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sexta-feira, 29 de julho de 2022

Fãs maringaenses veem show do Sepultura de graça na Virada Cultural


A banda Sepultura tocará no próximo domingo (31), na Virada Cultural 2022 de Maringá. Evento gratuito será na praça do Antigo Aeroporto, reunindo atrações locais também. É oportunidade rara para os fãs que costuma viajar longas distâncias e gastar muito dinheiro com ingressos e despesas. Show maringaense é produzido pela Secretaria de Cultura, da Prefeitura de Maringá. 

Um dos maiores fãs do Sepultura na região de Maringá é o músico Anderson Sunguelo, 43 anos. Ele já perdeu a conta de quantos shows da banda foi, achando que foram mais de 15 espetáculos desde 1998. 

O primeiro item comprado foi uma fita cassete do terceiro disco, “Beneath The remains” em 1989. E daí se formou uma grande coleção com discos de vinil, CDs, fitas K7, camisetas, palhetas, memorabília, entre outros. Sunguelo frequentava uma loja de rock na cidade, O Porão Discos, e comprava tudo que chegava sobre sua banda favorita. 

O melhor disco para ele é “Arise”, quarto álbum lançado em 1991. Mas a principal “conquista” como fã foi ter tocado no palco com Andreas Kisser, num workshop em Maringá, em 2007. “Fui atrás de um autógrafo durante passagem de som e terminei a noite tocando baixo com o Andreas, na música “Arise”. Lembrar desse dia traz a felicidade de que estou no lugar certo, na Cidade Canção”, lembra Sunguelo.

O guitarrista maringaense toca músicas do Sepultura com sua banda Inner Self. Tributo com nome de uma música do álbum “Beneath The remains”. 

DEATH - Outro grande fã do Sepultura em Maringá é o músico Gilson Holder, 46 anos, baterista da banda de death metal Holder. Ele já viu três shows do grupo e até tocou com o Andreas Kisser, no workshop em Maringá, em 2007. Ele lembra que conheceu a banda em 1987, quando o Sepultura tinha ainda apenas dois discos.


Um amigo apresentou o álbum “Schizophrenia” em vinil e a partir dali virou fã. Inclusive como influência para sua banda Holder, que já lançou dois discos e é idolatrada no underground brasileiro.
“Acho que Sepultura é a maior influência musical do heavy metal nacional. Os discos clássicos da banda são dos melhores do cenário mundial”, considera o baterista da Holder. O disco favorito de Gilson Holder é o “Beneath the remains”, terceiro álbum lançado em 1989. 

GRATIDÃO – Para os fãs, ver a banda favorita em Maringá é uma experiência de vida. Considerar ver de graça, algo que eles já fizeram e gastariam hoje em torno de R$ 1 mil para viajar e ver o espetáculo, é quase imensurável. Ainda mais de uma tour que mal foi apresentada no Brasil, do 15º álbum da banda, “Quadra”, lançado no final de 2020. 

“Assistir a banda que mais curto e na cidade onde moro é, sem dúvida, uma bela recompensa com sentimento de orgulho. Com toda estrutura do município e de graça, acende aquele sentimento maior de que estamos na Cidade Canção!”, ressalta o guitarrista Anderson Sunguelo. 

“Para mim é um orgulho muito grande ver a maior nome do metal nacional tocar na minha cidade e em praça pública. Sem palavras!”, considera o baterista Gilson Holder. 

O Sepultura tocará na Virada Cultural de Maringá 2022, no Antigo Aeroporto, no próximo domingo (31), às 21h, com show gratuito. 


Fotos: Divulgação

sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Cruel Face lança disco com show em Maringá



Será lançado amanhã (8) em Maringá o disco novo da banda paulista de grind core Cruel Face. O evento no Batcave terá abertura das bandas Distanásia (de Maringá), Turbulence (de Maringá) e Guro (de Londrina). O ingresso custa R$ 10 com o primeiro show às 21h.
O evento Holocaust in Your Head é lançamento de mais um disco do selo maringaense Didi Core Records, dessa vez um split com as bandas Cruel Face e Guro. O compacto 7” em vinil estará à venda no show.
O Cruel Face foi formado em 1996 no ABC e teve várias formações, desde duo até quarteto, com músicos que já tocaram em importantes bandas do underground brasileiro como Rot, Ação Direta, Social Chaos, Nitrominds, entre outras. “O posicionamento da banda sempre foi contra as desigualdades sociais, racismo, fascismo, homofobia, especismo e injustiças em geral”, comenta o baixista Diego Amaro, sobre as letras do Cruel Face, relacionando com o momento atual do Brasil.

