sábado, 12 de setembro de 2009

Rockingá na mídia

Esta é a reportagem que saiu na edição de hoje do jornal O Diário sobre o Festival Rockingá.

(clique para ampliar)

Aqui na versão online tem o texto, mas não tem o infográfico com as fotos, links e descrições das bandas.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Zombilly no Rádio # 17 - A Família Palim

A banda convidada desta semana no programa Zombilly no Rádio é A Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia. Além de ser a que tem um dos nomes mais longos, é também a banda mais rejeitada da cidade... segundo os próprios integrantes.
No papo há novidades sobre a gravação do vídeo, disco, comentários sobre a cena roqueira local, algumas revelações, entre outros.


Entrevista A Família Palim
A Família Palim – Caetano ainda comunga
Ludovic – Corpo Santo de saia

Bloco sobre bandidagem:
The Clash – Bankrobber
Johnny Cash – Folsom Prison Blues
Dead Kennedys – I fought the law

Entrevista A Família Palim
A Família Palim – Aos 19 dias do mês de setembro do ano de 1993
Jimy Hendrix – Voodoo child

The Fall – F´oldin´ money
Gallon Drunk – Not Before
The Cramps – Mistery plane

Entrevista A Família Palim
A Família Palim – Indie D+ (versão Zombilly)
The Stoned Sensation – Don´t tell me

Agenda/recados
AC/DC – High voltage

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Divulgação do Festival Rockingá

Onde o Festival Rock Independente de Maringá já saiu:
- revista Dynamite (ir até a data 13/9)
- site Mondo Bacana
- Blog do Rigon
- site Maringá.com
- blog Espora de Galo
- blog Timbre Noise
- Bar do Bulga
- blog Noise and Silence

É mais divulgação pras bandas que participam do projeto Zombilly.
Um muito obrigado aos que divulgaram!

Shows na região



Amanhã tem dois eventos bacanas:
um em Maringá e outro em Londrina.
E periga eu não poder ir em nenhum dos dois pelo trampo...
e tem final de semana que não tem nada em lugar nenhum.

Quem toca no Festival Zombilly

O Festival Rock Independente de Maringá - Rockingá é um dos eventos que comemora os nossos 18 anos de produção independente maringaense. E também uma maneira de mostrar de maneira organizada o trabalho das atuais bandas para público e a imprensa nacional. É a primeira vez que acontece um festival exclusivamente com bandas independentes locais, sem a farofada de misturar covers, outros gêneros e bandas de fora como acontece em alguns festivais na cidade.

Estas são as bandas que farão barulho no próximo final de semana em Maringá:
BETTY BY ALONE – rock alternativo – a banda tem três CDs lançados e prepara a gravação do quarto disco. Influências de AC/DC com Teenage Fanclub com letras em inglês.
A INIMITAVEL FABRICA DE JIPES – rock´n´roll – banda já lançou dois Cds e prepara o lançamento do primeiro DVD do rock maringaense. Influências de Beatles, The Who com letras em português influenciadas pelos beatniks.
BRIAN OBLIVION & SEUS RAIOS CATÓDICOS – surf music instrumental. Performances divertidas e público cativo. Sem site.
PROFESSOR ASTROMAR & OS CRIADORES DE LOBISOMEM – mistura de punk com rock nacional dos anos 80. Letras em português.
JOSÉ FERREIRA & SEUS AMIGOS – mistura de blues com rockabilly com letras irreverentes em português. A banda acabou de lançar seu primeiro CD.
OS BANDIDOS MOLHADOS – surf music instrumental. Uma das bandas mais novas da cidade e está gravando seu segundo EP.
HOSPITAL DOORS – indie rock dançante com letras em inglês. A banda já lançou dois EPs e prepara o primeiro álbum.
NINA NOBREGA – ela tem só 13 anos, toca violão, piano, bateria e violino e já fez cerca de 50 músicas. Pensou em Mallu Magalhães? Nina é mais sofisticada e não compõe bobagens como “Tchubaruba”.
TINY CABLES INK – indie rock com influencia de Radiohead com letras em inglês.
NOVA – quando o pós-punk encontra a música eletrônica e vira sofisticação com influência de Brian Eno. Letras em português. A banda acabou de lançar seu primeiro disco.



CONVIDADOS:
Adriane Perin - jornalista do jornal O Estado do Paraná (em Curitiba) e organizadora do Festival De Inverno (que está na sétima edição). Site De Inverno.
Pardal Soares - agitador do cenário independente em São Paulo: escreve na revista Dynamite, discoteca em festas, divulga bandas e promove eventos. Sites Noise & Silence e Dynamite.

