letras que fazia você refletir sobre sua vida estava tudo ali, ao vivo. Foi gratificante ver no palco homens cantando e tocando com o coração.
No setlist destaco “Road Zombie”, instrumental que abriu o show chamando a multidão para o caos; “The Creeps”, dedicada pelo vocalista aos atleticanos que perderam o Paranaense naquele dia; “Sometimes I Do”, quando Mike Ness provou que sua voz vai cantar por muito tempo ainda e “Ring of Fire”, que fechou o show com maestria. “Story of My Life” ficou para o próximo show, o qual o sargento prometeu que vai acontecer em breve.
O Social Distortion retorna a sua casa com a sensação de que “maybe you’re more passionate than americans”. Depois de ter passado pela América do Sul e visto a paixão que temos pelo rock e futebol, nada mais justo. Para retribuir o elogio, faço minhas as palavras de um dos organizadores do show, que tomou o microfone, apontou para o Mike Ness e disse olhando fixamente para a platéia: “Esse cara é foda!”.
Obrigado aos professionals Kim, Liliane, Carlinho, Bianca, Zóio, Brunão, Manta, Careca, Emar, Caio, Edson, Jéssica, Murilo, Juliana e o Seu João.
“Friday and Saturday are for amateurs. Sunday is for the professionals.”
Mike Ness
Colaboração: Alessandro Pignata - @apignata
Foto: Bianca Rocha Gomes da Silva
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