A banda já tocou em vários estados e tem 12 títulos lançados, desde fitas cassete até splits com bandas gringas. Essa é a primeira vez que o Cruel Face toca em Maringá e a banda tem a expectativa de atrair fãs do punk rock e suas vertentes da região maringaense. “Existem muitas bandas atuando nesse estilo, porém não há o mesmo tanto de gente que apoia a cena underground. O que mais vemos são apoiadores cibernéticos”, considera Amaro sobre o público mais novo de hoje que prefere ficar na internet que conhecer bandas pessoalmente. Mas a garantia para quem gosta de barulho é um grande show em Maringá.
Formação do Cruel Face: Edu (bateria), Alexandre (guitarra e vocal), Diego (baixo).  Confira o site da banda . 

Texto: Andye Iore  / Foto: Divulgação

quinta-feira, 19 de março de 2015

The Freeborn Brothers promete grande festa descontrolada na tour

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A banda polonesa The Freeborn Brothers chama atenção no palco pela curiosa formação de duo que mistura rockabilly, garage rock, bluegrass e música cigana. Isso com Matt e Niko se alternando em seis instrumentos e os dois cantando. “Decidimos fazer o som como dois homens orquestra”, disse Niko Somethingski, dando um novo conceito ao gênero onemanband. Ele é responsável pelo banjo, washboard e percussão no pé. Enquanto Matt toca guitarra, bateria, acordeão e percussão nos pés.
A banda surgiu depois que Niko e Matt cansados de desentendimentos com seus parceiros da banda de rockabilly Jet-sons, decidiram montar um projeto com menos pessoas e fazer um som diferente... que eles não conseguem definir até hoje.
The Freeborn Brothers está encerrando sua tour brasileira “Gypsy Hobo Trash Grass Orchestra!” com 13 shows. O penúltimo show acontece amanhã (20) no casa da Vó Bar, em Maringá, a partir das 21h. O ingresso custa R$ 25.
O Projeto Zombilly bateu um papo com Niko que falou sobre a experiencia de tocar no Brasil e o que o público pode esperar do show em Maringá.

ENTREVISTA
ZOMBILLY - Como tem sido a tour brasileira?
NIKO - 
A turnê brasileira está incrível. Nós estamos gostando muito. Isso é uma experiência nova para nós e nos colocou num nível diferente de viajar e tocar a nossa música para as pessoas.
Como é tocar num país com uma cultura completamente diferente da sua?
É tudo ótimo! As pessoas são agradáveis conosco ​​e estão curtindo a nossa música e enlouquecendo com a gente nos shows. É algo que acontece naturalmente... e isso não acontece na Europa.
A formação de vocês não é muito comum. Como vocês chegaram nesse formato?
Decidimos fazer o som como dois homens orquestra e é isso! Tocamos seis instrumentos em duas pessoas no palco. Isso faz com que o show seja mais difícil para nós para tocar e mais divertido para o público. Tem funcionado bem até agora.
Como será o set do show em Maringá?
Eu não sei o que vai rolar ... cada show é diferente e estamos tentando encaixar com o que as pessoas esperam e o que elas sentem na hora. Com certeza que vamos dar o nosso melhor para ter o público conosco e se divertindo bastante.
O que está planejado para o The Freeborn Brothers?
Nós vamos voltar para casa e fazer mais shows na Europa. Alguns em festivais e outros shows em clubes. Para o final do ano vamos fazer um novo disco. Também estamos tentando tocar em outros continentes .. espero que tudo dê certo para nós.
Vocês tiveram tempo de conhecer bandas brasileiras?
Conhecemos o Them Old Crap que nos ajudou a vir para o Brasil e está viajando concosco. Eles são uma boa banda e ótimas pessoas. Também conhecemos a Mary Lee no ano passado na Europa!