- os shows serão no Fernandes Bar (av. São Paulo, 425, centro) e a entrada é gratuita.
- cada banda tocará cinco músicas (com exceção do Betty by Alone e A Inimitável Fábrica de Jipes que fecham as duas noites e terão um set um pouco maior). Haverá discotecagem no intervalo dos shows.
- o evento começa cedo e acaba cedo para ter tempo dos convidados poderem conversar com as bandas no bar. No domingo rola som e vídeo a partir das 18h e o show começa às 19h. Na segunda-feira rola som e vídeo a partir das 20h e o show começa às 20h40.
- haverá uma segunda edição ainda este ano para as bandas que participam do projeto Zombilly: tocam ou frequentam o bar na terça-feira. A agenda está em atualização. Se você tem uma banda, vá até o bar.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Divulgando Tiny Cables Ink



O fotógrafo Bulla Jr. publicou em seu blog fotos que ele fez da banda Tiny Cables Ink.
O que gostei foi o conceito: "... a mais nova melhor banda da cidade".
O Tiny Cables Ink é uma das bandas que tocarão no Festival Rock Independente de Maringá - Rockingá, promovido pela Zombilly no Fernandes Bar, neste final de semana.
Confira as outras imagens.

Pin Up da semana

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Quando o terror encontra a arte

ATUALIZADO - * este post contem spoilers
FILME: “Deixe ela entrar” (“Let the ring one in”, 2008)
DIREÇÃO: Tomas Alfredson - GÊNERO: horror
DURAÇÃO: 1h54

O QUE É: é uma mistura de drama com romance, com momentos gore. Oskar é um menino de 12 anos vítima de bullying na escola, no subúrbio de Estocolmo, no início dos anos 80. Ele nunca reage às agressões. Até que chega em seu prédio a misteriosa Eli, também de 12 anos (aparentemente, já que tem idade bicentenária). Em seus mundos solitários e incompreendidos pela sociedade eles formam uma amizade. Que vira paixão.
Eli encontra admiração e um ombro amigo depois que seu “assistente de fornecimento de sangue” morre. E Oskar encontra a coragem para se vingar de seus agressores.
O nome do filme foi tirado de uma música de Morrissey e tem relação com o fato dos vampiros terem que ser convidados para entrarem nas casas. O filme é baseado em um livro que tem muito mais detalhes sobre os personagens. Inclusive uma revelação sobre a sexualidade da vampira infantil.

OPINIÃO: O cinema de horror está se reinventando. Depois da onda oriental desbancar os assassinos seriais que matam jovens emos, passamos pelas paródias e agora o cinema de autor europeu deu uma chacoalhada no mito vampiresco.
“Deixe ela entrar” conseguiu misturar a fotografia contemplativa e a narração lenta com o clássico do horror. Em meio as bobagens adolescentes de “Crepúsculo”, temos um enredo consistente sobre vampiros infantis.
O figurino e o cenário tem um papel interessante na narrativa. Em meio à brancura da neve, detalhes em vermelho ressaltam o aspecto tenso das mortes. Há sangue, roupas e acessórios rubros que contrastam com o branco dominante.

O FINAL: Há cenas bem fortes nos ataques da menina vampira. Principalmente quando Eli vai embora e volta para salvar seu amor que está quase morrendo nas mãos do grupo agressor. O ataque sugerido é de impressionar, já que o público não vê a ação da vampira. Só o corpo de Oskar dentro da piscina desmaiado, enquanto que ao fundo caem na água partes dos corpos dos meninos que tentam matar Oskar. Depois de se reencontrarem, os dois vão embora juntos em uma viagem de trem, trocando uma mensagem carinhosa por código morse (a vampira está dentro de uma caixa de madeira e Oskar sentado na cabine do trem).

COMO VER: pela internet. “Deixe ela entrar” fez tanto sucesso no circuito independente e nos festivais europeus de horror que ganhará uma versão hollywoodiana em breve.

A política do rock

Apesar de achar que não tenha relação entre o que eu faço e do Pub Fiction, acho que é interessante divulgar este texto que recebi do Fábio Pereira no email:

"Enquanto a cena de Maringá padece moribunda, implodindo em decadência feito o Congresso, com bandas mais desunidas do que a cúpula do PT, eis que surgem algumas esperanças, uma luz, um exemplo, uma lição, um messias, uma bênção. Enfim, um lance bacana mesmo.
Mais romântica do que um cara-pintada, mais ingênua do que a oposição do PCO (ok, tá enchendo o saco essa analogia com a política. Mas é importante, acredite), mais combativa do que a Heloísa Helena, Zombilly e Pub Fiction vem dando aula de como se constrói uma cena roqueira.

