domingo, 22 de fevereiro de 2009

TBVC lança músicas novas

Hoje é dia da banda londrinense The Brown Vampire Catz no Psycho Carnival 2009... e ela promete novidades. O grupo que está divulgando o disco “Makabre funeral memory”, lançado no final do ano passado, vai apresentar músicas novas que estarão em um EP a ser lançado no segundo semestre deste ano. Entre elas “Gettin' The Road” (sobre uma tour que a banda irá fazer em vários estados neste primeiro semestre) e “Londrina Evil Town” (que conta partes da história do psychobilly em Londrina e foi feita como tema de um documentário sobre a cena local). Além do resgate de duas músicas clássicas “das antigas”: “Brown Vampire Catz Lost In The Moon” e “Andrade”.



O show da TBVC deve durar, no máximo, uma hora. Esta é a 14ª vez que a banda se apresenta em Curitiba. “Queremos divulgar o material da banda e também as músicas novas”, cita o vocalista e guitarrista Preto Aranha. “O Psycho Carnival reúne toda a cabeçada insana psychobilly, de partes do Brasil onde o estilo faz a diferença. O festival fez com que a cena brasileira ganhasse ano a ano, mais atenção, respeito e prestígio”.

Além de divulgar o CD no Brasil, o TBVC também articula contatos no exterior para agendar uma tour e o lançamento do disco em outros países.

Galeria - Psycho Carnival 2009


Os Billys Bastardos



Los Primitivos




Damn Laser Vampires


Sick Sick Sinners


Chibuku

Shows de sábado no Psycho Carnival

A noite de sábado foi bem eclética. Começou com o os londrinenses do Billys Bastardos e seu psycho metal, depois foram os argentinos do Los Primitivos com um rockabilly clássico, seguidos da surpreendente gaúcha Damn Laser Vampires, a festa dos santistas Big Nitrons, a insanidade causada pelo Sick Sick Sinners e o psycho punk dos alemães do Chibuku.
Os shows começaram por volta das 23h.

Os Billys Bastardos mostraram o terror no psychobilly com seu som pesado, histórias de horror e uma forte presença de palco. Logo na primeira apresentação já tinha gente no wrecking (lembrando que os primeiros shows costumam ser bem mornos). E percebi que a banda já conta com muitos fãs, pois vi vários que não eram de Londrina falando os nomes das músicas na frente do palco. E quando eles tocaram "Assassino da colina" o bicho pegou.

Em seguida, o trio argentino Los Primitivos fez um ótimo show com um rockabilly clássico com a formação na mesma linha na frente do palco. Enquanto a banda tocava visivelmente satisfeita por participar do festival e tentava mostrar isso conversando com o público no intervalo das músicas, casais pareciam que entraram num túnel do tempo e dançavam com passos ensaiados.

O Damn Laser Vampires - que você já viu aqui no blog numa entrevista na semana passada - deixou muita gente de olhos fixos no palco. Graças à guitarrista Francis com seu visual de "diabinha sexy" e pose blasé. O trio usa duas guitarras e uma bateria e tem muitas referências de garage. Mesmo não sendo psychobilly na essência, a banda foi bem aplaudida. O show acabou por volta das 1h10 da madrugada.

O Big Nitrons fez o que todos já sabiam: transformou o palco do festival numa festa, literalmente. Spray de espuma, confete e muita bagunça com suas músicas animadas e politicamente incorretas. O "beer bong" dessa vez foi com garotas. O público masculino adorou. Teve um outro rapaz que subiu ao palco e ficou reclamando porque não havia sobrado cerveja para ele beber.

Tocando em casa, o Sick Sick Sinners botou fogo no wrecking. Foi um dos mais animais que já vi em um show psychobilly no Brasil. Coisa de impressionar mesmo. A banda desfilou seus "hits" cantados em côro por boa parte da platéia.

O Chibuku fechou a noite com um show bem energético começando por volta das 3h10. Foi bacana ver a banda impulsionada pelo público grande e o vocalista Screaming Monster tendo uma performance mais dinâmica do que as da tour brasileira feita antes do festival. A banda mandou "KO" e "The devil lied to me" e o público respondeu á altura, mesmo com menos gente que na metade da noite.

Um público impressionante

Não sou muito bom em números, mas estimo que mais 2 mil pessoas estiveram ontem no Psycho Carnival, no Clube Operário, em Curitiba. O lugar é bem espaçoso (acho que o salão de shows é aproximadamente quatro vezes maiores que o do Jokers, onde o festival foi realizado no ano passado).
E ainda há o piso inferior onde ficam as barraquinhas, exposições e outro bar.


O Psycho Carnival recebe o maior público de sua história


O wrecking é o mais selvagem já visto no cenário psychobilly nacional

E começou ...