* Confira o site do The Freeborn Brothers.
* Confira a página do The Freeborn Brothers no Facebook.

Foto: Divulgação

terça-feira, 15 de outubro de 2013

Nada de novo no front, é só mais uma banda que honra o rock´n´roll












 
 

Depois de tantas viagens e “trocentos” shows assistidos, eu acabei com uma grande falha no meu histórico roqueiro que era não ter visto ainda um show da banda Inocentes. E aí ficou aquela sensação de “por que não vi antes... e mais vezes?!?”.
A lamentação é ainda maior se lembrar que o disco “Pânico em SP” (1986) foi um dos que eu mais ouvi na época. O show em questão foi no último sábado, no Hush, no festival DemoSul 2013, em Londrina. O bar não estava lotado (uma sensação meio decepcionante porque a banda merecia mais público). Mas, o clima estava ótimo. Bem amistoso, com muitos fãs da banda. O bom equipamento colaborou... a não ser em duas músicas do meio para o final, quando Clemente desistiu de bater com a mão no amplificador e trocou a guitarra no meio de uma música.
O set tinha 17 músicas, sendo só um cover: “São Paulo”, do 365. “Uma banda que nós gostamos muito...”, disse o vocalista Clemente. O clima estava tão bacana que nem a mão machucada e uma febre em 2/4 da banda impediram um bis não programado que incendiou o local. Seguiram “I fought the law” (de Bobby Fuller), “Should I stay or should I go?” (The Clash), “Blitzkrieg bop” (Ramones) e “Ace of spades” (Motorhead).
É ainda mais admirável ver uma banda depois de três décadas, ainda tocando em espaço pequeno para poucas pessoas. Como se não fosse suficiente, toda a banda saiu do camarim depois do show e foi tirar fotos e conversar com os fãs no bar. Já presenciei muitas bandas independentes novas (sem carreira, sem discos e sem moral) não querer sair do camarim para ficar no meio do público.
Gravaria uma entrevista com o Clemente (como costumo fazer com as bandas que curto) para o programa Zombilly no Rádio. Mas já estava tão feliz em ter visto, fotografado e filmado o show que me contentei em gravar apenas uma vinheta para o radio e respeitar o estado de saúde do vocalista que não estava dos melhores, já que a voz já estava mal no final do show.
Valeu Neguim, Digo e Efigênio pela tour nas estradas do Norte do Paraná. E Marcelo Domingues por mais um festival na cabeça e Jean Pera por abrigar o festival.
Fotos: Andye Iore
Foto de Clemente e Andye Iore: Rei Santos

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Daniel Belleza gratuito hoje no Fernandes Bar



É hoje o show de Daniel Belleza em Maringá.
Ele fará uma apresentação acústica (com violão) hoje a partir das 20h no Fernandes Bar, em mais uma edição gratuita da Zombilly.
A abertura é da banda Nanan.
O evento de hoje também faz parte do Dia Internacional das Onemanbands.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Uma "lata de sardinha" até o Social Distortion

Há alguns meses soube da confirmação do Social Distortion em sua primeira tour pelo Brasil e que passariam por Curitiba. O que me veio à cabeça nesse momento foi: preciso ir.
Depois de alguns desencontros e de quase não rolar a viagem, o tão esperado dia chegou. Saímos em uma van de Maringá que depois de 7 horas de viagem, encostou no Curitiba Master Hall. Alguns fãs já aguardavam no local pelo grande momento.

O show começou às 21h47 e a casa estava lotada. Eles abriram com uma música instrumental (“Roadie Zombie”) e já mandaram um cover dos Rolling Stones (“Under my thumb”) na sequencia.
O “tiozão” Mike Ness (48 anos) estava mesmo inspirado. Interagiu bastante com o público e corria por todos os cantos do palco.
E ainda presenteou os presentes com alguns pulos, dignos de um garoto de 18 anos. O som estava perfeito, era como se estivéssemos ouvindo um CD e a galera não deixou uma música passar em branco. Todas foram cantadas aos berros.
Quando mandaram “Bad Luck”, do álbum “Somewhere Between Heaven And Hell”, dava pra sentir a casa tremer.