Ao meu ver, com a minha experiência adquirida ao longo de vários anos dedicados ao rock, tanto como apreciador como músico furreca, mas teimoso... "Porque, para montar uma cena, é preciso visão, ingenuidade e combatividade. Talvez política não seja só isso, mas rock é.”

Enfim, o fato é que de uns meses para cá uma idéia cresce na nossa Cidade Canção, e já se começa ver algumas bandas lotando os locais que acontecem esses projetos a torto e a direito. Parcerias começando a serem fechadas com a prefeitura, grupos de outras cidades e estados, tocando em Maringá e festivais fervilham sem parar. Fantástico!

Agora na nossa humilde opinião como nosso conhecido Rafa Souza (A Inimitável Fábrica de Jipes) já começou a movimentar com o a Cooperativa do Rock, o "Andye com a Zombilly na Rádio e as apresentações de terça no Fernandes Bar, “DE GRAÇA”, Natan com os festival Hardcore e o 2 Concurso de banda do PUB, enfim podemos ser práticos e falar que trata-se de “coletivos”.

Chamo de coletivos porque são associações sem fins lucrativos que reúnem uma penca de bandas, produtores, donos de estúdios etc. O lance é baseado na tal “economia solidária”, você não sabe o que é isso? Por exemplo, se o vocalista de uma banda é designer, ele cria o logotipo do estúdio de outro integrante do coletivo. Em troca, vai gravar duas músicas de graça. Já se um guitarrista manja de eletrônica, ele conserta um amplificador e, na permuta, vai receber tantas horas de ensaio.

Isso tudo só funciona quando a cena anda. Um ciclo econômico começa a funcionar e, daqui a pouco, todos conseguem se manter. Outros coletivos pipocam por aí: Londrina tem Alona, Braço Direito já chegou em Rolândia (Perdigotos), Arapongas (Wolf Attack) e Umuarama (Ripanaxulipa). Em Maringá, desde 2007 existe o Coletivo Timbre Noise, com adesão ainda tímida do pessoal local, porém com uma grande bagagem fora de nossa cidade e estado. Exatamente por sermos de Maringá, nos sentimos na obrigação de propagar essa idéia.
Assim se faz política no rock."

Escrito por Fábio A. Pereira
Núcleo de Produção Timbre Noise

domingo, 6 de setembro de 2009

Zombilly Tracks # 01 - setembro 2009



Zombilly Tracks - Edição 01
Músicas:
• Nina Nóbrega e Rafael Souza - "Canela"
• Brian Oblivion & Seus Raios Catódicos - "Pororoca stomp"
• N.O.V.A. - "A tarde"
• A Sexta Geração da Família Palim do Norte da Turquia - "Orestes"
Gravação no estúdio da rádio UEM FM: agosto e setembro de 2009
Duração: 14 minutos
Arte: Melomano/Fuzzy Duck


(clique na imagem para ampliar)

Entrevista - Nasi

Esta semana fiz uma entrevista para o jornal O Diário com o Nasi (ex-vocalista do Ira!)

Mais vivo que nunca, Nasi se apresenta em Maringá

"...O Ira! foi uma banda do cenário alternativo underground paulista que chegou lá como representante do rock... A minha participação no começo do hip hop nacional foi motivo de piada na época... Sou muito fã de blues, da música africana. O meu rock não é de branquelo. Gosto de vigor e intensidade..."

Leia na íntegra.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Família Palim


Gravando no estúdio Zombilly no Rádio.

Maioridade roqueira

Confira o histórico do trabalho que fazemos há 18 anos:

• setembro de 1991 – primeiro show de rock independente de Maringá: Os Cervejas (Cwb) e Lexhare (Bauru-SP)
• 1991 – lançamento do primeiro fanzine de Maringá, o The Wild Side
• início dos anos 90 até final dos 90´s - loja O Porão que vendia discos independentes, patrocinava demo tapes e fanzines locais e organizava shows no Porão Rock Show. Passaram bandas como Low Dream, Wry, Os Cervejas, Missionários, Zero Vision, Cólera, Little Quail, Resist Control, entre outras.
• 2007 - volta das produções com o projeto Zombilly com shows, site, canal no YouTube
• maio de 2009 – estreia do programa Zombilly no Rádio, na UEM FM 106,9
• junho 2009 – novo formato do Zombilly, com shows gratuitos na terça-feira e bandas recebendo cachê
• lançamento do projeto Zombilly Tracks com bandas locais gravando músicas exclusivas
• setembro de 2009 – comemoração de aniversário de 18 anos de produção independente no rock maringaense. Realização do Festival Rock Independente de Maringá - Rockingá