Chegamos ontem por voltas 21h30 em Curitiba, para o Psycho Carnival 2009. Por sorte, conseguimos um hotel bacana há três quadras do Clube Operário. O lugar do festival é bem espaçoso, o que proporciona muitas melhorias na qualidade do evento. O público (mesmo que tenha aumentado) consegue mais opções de posicionamento para ver os shows. Quem está afim de só curtir sem ficar espremido ou levar pancadas do wrecking, pode ficar à distância mais calmamente que tem espaço sobrando e não fica no sufoco.

Acho que com essa edição o Psycho Carnival já é um dos maiores festivais da América Latina e figura tranquilamente entre os tops do mundo no cenário psychobilly.

O único problema que percebi ontem foi a fila para comprar bebidas... o que foi comentado até em uma roda de papo com a presença de Vlad, um dos organizadores. "Quem é do meio psycho não vai reclamar", considera Vlad, completando que quem não é do meio, pode pensar duas vezes antes de voltar ao festival, já que pode achar ruim esperar muito tempo para comprar sua cervejinha.
Acho que isso é normal, já que o Psycho Carnival não é mais aquele festival de psychobilly. É um grande festival de rock e filas tem em qualquer grande evento. O jeito é ter paciência, comprar a cerveja (que estava gelada) e se divertir.
Já em relação à cobertura pelo blog, acho que vai virar na boa. Só essa lanhouse (perto da praça Osório) que não tem Photoshop ou outro programa de edição de imagens. O que prejudica o aspecto visual aqui... mas, acho que dá uma boa noção para quem, infelizmente, não veio ao festival.

E, como sempre, a organização do palco impecável. Preparação, qualidade do som, transição de bandas... tudo para colaborar com o sucesso do evento.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Zombilly # 10 - Galeria

Um muito obrigado a quem foi no show ontem!!





sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Concurso Zombilly

É hoje o show do Chibuku, na Zombilly, em Maringá!
Vamos fazer uma promoção lá para quem tirar fotos do evento.
Não precisa ser só das bandas.
Depois é só escolher uma foto, mandar pro email supers2@hotmail.com e vamos disponilizar aqui no blog e no Orkut as imagens enviadas. Vamos dar brindes para as fotos mais bacanas.
Participe!

Zombilly Videocast 00



Teste e apresentação do Zombilly Videocast...
tosquice pouca é bobagem!

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

O som visual do Damn Laser Vampires

O Psycho Carnival ganha destaque por apresentar ao público as variantes do psychobilly. Uma das bandas que não são psychobilly na essência, mas exploram elementos do gênero é a gaúcha Damn Laser Vampires. Formado em Porto Alegre em 2005, o trio já lançou um EP e um álbum em apenas dois anos indo parar até no exterior.
No ano passado a banda conseguiu um impulso na carreira com o relançamento do disco “Gotham Beggars Syndicate”, pelo selo americano Devil’s Ruin Records (que tem disco do Birthday Party no catálogo), e já circulou em reportagens em revistas gringas.

A música é uma mistura de punk, gótico, psychobilly e polka.
Mas, um dos motivos da repercussão está fora da música. O DLV capricha na produção visual tanto nos shows como nos vídeo clipes produzidos pela própria banda explorando elementos da cultura trashmovie e dos outsiders. Por isso, há músicas como “Saint of Killers”, “I Wanna Be An Old Bitch”, “The Devil is a Preacher”, entre outras. E eles ainda relacionam a música com exposições de suas artes gráficas.

ENTREVISTA
ZOMBILLY - Vocês misturam gêneros diferentes e até elementos fora da música. Qual é a concepção do som da banda e as influências?
DLV - A gente não costuma conceber de modo intencional a música que vamos fazer. É natural, desde sempre. Temos idéias de riffs, pedaços de letras, e trabalhamos a partir disso. As nossas influências são o que ouvimos a vida toda, os filmes que gostamos, e tal. Cramps, Ed Wood, punk, quadrinhos ... especialmente EC Comics.

Vocês tem repercussão no exterior. Como trabalham com isso, é planejado pela banda, vão mandando material aleatoriamente...?
Não é nada aleatório. O nosso selo (Devil’s Ruin Records) é muito profissional e muito organizado. E nos dá muita atenção. Além do selo, fazemos muitos contatos através do MySpace, e muito da nossa resposta no exterior se deve ao nosso modo de administrar as coisas, e dos contatos que a gente mantém.

Vocês tem um trabalho visual com figurino, vídeos, exposições. Qual é a idéia desse trabalho?
A idéia é de que o DLV é musical e visual, na mesma intensidade. Nós três ilustramos, dirigimos e produzimos os clipes, a Francis faz as roupas dela... Nada está em primeiro plano, tudo na banda tem a mesma importância.