Eles fecharam a primeira parte do show com “Nickels and Dimes”, que ficou simplesmente perfeita. Após 1h10 de show a banda deixou o palco, mas os fãs sequer saíram do lugar. Todos aguardaram o retorno da banda. Após alguns minutos, voltaram para mandar mais dois sons: “Making Believe” e “Cold Feelings” e novamente uma saída.

Dessa vez quem voltou foi um dos organizadores dizendo que Mike Ness queria saber por que a galera estava gritando “É Campeão” e “Segunda Divisão” (o Coritiba havia sido campeão paranaense naquele dia, porém os atleticanos queriam lembrar que o “Coxa” vai disputar a segunda divisão do Campeonato Brasileiro este ano).
Então Mike pediu que todos gritassem as frases novamente e foi assim que eles voltaram com “Prison Bound” e em seguida mandaram a versão fantástica de “Ring of Fire” (do Jhonny Cash), para fechar a noite com chave de ouro.

Depois foi só encarar a viagem de volta na nossa “lata de sardinha”. Mas que valeu a pena em todos os sentidos. Agora é só esperar o Toy Dolls em setembro.




Colaboração: Murilo Rigo - @murilorigo
Fotos do show: Juliana Paiva - @july_anapaiva
Foto da Sick Van - tirada do Orkut de Renato Zóio - @renatozoio

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Pignata conta como foi o Social Distortion

Social Distortion, 18 de abril de 2010
Curitiba Master Hall, Curitiba – PR

Entre amigos fechamos a Sick Van, que partiu de Maringá para Curitiba logo cedo. Na bagagem a expectativa para ver o show de uma das bandas mais respeitadas do rock n’ roll e seu líder, o sargento Mike Ness.
Chegamos em Curitiba. Depois de comer e beber entramos no Curitiba Master Hall ao som da banda de abertura, o Hillbilly Rawhide. Não conhecia, mas fiquei com uma ótima impressão. Como banda de abertura do show do Social Distortion sabiam do papel de coadjuvante, mas aqueceram os músculos e cordas vocais dos sedentos por rock que ali estavam. Aplausos para eles.

Meia hora depois da apresentação do Hillbilly Rawhide, o espetáculo começou. Os fãs colocavam a mão na cabeça, não acreditavam no que estavam vendo. Depois de trinta anos de banda (quantos anos você tem?) o Social Distortion estava ali, na frente deles. O sargento cantando com aquela voz rouca que você só escutou na sua caixa de som, aquela Gibson Les Paul dourada com os dizeres Orange County, a outra com o número 13, aquelas canções com letras que fazia você refletir sobre sua vida estava tudo ali, ao vivo. Foi gratificante ver no palco homens cantando e tocando com o coração.

No setlist destaco “Road Zombie”, instrumental que abriu o show chamando a multidão para o caos; “The Creeps”, dedicada pelo vocalista aos atleticanos que perderam o Paranaense naquele dia; “Sometimes I Do”, quando Mike Ness provou que sua voz vai cantar por muito tempo ainda e “Ring of Fire”, que fechou o show com maestria. “Story of My Life” ficou para o próximo show, o qual o sargento prometeu que vai acontecer em breve.
O Social Distortion retorna a sua casa com a sensação de que “maybe you’re more passionate than americans”. Depois de ter passado pela América do Sul e visto a paixão que temos pelo rock e futebol, nada mais justo. Para retribuir o elogio, faço minhas as palavras de um dos organizadores do show, que tomou o microfone, apontou para o Mike Ness e disse olhando fixamente para a platéia: “Esse cara é foda!”.

Obrigado aos professionals Kim, Liliane, Carlinho, Bianca, Zóio, Brunão, Manta, Careca, Emar, Caio, Edson, Jéssica, Murilo, Juliana e o Seu João.
“Friday and Saturday are for amateurs. Sunday is for the professionals.”
Mike Ness

Colaboração: Alessandro Pignata - @apignata
Foto: Bianca Rocha Gomes da Silva

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Show em Maringá



Hoje tem Natal roqueiro em Maringá, no Trip Tattoo Bar.
A banda Hospital Doors toca em mais uma edição da Rinha de Galo.
E também vai rolar uma saladeira de discotecagem.
Tudo por R$ 10 o ingresso...
e você ainda tem a chance de sair de lá bem sexy.