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Como foi o show

Como não seria diferente, a banda Radio Pandas fez um show tosco e divertido ontem no Zombilly na Terça, no Fernandes Bar.
Pela primeira vez eles tocaram no formato acústico. Foi na forma de trio com guitarra, violão e vocal, com Alex, Thiago e Erick respectivamente. O baterista Nelson Junior ficou na plateia tirando sarro pedindo músicas do Charlie Brown e do Cine.
A banda tocou por 1h20, com o show acabando por volta das 22h40. O vocal ficou um pouco mais alto que os instrumentos, mas nada que prejudicasse o show.
Além das músicas legais como "Lego Rock´n´Roll" e "Eu não deixei o Chaves", eles tocaram versões de Misfits, Elvis Presley, Green Day e Beatles.
O engraçado foi ver o hiperativo Erick pedindo pros músicos "Mais rápido!", enquanto cantava letras sobre televisão, sexo, cerveja, shows de rock, internet e outros assuntos comuns à juventude hoje.
Na hora de tocar o "hit" "Eu não deixei o Chaves", o vocalista Erick foi ao banheiro e quando voltou a banda já estava terminando a músico com o Nelson Junior no vocal.

Na tela rolou o jogo Portuguesa 3 x 1 Figueirense, pela Série B do Brasileirão, e depois o video "The essential Clash", da banda The Clash.
Passaram pelo bar músicos das bandas The Cockroaches, A Inimitável Fábrica de Jipes, Brian Oblivion & Seus Raios Catódicos e a Nina Nóbrega. E os sites Espora de Galo, Sonic Flower Club, Maringá.com, da rádio UEM FM.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Zombilly no Rádio, # 16 - N.O.V.A.

Parte 1 - Duração: 48min27 minutos


Ou baixe aqui.

Parte 2 - Duração: 43min55 minutos


Ou baixe aqui.

Zombilly no Rádio, UEM FM 106,9
Banda N.O.V.A.
Data: 29 de agosto 2009, às 18h
Reprise: 2 de setembro 2009, meia noite
Pesquisa e apresentação: Andye Iore
Técnico: Aguinaldo "Guiga"
Coordenação: Paulo Petrini
www.uem.br

Zombilly no Rádio - Brian Oblivion & Seus Raios Catódicos

A atração desta semana no programa Zombilly no Rádio é a banda Brian Oblivion & Seus Raios Catódicos. Finalmente uma entrevista com a primeira banda de surf music de Maringá.
E este programa está muito divertido. Prestem atenção num dos melhores comentários sobre músicas feitos até agora no programa. A banda também gravou músicas exclusivas para o programa.

Abertura
Jan & Dean – Surf city

Entrevista com Brian Oblivion
Brian Oblivion & Seus Raios Catódicos – Pororoca Stomp
The Lively Ones – Night and day

The Ventures – Ghost riders in the sky
Dick Dale – Take it off
The Supersonicos – Devil delvy

Entrevista com Brian Oblivion
Brian Oblivion & Seus Raios Catódicos – Orbital
The Phantom Surfers – Banzai run

Maremotos – Sem parar
Os Ambervisions – Pornoshop
Mullet Monster Mafia – Swamp

Entrevista com Brian Oblivion
Brian Oblivion & Seus Raios Catódicos – Passo do Patinho (versão Zombilly)
The Revels – Church key

Man or Astroman – Enginees of difference
The Cramps – What´s inside a girl
The Riptides – Tomorrows tears

Agenda / Recados
Link Wray - Rumble

Como foi o show

Ocasionalmente faremos edições da Zombilly também aos domingos, no Fernandes Bar.
É uma opção aos domingões chatos da televisão e uma maneira de antecipar a agenda, já que há várias bandas programadas para tocar no projeto.
A primeira banda das edições de domingo foi a Hospital Doors, no último final de semana. Foi um show que havia sido cancelado no mês passado devido aos problemas da gripe A.
A banda tocou por 55 minutos e fez um set com seus dois EPs, um cover do Oasis, mostrando músicas novas do "Static smoke", que já ganhou sua versão física e está à venda com a banda.
O show acabou por volta das 20h55, mantendo a característica de acabar cedo.
E teve gente que ainda foi pra outra balada depois.
Passaram pelo bar músicos das bandas A Inimitável Fábrica de Jipes, Os Bandidos Molhados, Frank Paris e dos sites Espora de Galo, Sonic Flower Club e também da UEM FM. Se teve pessoas de outras bandas (locais), eu não vi porque não saí do bar depois que o show começou.

E hoje tem Radio Pandas, a partir das 20h.