Como é a cena pra vocês em Porto Alegre?
A cena nos recebeu bem. Nosso público é muito caloroso, tanto os mais doidos quanto os mais reservados gostam da banda e nos acompanham. E a cada show recebemos mais manifestações de gente que não conhecia e passa a acompanhar. E a imprensa de um modo geral nos trata com respeito. Nos consideramos muito bem sucedidos no underground.

Vocês vão tocar para um público de psychobilly de todo o país e até estrangeiros no Psycho Carnival. O som de vocês não é psychobilly na essência... estão preocupados com isso?
Estamos honrados com o convite que recebemos. Fomos indicados pelo nosso amigo Billy Joe, da Old Stuff Trio. O nosso som não é essencialmente psychobilly, mas isso não nos preocupa, já que o Festival tem excelentes bandas e artistas de outros estilos – como o Lendário Chucrobilly Man, por exemplo. Há bandas de Garage, de Surf, é uma celebração de rock acima de tudo.

* Conheça o DLZ.

De Roque Santeiro para Maringá

Amanhã é dia de estréia no rock maringaense. O trio Professor Astromar & Os Criadores de Lobisomem abre para a banda Chibuku (da Alemanha) na décima edição da Zombilly.
O Professor Astromar tem um time de respeito, com história no rock maringaense. Renatão é ex-guitarrista da Família Palim e Gótico tocou baixo em várias bandas, até nas pioneiras punks dos anos 90. Na bateria está Wallace (do Zeppelin de Chumbo).

O nome foi inspirado na telenovela “Roque Santeiro”, que começou a ser produzida na década de 70, causou polêmica e só foi exibida em 1985. Personagens caricatos como o Professor Astromar, que era o lobisomem na novela, inspiraram os maringaenses não só com o nome, mas também em músicas. “É uma lembrança da infância e a figura soturna do professor Astromar sempre me intrigou”, explica Renato Gonçalves, 28 anos.

O som é um rock visceral misturando punk, rockabilly e rock nacional dos anos 80. O que já rendeu músicas como "1952", um punk que remete a Supersuckers; "Posso penetrar?" com uma levada psychobilly; "10 mil nós" com referências de bluegrass.
Renatão diz que o trio tem um bom entrosamento apesar de ter apenas dois meses de existência e que eles mostraram gostos em comum. Tanto é que já compuseram sete músicas próprias e já conversam sobre a gravação de um CD demo. “Mas queremos fazer mais shows para amadurecer essa idéia”, adianta.
A banda está empolgada em estrear abrindo um show internacional. “Meu inglês é horrível e não falo alemão”, brinca Renatão, sobre como vai conversar com os músicos do Chibuku.


Vídeo da música "1952".
Ensaio em fevereiro de 2009.

Fotos: Andye Iore

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Chibuku no Brasil

E já tem fotos na internet da tour 2009 do Chibuku no Brasil.


Em São Paulo



No Rio de Janeiro

Fotos: Bufunfa, Marcelo Vilhena e Garota de Coturnos

Billys Bastardos apresenta nova formação no Carnival

O Billys Bastardos botou mais terror ainda na concepção da banda. Os londrinenses que faziam o psycho mais “from hell” da cena brasileira conseguiram ir mais fundo nessas referências. A banda fará no Psycho Carnival seu segundo show como quarteto (foto), que tem agora Ned deixando as baquetas e só cantando. O novo membro é o baterista Kiko deixou o som mais violento, ressaltando as influências de metal, devido ao uso de pedal duplo.



Com isso, a banda reformulou as músicas do repertório e já está compondo material novo. Eles já tem três músicas novas que, infelizmente, não devem ser tocadas em Curitiba, pois eles optaram por trabalhar melhor as músicas que já faziam parte do set list.

A certeza é que o público verá uma banda com novo pique, com nova postura de palco e músicas "reformadas". O Billys Bastardos aguarda com ansiedade o show no Psycho Carnival, pois será a estréia da banda no line up principal, já que no ano passado eles tocaram na matinê para um público pequeno. A banda que tem apenas um ano e meio de existência já percorreu cidades do Paraná a São Paulo e está dando acabamento no repertório para a gravação do primeiro álbum a ser lançado ainda este ano.



Video da música "Paraíso da demência".
Ensaio em Londrina, janeiro de 2009.

Pin Up da semana

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

Zombilly no Psycho Carnival 2009


Ainda não está confirmado que poderei ir no Psycho Carnival este ano.
Em todo caso, sigo com o trabalho de divulgar as bandas e a programação de cobrir o festival pelo blog da Zombilly como fiz em outros eventos... o que é uma maneira de quem, infelizmente, não pode viajar até Curitiba.

Já fiz algumas entrevistas e editei umas fotografias de arquivos para ir publicando no decorrer do evento com as resenhas dos shows. E, claro, também publicar fotos dos shows no festival.