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Como foi o show

A chuva quase atrapalhou. Mas o rock rolou ontem à noite no Zombilly na Terça, Fernandes Bar, em Maringá. A banda Betty by Alone fez um show especial tocando somente o disco “Rebite” (de 2003).
Havia um impasse sobre a realização do show ou não, já que a chuva não parava. E que até atrapalhou a retirada dos equipamentos dos carros, com o baterista Rafael Goraieb contando com ajuda dos amigos para tirar a bateria. Como tinha um número considerável de pessoas dentro do bar, resolvemos manter a programação. Por isso a apresentação demorou um pouco mais para começar desta vez.
O show começou às 22h23 e foi até às 23h16. A banda seguiu à risca tocando somente o disco “Rebite”, apesar dos pedidos de mais músicas no final.

A banda ligou o equipamento, regulou o som e mandou “Candle lights” sem falar nada. Após a primeira música, o guitarrista e vocalista Cidão disse que eles estavam entre amigos, explicou que o show seria sobre o “Rebite” e agradeceu à casa. Tocaram “Fix me now” e Cidão brincou: “Não tivemos a liberdade de escolher o set list hoje...”.
O guitarrista e vocalista Fernando Fadini trocou a guitarra pelo violão, Cidão pegou a gaita e a banda mandou “Jumpin´fish”, seguida do hit “Cleptrock”.
A quinta música “Face” teve uma dedicação carinhosa de Cidão. Seguiram “Name the days”, “Like me” e “Lost and tackless”. Nesta uma corda do baixo de Cris estourou e foi a primeira vez que isto aconteceu em um show da banda.
Cidão pegou a gaita novamente e eles mandaram “Be aware”, que tem uma levada country. A décima música foi “Come drink with us”. Em seguida Cidão brinca de novo: “Esta música é do ‘Rebite’...” e manda a pesada “I´m not afraid of love movies”. Cris trocou a corda do baixo. Seguiram “No reason” e “Bertold”. Fernando Fadini anuncia a última música do disco e do show: “Agradecemos quem veio, apesar da chuva e o Andye, que fez o cartaz mais legal da história da banda...”, arrancando risos do público. E tocaram uma das músicas mais bacanas do repertorio do Betty by Alone, “Tell my story”.
A banda desligou os equipamentos enquanto algumas pessoas pediam mais músicas, entre elas a nova “Take me in”. Não teve mais.
Foram 14 canções em 53 minutos de um show que entra para a história do rock independente maringaense como a primeira vez que uma banda local tocou um disco na íntegra e na ordem que foi lançado.

A noite também teve futebol da Série B e o show do Echo and the Bunnymen “Live in Liverpool”, de 2002, na tela. No som rolou a banda The Rentals. E quem foi se divertiu bastante.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Como foi o show

ATUALIZADO
Começamos ontem no Zombilly na Terça, no Fernandes Bar, um novo formato de show.
O set foi dividido em duas partes. Assim quem chega cedo e precisa ir embora cedo, vê o show como estava rolando normalmente. E agora quem chega depois da faculdade também consegue pegar uma parte da apresentação. O que não dava antes. Antes do início do show fiz uma homenagem mais que justa ao Stone Ferrari... pelo show que ele fez esta semana, pela parte técnica no som e também pela participação nos eventos roqueiros. Stone estava no primeiro show que fizemos em 1991 e continua dando as caras!

O show do Frank Paris começou por volta das 21h30. "Vou tocar músicas minhas e algumas músicas de outras pessoas... que não são covers e sim versões que eu fiz", anunciou antes de começar a tocar, mostrando que já tem sintonia com o projeto. A primeira parte do show durou 40 minutos e ele tocou só com o violão "Imagination", "João Pedro", entre outras que ele disponibilizou na internet. E também rolou uma música nova que ele fez esta semana.

A segunda parte do show começou por volta das 22h45 e durou 45 minutos. Frank tocou com gaita a música "Gabriela", depois a bacana "Relações intensas com desconhecidos", "Sweet song" e outras que não estão na internet. No final atendeu pedidos, tocando de novo "Imagination".
Na parte das versões, ele anunciou que tocaria "... músicas para quem já cansou das minhas". Mandou Mutantes, Júpiter Maçã, TNT, Janis Joplin, entre outras.

Na parte do público, o bar não lotou, mas deu bastante gente considerando o fluxo entre os que chegam e os que vão embora. E acho que foi o dia que reuniu o público mais eclético. Entre as bandas estavam Betty by Alone, A Inimitável Fábrica de Jipes, Brian Oblivion, Professor Astromar, Patriotas do Rock, Nina Nóbrega, Stone Ferrari, Punkreas. E também Beto Vizotto que pegou a estrada mais uma vez de Paraíso do Norte só para curtir um rock em Maringá, os artistas plásticos Paulo Campagnolo, Paolo Ridolfi e Cristina Agostinho, os blogs parceiros Sonic Flower Club e Espora de Galo, o fotógrafo Bulla Jr., entre outros. Se esqueci de citar alguma banda, desculpe... não dá para ver todos que ficam na parte externa do bar.

Foi bem bacana ver que há pessoas com afinidades com o nosso projeto, valorizando o som autoral e dispostas a participar dos eventos. Frank Paris já é o primeiro escalado para o próximo Rockingá!

Quem quiser conhecer o trabalho dele pode ouvir as músicas aqui.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Shows em Maringá


Hoje no Tribo´s rolam três bandas que mandaram muito bem no Rockingá:
Betty by Alone, N.O.V.A. e Tiny Cables Ink.
Somente R$ 6.

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Quem toca no Festival Zombilly

O Festival Rock Independente de Maringá - Rockingá é um dos eventos que comemora os nossos 18 anos de produção independente maringaense. E também uma maneira de mostrar de maneira organizada o trabalho das atuais bandas para público e a imprensa nacional. É a primeira vez que acontece um festival exclusivamente com bandas independentes locais, sem a farofada de misturar covers, outros gêneros e bandas de fora como acontece em alguns festivais na cidade.

Estas são as bandas que farão barulho no próximo final de semana em Maringá:
BETTY BY ALONE – rock alternativo – a banda tem três CDs lançados e prepara a gravação do quarto disco. Influências de AC/DC com Teenage Fanclub com letras em inglês.
A INIMITAVEL FABRICA DE JIPES – rock´n´roll – banda já lançou dois Cds e prepara o lançamento do primeiro DVD do rock maringaense. Influências de Beatles, The Who com letras em português influenciadas pelos beatniks.
BRIAN OBLIVION & SEUS RAIOS CATÓDICOS – surf music instrumental. Performances divertidas e público cativo. Sem site.
PROFESSOR ASTROMAR & OS CRIADORES DE LOBISOMEM – mistura de punk com rock nacional dos anos 80. Letras em português.
JOSÉ FERREIRA & SEUS AMIGOS – mistura de blues com rockabilly com letras irreverentes em português. A banda acabou de lançar seu primeiro CD.
OS BANDIDOS MOLHADOS – surf music instrumental. Uma das bandas mais novas da cidade e está gravando seu segundo EP.
HOSPITAL DOORS – indie rock dançante com letras em inglês. A banda já lançou dois EPs e prepara o primeiro álbum.
NINA NOBREGA – ela tem só 13 anos, toca violão, piano, bateria e violino e já fez cerca de 50 músicas. Pensou em Mallu Magalhães? Nina é mais sofisticada e não compõe bobagens como “Tchubaruba”.
TINY CABLES INK – indie rock com influencia de Radiohead com letras em inglês.
NOVA – quando o pós-punk encontra a música eletrônica e vira sofisticação com influência de Brian Eno. Letras em português. A banda acabou de lançar seu primeiro disco.



CONVIDADOS:
Adriane Perin - jornalista do jornal O Estado do Paraná (em Curitiba) e organizadora do Festival De Inverno (que está na sétima edição). Site De Inverno.
Pardal Soares - agitador do cenário independente em São Paulo: escreve na revista Dynamite, discoteca em festas, divulga bandas e promove eventos. Sites Noise & Silence e Dynamite.