E, caso realmente vá para o Psycho Carnival, levarei a exposição de fotos da Zombilly. Já ampliei novas fotos esta semana.

Confira como foi a cobertura no ano passado.

sábado, 14 de fevereiro de 2009

Jason está de volta!

Sexta-Feira 13, parte 13, estreando numa sexta-feira 13. Este filme divide as opiniões dos fãs: é chato por não apresentar nenhuma novidade ou é bacana por ser uma homenagem ao começo da série.

Quem não é daqueles radicais que viu todos os filmes e sabe detalhes sobre a saga em Crystal Lake vai entender bem toda a "mitologia" sobre Jason Voorhees. Já quem não bate bem da cabeça e idolatra o seria killer da máscara de hockey vai ver na tela um mix das cenas mais bacanas dos filmes anteriores como Jason estourando a vidraça para pegar uma vítima, Jaosn pendurado enforcado e até a que acho a mais clássica: a câmera mostrando a tranqüilidade do lago com o público achando que todos estão livres de Jason quando ele sobe repentinamente da água e agarra a mocinha.

No geral, o filme vale o ingresso. Há muitas cenas "politicamente incorretas" sobre dorgas e nudismo. Principalmente porque a produção caprichou nas persoangens femininas. Por outro lado, as meninas têm como motivo o galã Jared Padalecki (o Sam de "Supernatural"). Mas, tanto faz, porque a matança corre solta na tela. E com requintes de sadismo seguindo a llinha contemporânea de "Jogos Mortais".

O filme é dirigido pelo alemão Marcus Nispel, que fez "O massacre da serra-elétrica" (de 2003) e uma versão para a televisão de "Frankenstein" em 2004. E custou uma pechincha, só US$ 16 milhões... o que garante o lucro para a parceria entre New Line e Paramount que chegaram a disputar a franquia na Justiça e entraram em acordo para fazer o filme juntas.
Que venha Freddy Krueger em 2010!

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009

Trailer Zombilly 10


Trailer com as atrações da décima edição da Zombilly Party, com as bandas Chibuku (da Alemanha), The Brown Vampire Catz (de Londrina) e a estreia da mais nova banda de Maringá, Professor Astromar & Os Craidores de Lobisomem.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

O fim de uma amizade...

Morava em Foz do Iguaçu (PR) e vivia assistindo filmes de terror. Qualquer porcaria que visse nas locadoras como suspense ou horror, eu locava e ia pra casa ver. Um dia de 1986 vi um tal de "A volta dos mortos-vivos".
O filme nem causava medo ou susto, era mais pra uma comédia, um humor negro com a tal da mitologia de um produto químico revivendo os mortos. Aí, tinha uns punks bem caricatos que iam no cemitério ouvir um som. Enfim, depois de muitas mortes e risadas, toca a música "Surfín´Dead", com o The Cramps, quando passa os créditos.

Caramba, aquela música foi direto no principal neurônio, célula que guiava o corpo e as vontades. Virei fã da banda, loquei várias vezes o filme só para ouvir a música até conseguir uma fita K7 gravada com o disco "Bad music for bad people", comprei uma camiseta, fiz uma tatuagem, descolei uns botons, alguns posters e quadros, comprei uma cópia do vídeo "Live at Napa´s Hospital" e me diverti muito vendo o Lux berrando em meio aos loucos do hospício, fiz outra tatuagem sobre a banda, cosegui um compacto de vinil colorido... e assim fui adquirindo tudo que via sobre The Cramps (na foto, parte dessa coleção). Hoje é a banda que mais tenho produtos e nunca hesitei em comprar algo que não tenho deles... já paguei uma "quase fortuna" em um CD pirata... e não me arrependo porque nunca mais vi esse CD em nenhum lugar.
E sempre que tive a oportunidade procurei mostrar Lux & Cia para algum amigo.

E, claro, conheci muita coisa legal pelas influências da banda como Link Wray, Hasil Adkins, entre outros. Sem contar as risadas que dei sozinho nas inúmeras vezes que reli a biografia "The Wild Wild World of The Cramps".
Tenho a certeza que a maior parte da minha vida passei ouvindo The Cramps e tinha Lux e Poison como amigos que podia sair e encontrá-los ali na esquina. Claro, sempre devaneando o dia que veria um show da banda espremido na primeira fila colado no palco. Isso não vai acontecer.

A morte de Lux ontem é só uma prova bem concreta de que as coisas na vida não são nada justas... e é por isso que não me arrependo de nenhum centavo gasto com meus discos, minhas revistas, meus livros, meus filmes, minhas cervejas...
E, de continuar aqui em Maringá a mostrar um pouco do gênero bacana de som que aprendi a gostar com um filme tosco de zumbis há quase 25 anos.