- os shows serão no Fernandes Bar (av. São Paulo, 425, centro) e a entrada é gratuita.
- cada banda tocará cinco músicas (com exceção do Betty by Alone e A Inimitável Fábrica de Jipes que fecham as duas noites e terão um set um pouco maior). Haverá discotecagem no intervalo dos shows.
- o evento começa cedo e acaba cedo para ter tempo dos convidados poderem conversar com as bandas no bar. No domingo rola som e vídeo a partir das 18h e o show começa às 19h. Na segunda-feira rola som e vídeo a partir das 20h e o show começa às 20h40.
- haverá uma segunda edição ainda este ano para as bandas que participam do projeto Zombilly: tocam ou frequentam o bar na terça-feira. A agenda está em atualização. Se você tem uma banda, vá até o bar.

domingo, 30 de agosto de 2009

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Shows



Hoje em Maringá tem Família Palim, The Cockroaches, Serena e Salamander.
O show é no Tribo´s e o ingresso custa R$ 6.
Será mais um daqueles shows de Maringá que começam de madrugada e ficam poucas pessoas no final para ver a última banda? Espero que não...

Para quem puder viajar ou estará em Curitiba na próxima semana a dica é ir para o Festival De Inverno, que chega em sua sétima edição.
O evento acontece entre os dias 23 e 25 de julho, no John Bull Music Hall, com debate, festa e muitos shows.
Já fui em outras edições e é bem legal participar.
Este ano tem um atrativo a mais: a volta do Fellini, banda clássica do rock independente brasileiro dos anos 80.
Confira a programação do festival.

sábado, 11 de julho de 2009

Como foi o Paraíso do Rock


Wander Wildner


Nevilton

A segunda edição do festival Paraíso do Rock começou com o pé direito.
O debate foi muito produtivo e os acústicos bem bacanas.
O show do Wander Wildner me surpreendeu.
É claro que já esperava um show legal. Como todos os que já vi dele (até os que estavam com o som ruim). Mas o de hoje foi especial por um motivo: a nostalgia por ouvir ao vivo músicas que embalaram minha adolescência.
Jamais ia imaginar que viria em Paraíso do Norte para ouvir no palco "One player".
Já valeu a viagem! Parabéns Beto Vizzotto e cia!
Mas, amanhã tem mais e depois eu escrevo a resenha certa sobre hoje.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

Shows em Maringá



E quem não pegar o expresso pro Paraíso do Rock a dica é cair na gandaia em Maringá.
Começando hoje com a T.Recs, no D´Vinil.
E no sábado tem a primeira edição da Rinha de Galo com as bandas Professor Astromar & Os Criadores de Lobisomem e Família Palim, no Tribo´s Bar.
Só não vale ficar em casa!

terça-feira, 7 de julho de 2009

É hoje - Zombilly # 14



Zombilly apresenta:

Professor Astromar & Os Criadores de Lobisomem

(versão acústica com Renatão e Gótico)
Dia 7 de julho, terça-feira
Horário: 20h
Local: Fernandes Bar
Entrada gratuita

Conheça a banda.

(clique na imagem para ampliar)

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Shows em Maringá



Hoje tem show das bandas locais Hospital Doors, José Ferreira & Seus Amigos e Os Bandidos Molhados.
O evento é no Tribo´s Bar e o ingressso é apenas R$ 5.

E amanhã tem show com a banda Krisium, com abertura do Holder e Helldache.
O show é ESporte Clube Sarandi e os ingressos custam R$ 30 (antecipado) e R$ 40 (na bilheteria).

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Zombilly Videocast # 03 - Tiny Cables Ink



Zombilly Videocast # 03
Com a banda Tiny Cables Ink
Apresentação de ontem no projeto Zombilly na Terça, no Fernandes Bar, em Maringá
Duração: 5min25

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Zombilly # 13


A atração desta semana no projeto Zombilly na Terça, no Fernandes Bar, é a banda Tiny Cables Ink.
A banda revelação do rock maringaense apresentará um set acústico inédito.
Músicas próprias e algumas surpresas para o público.
Lembrando que a entrada é gratuita.
Participe!
Conheça o Tiny Cables Ink.

(clique na imagem para ampliar)